Fabiana Faleiros

Nome: Fabiana Faleiros

Nacionalidade: Brasil

Nascimento: 1980

Fabiana Faleiros (Brasil, 1980) é poeta, performer e pesquisadora. É doutoranda pelo Programa de Arte e Cultura da UERJ, Rio de Janeiro, e Lady Incentivo, cujo disco Lady Incentivo: novas formas de amar e gravar CD foi gravado na Mobile Radio BSP, durante a 30 Bienal de São Paulo. Entre 2015 e 2016 esteve em turnê com o Mastur Bar em Cuba (Fabrica de Arte Cubano, Havanna), Colômbia (Kuir Bogotá, International Festival for Queer Arts and Cinema), e também em cidades do Brasil como São Paulo, Porto Alegre e Belém do Pará. Em 2016 publicou o livro O pulso que cai e as tecnologias do toque, Ikrek: São Paulo. Atualmente participa da residência Capacete em colaboração com a Documenta 14 (Atenas, Kassel).


RODRIGO ANDREOLLI

Name: RODRIGO ANDREOLLI

Nacionalidade: Brasil

Nascimento: 1984

RODRIGO ANDREOLLI transita pelas artes performáticas, com especial interesse em pesquisar o corpo como elemento de ativação sensível de camadas visíveis e invisíveis do que é público. Atua na elaboração de estruturas de produção em projetos artísticos multidisciplinares.

RODRIGO ANDREOLLI (São Paulo/Brazil) is a São Paulo based dancer, actor and producer. He works with Brazilian Theater Company TEAT(R)O OFICINA, directed by José Celso Martinez Corrêa, since 2006. Rodrigo has collaborated with Brazilian choreographer Cristian Duarte on the piece THE HOT ONE HUNDRED CHOREOGRAPHERS in 2011 and  has taken part in experiments on the research frame APT? – A PIECE…TOGETHER? led by Cristian Duarte and Paz Rojo, in 2010 and 2011,  in festivals in São Paulo and Madrid. Rodrigo has created the solo piece CUTOUT (2012 – RESIDÊNCIA FUNARTE OUTRAS DANÇAS); the duet A/R, in collaboration with Brazilian artist Raissa Ralola (2013/2014 – Prêmio Funarte Klauss Vianna); the performance ATTEMPT AT EXHAUSTING [A POINT OF VIEW] (2013 – Centro Cultural São Paulo; the publication ÍNCIDE PARA ESCUTA, with Clarissa Sacchelli (2014- Centro Cultural São Paulo), TRAGÉDIA: UMA TRAGÉDIA, directed by Carolina Mendonça, as assistant director and actor (2014- SESC/SP); He was a resident artist and producer of the Residency Project LOTE#1, LOTE#2 and LOTE#3, coordinate by Cristian Duarte in São Paulo.

He was in the dance pirece TIRA MEU FÔLEGO (Take my breath away), by Elisa Ohtake (2014); BATUCADA, by Marcelo Evelin/Demolition INC (2014) and athe theater piece THE LADY OF THE SEA, by Bob Wilson (2014).

He also developed the research project TERREYRO COREOGRÁFICO, with Daniel Kairoz, framing actions on public spaces to study the crossings of choreography, architecture and digital programming.

He studied at SNDO – SCHOOL OF NEW DANCE DEVELOPMENT- Intensive Course (Amsterdam, 2009) and he was selected for DANCEWEB SCHOLARSHIP PROGRAM 2015 – IMPULSTANZ VIENNA INTERNATIONAL DANCE FESTIVAL.

RODRIGO ANDREOLLI

RODRIGO ANDREOLLI (São Paulo/Brasil), ator, dançarino e produtor. Desde 2006, integra projetos do TEAT(R)O OFICINA UZYNA UZONA, sob direção de José Celso Martinéz Corrêa. Foi parte do elenco para montagem do espetáculo PARAÍSO SEM CONSOLAÇÃO, sob direção de Constanza Macras (2008). Participou dos experimentos realizados pelo campo de trabalho APT? – A PIECE…TOGETHER?  coordenado por Cristian Duarte e Paz Rojo nos anos de 2010 e 2011, em São Paulo, Madrid e Viena. Foi colaborador de Cristian Duarte para a criação HOT 100 – THE HOT ONE HUNDRED CHOREOGRAPHERS. Em 2012 foi artista residente do Projeto OUTRAS DANÇAS FUNARTE – Porto Alegre- RS, onde iniciou a pesquisa de trabalho solo CUTOUT. No mesmo contexto iniciou uma parceria com Raissa Ralola (MG) para a criação de A/R, contemplado pelo Prêmio Klauss Vianna 2013. Criou para Centro Cultural SP, o trabalho TENTATIVA DE ESGOTAMENTO [DE UM PONTO DE VISTA] (2013) e a publicação ÍNDICE DE ESCUTA (2014) em colaboração com Clarissa Sacchelli. Foi artista-residente e produtor do projeto LOTE#1, LOTE#2 e LOTE#3 (2011-2014). Foi assistente de direção e ator da montagem TRAGÉDIA: UMA TRAGÉDIA, de Will Eno, direção de Carolina Mendonça.  Integrou elenco de TIRA MEU FÔLEGO, de Elisa Ohtake (2014), participou de BATUCADA, de Marcelo Evelin/Demolition INC (2014) e A DAMA DO MAR, de Bob Wilson (2014).

Em 2014/15, integrou o projeto TERREYRO COREOGRÁFICO, proposto por Daniel Kairoz, subsidiado pelo programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

Cursou o Intesive Course SNDO – SCHOOL OF NEW DANCE DEVELOPMENT (Amsterdam, 2009) e foi artista selecionado para o programa DANCEWEB 2015 no IMPULSTANZ VIENNA INTERNATIONAL DANCE FESTIVAL.


Jari Malta

Name: Jari Malta

Nationality: Uruguay

Born: 23/10/1985

Jari Malta (Montevideo, Uruguay) ha investigado y escrito sobre cuestiones de género, sexualidad, raza, migraciones, politicas de pertenencia, subculturas o especismo. Sus proyectos se han traducido en diferentes formatos, desde la teoría o el teatro pasando por la ficción o la curadoría.

Licenciado en Filosofía y Literatura Comparada, tiene un Máster en Escritura Creativa y participó en el Programa de Estudios Independientes (MACBA). Fue miembro del grupo de investigación Genealogías Críticas de las Desobediencias Sexuales desde el Sur (Universidad Nacional de la Plata, Argentina).

Ha trabajado para diferentes instituciones culturales como el Centro de Cultura Contemporánea de Barcelona (España), la Fundación Miró (España) o Smålands Nation (Suecia). Comisarió la exposición Casa Matriz (Espai Colona y Galería Àngels, España) junto a Marta Echaves y fue parte de la publicación Anales Coloniales


Raúl Hott

Nome: Raúl Hott      

Nacionalidade: Chilena

Nascimento:  1984

Website: http://raulhott.net/

Raúl Hott é um arquiteto, artista e educador que trabalha sobre o corpo. Ele cria experiências coletivas para espaços públicos e ambientes naturais. Seus projetos são iniciativas e ações comunitárias que revigoram o acesso democrático às artes e à vida pública, injetando participação horizontal e vitalidade. Ele é um artista cujo trabalho abrange a arquitetura efêmera, som, coreografia, escrita, design gráfico e muitos outros campos. Raúl é Mestre em Novas Formas pelo Pratt Institute.

Versão mais longa:

Raúl Hott é um arquiteto, artista e educador que trabalha sobre o corpo, projetando experiências coletivas para espaços públicos e ambientes naturais. Seus projetos são iniciativas comunitárias que revigoram o acesso democrático às artes e à vida pública, injetando participação horizontal e vitalidade. Ele é um artista cujo trabalho abrange arquitetura, som, cura, coreografia, escrita, design gráfico e muitos outros campos.

Raúl é Mestre em Novas Formas pelo Pratt Institute. Ele tem sido atraído especialmente pela pedagogia, ensinando em diferentes escolas de arte e arquitetura desde 2007. Ele está atualmente baseado em Atenas, na Grécia, onde participa como um colega residente do Capacete, um programa brasileiro de educação experimental apresentado na Documenta 14. Para participar Este Programa de Residência, Raúl foi premiado com o Motel Capacete Fellowship do Chile.

O trabalho de Raúl Hott foi apresentado no Centro Point para Arte Contemporânea (Chipre), Arte em Odd Places Festival (NY), Galeria Trestle (NY), Ed. Varie Gallery (NY), Blackburn 20/20 Galeria (NY), Mykonos Biennale (Grécia), Espacios Revelados (Chile), NAVE (Chile) e HALLE14 (Alemanha), entre muitos outros

Vasiliki Sifostratoudaki

Nome: Vasiliki Sifostratoudaki

Nacionalidade: Greek

Nascimento: Athens

 

Vasiliki Sifostratoudaki (Atenas, GR, 1979) é bacharel em Belas-Artes e Educação nas Escolas de Belas-Artes de Atenas (2012) e recebeu uma Master of Fine Arts do Instituto Piet Zwart, em Roterdão (2015), participa no CAPACETE Atenas 2017), fundador do projeto Yellow Brick (2016). As exposições recentes incluem: Fundação TAF "O lugar no Fim" (2017), Art Fair Rotterdam (2017), "Rocks in Stock" em Joey Ramone, NL (2016), "Reframe Memory" no Benaki Museum, Atenas, GR (2015); "Uma ilha dobrada como pão seco" em Upominki, Rotterdam, NL (2015); "Performative Labour-ISM", Mês de atuação no ZK / U Centro de Arte e Urbanismo, Berlim, DE (2014); "Pantone Green e um copo de limonada", em colaboração com Jessica Dunleavy apoiado pela Snehta Residency e financiado pelo British Council EUNIC, em Bhive, Atenas, GR (2014). Vive e trabalha em Rotterdam (NL) e Atenas (GR).

Gian Spina

Nome: Gian Spina

Nacionalidade: Brasileiro

Nascimento: 1984

Mais informações: http://gianspina.com

Gian Spina nasceu em São Paulo; viveu, estudou e trabalhou em San Diego, Vancouver, Bordeaux, Berlim Frankfurt e Ramallah. Seu trabalho prático se define como a construção de narrativas a partir de práticas interdisciplinares que se desenvolvem em cadeia, onde um gesto leva a outro até que a formação da história se concretize . Sua primeira formação se iniciou em 2002,  com a fotografia no Instituto Senac em São Paulo. Seguiu-se então a formação em Cinema em Vancouver com o professor Roy Hunter, de 2005 a 2006 complementada com o curso de Teoria do Cinema com o Prof. Carlos Augusto Calil na USP. De de 2007 a 2008 arquitetura na Escola da Cidade. Em 2010 na Alemanha, estudou com o Prof. Sigfried Zielinski no Vilem Flusser Archive na Universidade de Artes de Berlim e com a Prof. Ulrike Gabriel e a Prof. Juliane Rebentisch na Academia de Artes e Design em Offenbach am Main, na Alemanha, onde recebeu a bolsa de estudo pelo Rotary-Club da cidade (2011). Terminou seu mestrado orientado pelo filósofo e professor Fabien Vallos na Escola de Belas Artes de Bordeaux. Atualmente, trabalha como professor na academia internacional de artes da Palestina. Gian Spina atravessou os Balkans e a Ásia Central de bicicleta, a Cisjordânia e o Himalaia a pé. Fala fluentemente alemão, inglês, espanhol, francês e português. Participou de exposições em diversos países e distintos contextos; entre elas o programa de exposições individuais do CCSP de 2016. Em 2016 foi selecionado para o Programa de Residências do Capacete que acontecerá junto a Documenta em Athenas (2017).


Nikos Doulos

 

Nome: Nikos Doulos

Nacionalidade: Grega

Nscimento: 1978

Nikos Doulos is an Amsterdam based artist, born and raised in Athens, Greece. He obtained a bachelor degree (BFA) in painting from the Athens School of Fine Arts (ASFA) and a Masters (MFA) in public space art from the Dutch Art Institute (DAI) in the Netherlands.

Doulos’ interest lies on inclusive modes of knowledge production achieved through discursive practices and temporal interventions. In his work, he creates malleable situations/conditions as participatory infrastructures and ‘soft’ knowledge generators. Walking holds a predominant part in his practice.

He is the founder of NIGHTWALKERS – a collectively practiced nocturnal walking project investigating the contemporary identity of the flanêur. NIGHTWALKERS has been performed in the Netherlands, Serbia, Sweden, Italy, Hungary and South Korea to name a few.

Doulos predominantly engages on research trajectories under the umbrella of Expodium – an ‘urban do tank’ that utilizes artistic means to address urban challenges and the ever-changing nature of cities.

He has presented collaborative projects at the Trafó House of Contemporary Arts (Budapest), Bildmuseet (Umeå), participated at the Impakt Festival (Utrecht), the Athens Biennale: #4 AGORA and the 53rd October Salon and has lead workshops for UNIDEE – Cittadelartte Pistoletto Foundation and the University of the Arts, Uniarts Helsinki among others.

He is a co-curator of ‘Unmaking The Netherlands’ program initiated by Expodium and a co-editor of the Unmaking or How To Rethink Urban Narratives publication. He teaches periodically at the University of the Arts, Uniarts in Helsinki. He works collaboratively.

Nikos Doulos’ participation at Capacete-Athens is generously supported by Mondriaan Fonds.

www.expodium.nl

www.unmakingthenetherlands.nl

http://nightwalkersexpodium.tumblr.com/

Longer version

Nikos Doulos is an Amsterdam based artist, born and raised in Athens, Greece. He obtained a bachelor degree (BFA) in painting from the Athens School of Fine Arts (ASFA) and a Masters (MFA) in public space art from the Dutch Art Institute (DAI) in the Netherlands.

Doulos’ interest lies on inclusive modes of knowledge production achieved through discursive practices and temporal interventions. In his work, he creates malleable situations/conditions as participatory infrastructures and ‘soft’ knowledge generators. Walking holds a predominant part in his practice.

He is the founder of NIGHTWALKERS – a collectively practiced nocturnal walking project investigating the contemporary identity of the flanêur. NIGHTWALKERS has been performed in the Netherlands, Serbia, Sweden, Italy, Hungary and South Korea to name a few.

Doulos predominately engages on research trajectories under the umbrella of Expodium – an ‘urban do tank’ that utilizes artistic means to address urban challenges and the ever-changing nature of cities.

He has presented collaborative projects at the Trafó House of Contemporary Arts (Budapest), Bildmuseet (Umeå), participated at the Impakt Festival (Utrecht), the Athens Biennale: #4 AGORA and the 53rd October Salon and has lead workshops for UNIDEE – Cittadelartte Pistoletto Foundation and the University of the Arts, Uniarts Helsinki among others.

He is a co-curator of ‘Unmaking The Netherlands’ program initiated by Expodium and a co-editor of the Unmaking or How To Rethink Urban Narratives publication. He teaches periodically at the University of the Arts, Uniarts in Helsinki. He works collaboratively.

Nikos Doulos participation at Capacete-Athens is generously supported by Mondriaan Fonds.

www.expodium.nl

www.unmakingthenetherlands.nl

http://nightwalkersexpodium.tumblr.com/


Jota Mombaça

Nome: Jota Mombaça

Nacionalidade: Brasil

Nascimento: 1991

Ensaísta e performer

É uma bicha não binária, nascida e criada no Nordeste do Brasil, que escreve, performa e faz estudos acadêmicos em torno das relações entre monstruosidade e humanidade, estudos kuir, giros descoloniais, interseccionalidade política, justiça anti-colonial, redistribuição da violência, ficção visionária e tensões entre ética, estética, arte e política nas produções de conhecimentos do sul-do-sul globalizado. Trabalhos atuais são a colaboração com Oficina de Imaginação Política (São Paulo) e a residência artística junto ao Capacete 2017 na Documenta 14 (Atenas/Kassel).


Eliana Otta

Nome: Eliana Otta

Nacionalidade: Peru

Nascimento: 1981

Eliana Otta is a multidisciplinary artist. Through drawing, writing, video, installations and participatory projects, she associates simple details from everyday life that can speak about complex processes in specific contexts, inquiring how subjectivities shape public space by relating the personal to the political, as well as individual and shared memories to questions about the present and our possible collective wishes for the future. Economic inequality, precarious labor, gender violence  and our relation with nature in neoliberal extractivist systems, are some of her main focus of interest.

She studied Fine Arts at Pontificia Universidad Católica, in Lima, and has a Master’s Degree in Cultural Studies. She has showed her work worldwide, among others, in Shed Im Eisenwerk (CH), Transart Triennal (DE), Jewish Museum (US), TATE Modern Project Space (UK), MSU Zagreb (CR), Tasneem Gallery (SP), Museo La Energía (AR), Lugaradudas (CO), Sala Luis Miró Quesada Garland (PE). She has won various distinctions such as Concurso Nacional de Cortometraje Experimental (2013) and Concurso de Obras Cinematográficas Peruanas de Cortometraje (2012).

She participated in residencies such as Sommerakademie in Zentrum Paul Klee (CH), Meer Teillen: Share More (CR- CH), The Return to Nature – A Pedagogy of Uncertainty (Lamas, PE, for the 32nd  Biennale of São Paulo), HAWAPI (PE); Juanchaco, Ladrilleros y La Barra, CO, Encuentro Internacional de Arte Contemporáneo Med07, CO.

She was part of artist-run spaces La Culpable, La Casa Rosa, cofounded Bisagra (www.bisagra.org), and coedited the art magazines Prótesis, Juanacha and Bisagra. She was member of political collectives Nadie nos paga and Mujeres Dignidad.

She coordinated the curatorial team that made the permanent exhibition for Lugar de la Memoria, a national space dedicated to the political conflict suffered in Peru between 1980s and 2000.

She teaches at the Art Faculty of Pontificia Universidad Católica, at Escuela de Arte Corriente Alterna and has taught at Escuela Nacional Superior de Bellas Artes. In 2004 she opened Pulga, the first shop dedicated to young fashion designers in Lima, and activates parties as Dj Flaquita. She is represented by Galería 80m2 Livia Benavides.


Musa Michelle Mattiuzzi

Nome: Musa Michelle Mattiuzzi

Nacionalidade: Brasil

Nascimento: 19

Musa Michelle Mattiuzzi : ex-bancária, ex-recepcionista, ex-operadora de telemarketing, ex-auxiliar de serviços gerais, ex-cuidadora de crianças, ex-dançarina, ex-mulher, ex-atendente de corretora de seguros, ex-esposa, ex- aluna. Foi jubilada pela Universidade Federal da Bahia, por racismo institucional. Negra, escritora, performer, move-se com arte de modo indisciplinar.

http://musamattiuzzi.wix.com/musamattiuzzi

Skype: michelle.mattiuzzi

musamattiuzzi@gmail.com


Gris Garcia

Nome: Gris García

Nacionalidade: Mexico

Nascimento: 14/11/1986

Artista y curadora independiente. Estudió  Artes Visuales en la UANL (Monterrey, México). Ha expuesto en diferentes ciudades de México, España, Rusia, Canadá y Colombia. Cursó la maestría de Producción e Investigación Artística en la Universidad de Barcelona  con el apoyo de FONCA CONACULTA. Realizó el Programa de Estudios Independientes del Museo de Arte Contemporáneo de Barcelona reconocido como maestría en “Estudios museísticos avanzados y teoría crítica”. Ha comisariado proyectos como Museo Oral de la Revolución en el equipo curatorial de Paul B. Preciado para el MACBA, Balmes 88 para A3Bandas en España, las condiciones posibles con la galería Angels en Barcelona y entre los mas recientes ha sido Mediadora de proyectos en la Sala de Arte Joven de Barcelona y el proyecto Casa Entera entre España y Colombia. Fue Curadora de Lugar a dudas 2014-2015. Ha sido profesora de la Facultad de Artes y Humanidades en el ITM, Universidad en Medellín, Colombia. Forma parte de TuerCo. equipo multidisciplinario que trabaja entre los límites del arte y la tecnología.



Sol Prado

Nome: Sol Prado

Nacionalidade: Argentinia

Nascimento: 1985

As obras de arte e investigação centram-se na criação de ficções (escrita, performance, instalações, oficinas) através da utilização de procedimentos irónicos e de paródia para desmantelar, por método de intensificação, a estrutura perversa do paradigma neoliberal.

Considera que a re-atualização dos mecanismos do fascismo é expressa por meio de uma artilharia fina e cosmética de domesticação cujo objetivo final é a privatização das forças e do pensamento comuns.

Sol Prado. Artista, pesquisador independente e intérprete.

Actualmente trabalha no programa de arte e política Capacete - Documenta 14, Atenas - Kassel.

Estudou no Independent Program Studies do Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA), dirigido por Paul B. Preciado. Suas obras de arte e pesquisa coletiva se concentraram em criar ficções (escrita, performance, instalações, oficinas) através do uso de procedimentos irônicos e de paródia para desmantelar, por método de intensificação, a estrutura perversa do paradigma neoliberal.

Ela considera que a re-atualização dos mecanismos do fascismo é expressa por meio de uma artilharia fina e cosmética de domesticação cujo objetivo final é a privatização das forças comuns e do pensamento.



The Cooperativist Society Tools for a Cooperative Ecosystem: Circular Economy in Practice

 

Public Programs, Friday and Saturday, March 17 and 18, 2017

The Cooperativist Society
Tools for a Cooperative Ecosystem: Circular Economy in Practice
Workshops, Talks, and Discussion
Athens School of Fine Arts, Giorgio De Chirico Amphitheater, 256 Pireos Street
The ideas of a circular economy and a fair ecosystem (economy and ecology) are concerned with building a new type of world, connecting and establishing a network of self-employed people, collectives, and committed individuals, beyond borders and nations through structures like FreedomCoop and digital crypto-currencies like FairCoin. The goal is to replace the present profit-oriented economic system with one centered around fairness, ideas of cooperation, and environmental sustainability. The aim of the event hosted by the Cooperativist Society is to raise awareness, share knowledge, and spread information concerning the use of FairCoin and other aspects of the circular economy’s network structures, as well as to help establish and strengthen local initiatives, incubating new cooperative projects and sharing new potential ideas.

It is, after all, necessary to move past rhetoric and build practical and viable alternatives to today’s financial establishment. In the specific case of Greece and the political issues concerning the threat of a so-called Grexit, any radical movement will have to think very seriously about economic alternatives to the Euro, and, more broadly, to present concrete and coherent choices instead of the austerity-driven, export-dominated, and ecologically unsustainable course of the “official” Greek economy. If leaving the eurozone implies total economic chaos and dislocation, it is clear that, for lack of an alternative, Greece will be trapped in the vicious cycle of further austerity. Ultimately, the brakes will be put on any form of serious social resistance. Solving this difficulty implies thinking about different currencies instead of relying on the Euro, ways of living and thinking that are different from the consumerism of the establishment, and progressing in the social direction advocated by cooperative ecosystems like FairCoop.

The two days of events will focus on practice, on learning to build your cooperative project, on meeting and collaborating with others with the same interests, on learning how to use FairCoin as a digital currency for a fair economy, and on creating a process within which a circular economy in Athens and beyond could become a reality.

You are welcome!

Program

Friday March 17, 2017
4–9 pm

4–4:55 pm
Introduction to the concept of circular economies

5–6:55 pm
Open cooperation tools: members of the Open Collaborative Platform (OCP) showcase projects and speak about economic management within an ecosystem
Cooperative incubator: open space to share ideas for cooperative projects (artist cooperatives, Fairbnb, and more)

7:10—9 pm
Cooperative incubator: legal coop framework in Greece
FreedomCoop: general introduction

Circular economy
FairCoin: Wallet Party. Bring your phone or your laptop (the event will be repeated on Saturday)

Saturday March 18, 2017
11 am–8 pm

11 am–12:45 pm
Circular economy mapping: add your project to the map

11 am–3 pm
Cooperative incubator: open development meetings for selected projects

1–3 pm
FairCoin: Wallet Party. Bring your phone or your laptop

4–5:45 pm
Open cooperation tools: OCP (Open Collaborative Platform), learn to configure your project
Circular economy: Fairpay cards and POS workshop

6 pm
Cooperative incubator and circular economy: plenary, conclusions, synergies, and planning of follow up meetings


Athenas

Em 2017 o programa CAPACETE vai desdobrar sua programação em Atenas (e parte em Kassel), no contexto da documenta 14, na académia de belas artes de Athenas e em eventos relacionados aos programas e atividades culturais regulares da cidade. 
 
No Rio de Janeiro o CAPACETE continuará em funcionamento sob a direção de Camilla Rocha Campos e a programação será lançada em breve.
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Athenas

Por 19 anos o CAPACETE recebeu atores ativos em diferentes campos e provenientes de todo o mundo para experimentar, trocar, pesquisar, amar, produzir, apresentar, publicar e compartilhar. Agora é a vez do CAPACETE se deslocar: um grupo de 12 participantes foi selecionado para participar em um programa de 9 meses de duração em e com Atenas, num contexto estrangeiro às atividades originais e regulares do CAPACETE.

A abordagem do CAPACETE em relação à aprendizagem e à pesquisa baseia-se numa prática coletiva, discursiva, performática e experimental, que requer tempo e envolvimento estreito, de modo a formar um sistema de intercâmbio e produção descentralizado e menos hierárquico.

A comissão de seleção dos residentes para o programa foram: Xafos Xagoraris (Académia de Belas Artes/Athenas), Paul B. Preciado (documenta14/Athenas), Lígia Nobre (São Paulo), Amilcar Packer (São Paulo) e Helmut Batista (CAPACETE/Rio de Janeiro).

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Proposta completa

CAPACETE

“Escolas que se posicionam como lugares de “produção de conhecimento” privilegiados ou exclusivos apenas reafirmam as desigualdades sociais e as hierarquias existentes.”

Paulo Freire,

(Pedagogia da Autonomia – Saberes Necessários à Prática Educativa)

 

 

“Os quatro pontos cardeais são três:

Sul e Norte.”

Vicente Huidobro, Altazor

De março a dezembro de 2017, o Capacete vai desdobrar sua programação em Atenas (e parte em Kassel), no contexto da documenta 14 e em eventos relacionados, como a Bienal de Atenas e os programas e atividades culturais regulares da cidade.

Se, em um mundo integrado, tudo parece fundir-se homogeneamente, os processos hegemônicos:

• O que significa deslocar uma aprendizagem experimental, coletiva e uma iniciativa baseada na investigação de um continente para outro – especificamente a partir do hemisfério sul para o Sul do Norte? O que motiva tal deslocamento e o que isso implica?

• Como tal iniciativa engaja-se em um novo contexto local, tendo em conta a complexidade e heterogeneidade destas comunidades, de suas histórias e dinâmicas socioculturais?

Se, em alguma medida, a Grécia Antiga era e ainda é utilizada como matéria-prima para moldar a imaginação da modernidade ocidental, o que pode oferecer a Grécia contemporânea ao desmantelamento do colonialismo e do capitalismo neoliberal, especulativo e financeiro?

Por 19 anos o CAPACETE recebeu atores ativos em diferentes campos e provenientes de todo o mundo para experimentar, trocar, pesquisar, amar, produzir, apresentar, publicar e compartilhar. Agora é a vez do CAPACETE se deslocar: um grupo de até 12 participantes será selecionado para participar em um programa de 9 meses de duração em e com Atenas, num contexto estrangeiro às atividades originais e regulares do CAPACETE.

A abordagem da CAPACETE em relação à aprendizagem e à pesquisa baseia-se numa prática coletiva, discursiva, performática e experimental, que requer tempo e envolvimento estreito, de modo a formar um sistema de intercâmbio e produção descentralizado e menos hierárquico.

Estrutura do programa:

– Convocatória aberta para de seis a oito participantes latino-americanos e de três a quatro participantes gregos, que irão engajar-se em escutar, aprender, vivenciar e trocar experiências.

– Duração: de março a dezembro de 2017

• Dois capítulos diferentes relacionados a momentos e marcos conceituais separados:

Primeiro Capítulo (quatro meses): dedicado à escuta ativa e ao olhar. Começará antes da abertura da documenta 14, em Atenas, e continuará através de seus 100 dias *. O foco deste período será a abordagem do contexto local em encontros com agentes locais, profissionais e instituições; bem como o estabelecimento de vínculos na cidade e o desenvolvimento de um modo intenso de conversação para abordar as dinâmicas socioculturais e políticas na Grécia e em Atenas, especificamente.*Este período será dedicado também à compreensão da relação emaranhada entre Kassel e Atenas, dentro do marco da documenta 14. Para isso, está prevista uma viagem à Kassel e a colaborações com parceiros locais.

Segundo Capítulo (seis meses): dedicada à (re)ação, começando pela conclusão da documenta 14 em Atenas e seguindo até dezembro. Durante este período, diferentes profissionais – entre os interlocutores regulares do CAPACETE, os profissionais e agentes locais do contexto ateniense – serão convidados a colaborar com o grupo selecionado de participantes em programas públicos. Esta série de programas se estabelecerá sem um tema específico, abrangendo o fato de que o deslocamento gera problemas (tais como as colocadas acima), mais do que frameworks organizados. Nossa situação é um estudo de caso que precisa ser experimentado, a fim de chegar a conclusões. Nosso interesse está em como reagir às questões provocadas pela nossa dada situação.

A comissão de seleção é: Xafos Xagoraris, Paul B. Preciado, Lígia Nobre, Amilcar Packer e Helmut Batista

A visão do CAPACETE

Nossos contextos globalizados estão estruturados pela desigual distribuição do trabalho e das riquezas, e são crescentemente moldados pela economia dos mercados especulativos. Atualmente, inúmeras das manifestações culturais são eventos de grande escala, e freqüentemente estão direcionadas para um público genérico ou restritas à elite. Tal situação reduz e neutraliza o alcance ético e político da arte, assim como o seu potencial em promover e inspirar outras formas de trabalho, pensamento, relacionar e de viver.

Nossa intenção é constituir situações e desenvolver estratégias que forneçam uma alternativa concreta e real para este estado de coisas. Nosso programa é desenhado para refletir o caráter interdisciplinar das práticas estéticas contemporâneas, trabalhando com artistas e pensadores cujos esforços articulam o mundo teórico com apresentações artísticas em diversos formatos e dinâmicas, e para diferentes públicos. Ao desafiar o estado atual da cultura, economia e educação, nossa função será principal será elaborar auto-organização e gestão artísticas, participação e modos colaborativos de ação, como parte fundamental do conteúdo e da estrutura de nossas atividades.

Estas iniciativas somente podem ser desenvolvidas ao longo do tempo, por meio simultâneo de ativação e avanço de diversas formas de troca, distribuição e produção. Nossa intenção é manter atentos e fluidos ao longo deste processo, ajustando nossas estratégias, táticas, e objetivos à medida que nos desenvolvemos. Um dos objetivos integrais de nosso programa é expandir continuamente nossa plataforma de troca, trazendo novos participantes e interlocutores, fomentando as relações entre diferentes instituições e organizações, bem como aprofundando os laços e relações com colaborações estabelecidas.

CAPACETE age na intercessão de diversos campos sociais e profissionais, exigindo, portanto, que os participantes selecionados embarquem plenamente em um diálogo aberto e horizontal, se envolvendo ativamente nas atividades do programa, instigando que por sua vez, possam funcionar como plataformas para a disseminação da informação, promovendo respostas ativas e gerando o debate público.

Zafos Xagoraris

Athens, 1963

Zafos Xagoraris has studied at the Athens School of Fine Arts and the Massachusetts Institute of Technology. His Ph.D. from the National Technical University of Athens was about the construction of miracles by Hero of Alexandria. He has presented various personal exhibitions and his work consists by drawings, obstructing devices of visual or other signals and public installations of sound amplification mechanisms (for example at the deserted villages of Cyprus, 2003-5). He has participated in exhibitions such as: 4th Athens Biennial, ETICO_F, Manifesta 7, 1st Bienal Fin del Mundo, 1st Thessaloniki Biennale and the 27th Sao Paulo Bienal. He has recently presented the installation “Downhill Classroom”, Benaki Museum, Athens and was one of the curators of the Greek Pavilion of the 9th Venice Biennale of Architecture and the 2nd Athens Biennial. He’s an Associate Professor and Head of the Visual Arts Department of the Athens School of Fine Arts and was a Visiting Professor at the University of Sassari and Patras as well as a Scholar at the Columbia University, NYC. He has been invited to present his work and organize workshops at the University of Michigan, University of Illinois at Chicago, Academy of Fine Arts, Munich, D’Annunzio University, Pescara, IUAV, Venice, Academy of Fine Arts, Palermo, School of Visual Arts and others. 

Ligia Nobre

1973, Sao Paulo

Arquiteta, pesquisadora, curadora, artista e agenciadora de projetos e espaços artísticos, opera nos cruzamentos entre arte e arquitetura. Graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Universidade Mackenzie (São Paulo, 1996), mestre em Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo pela Architectural Association School of Architecture (Londres, 1999) e doutoranda no Programa In. Atualmente é professora da Escola da Cidade e integra O grupo inteiro (ogrupointeiro.net). Curadora e coordenadora geral com Carol Tonetti do projeto Contracondutas (São Paulo/Guarulhos, 2016-17) e do projeto-exposição Mano Fato Mano no Centro Cultural São Paulo (Nov.2014-Fev.2015). Participa com o trabalho Condutores da exposição “Playgrounds 2016” no MASP e Sesc Interlagos (São Paulo, 2016). Curadora com Ana Luiza Nobre e Guilherme Wisnik da X Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013). Curadora São Paulo com Urban Think Tank (NY/Zurique/SP) para o Audi Urban Future Award (Istanbul, 2012). Consultora do Ministério da Cultura junto aos setores de artes visuais, design e arquitetura e o Programa Espaços e Bibliotecas Mais Cultura (Brasília, 2009-10). Pesquisadora e assistente de ensino dos arquitetos Jacques Herzog e Pierre de Meuron na Universidade ETH Studio Basel – Contemporary City Institute (Basel, 2007-08). Co-fundou e dirigiu a plataforma sem fins lucrativos exo experimental org. (arquivoexo.org) que promoveu pesquisas urbanas e artísticas, residências artísticas, publicações, exposições, encontros discursivos e oficinas (São Paulo, 2002- 07). Contemplada com bolsa-residência na Akademie Schloss Solitude (2006) e os editais Funarte Conexões Artes Visuais (2012) e Exposições da Prefeitura de São Paulo-CCSP (2014). Coordenadora Editorial de Trabalhando no Copan/Working at Copan, de Peter Friedl (Sternberg Press, 2007), co-editora de Monolito #17 – X Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013), com ensaios publicados nos periódicos Bamboo, TANK, Abitare, ArtReview, Urbania, Item, dentre outras publicações. 

Paul B. Preciado

Burgos, 1970

Paul B. Preciado is a philosopher, curator and transgender activist and one of the leading thinkers in the study of gender and sexual politics. An Honors Graduate and Fulbright Fellow, he earned a M.A. in Philosophy and Gender Theory at the New School for Social Research in New York where he studied with Agnes Heller and Jacques Derrida. He holds a Ph.D. in Philosophy and Theory of Architecture from Princeton University. His first book, Contra-Sexual Manifesto (forthcoming by Columbia University Press in 2016) was acclaimed by French critics as “the red book of queer theory” and became a key reference for European queer and trans activism. He is the author of Testo Junkie. Sex, Drugs and Biopolitics (The Feminist Press) and Pornotopia (Zone Books) for which he was awarded the Sade Price in France. He has been Head of Research of the Museum of Contemporary Art of Barcelona (MACBA) and Director of the Independent Studies Program (PEI). He is currently Curator of Public Programs of documenta 14 (Kassel/Athens).

Amilcar Packer

Chile, 1974

Amilcar Packer nasceu em Santiago do Chile em 1974 e vive em São Paulo desde 1982. É licenciado em Filosofia pela USP e mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Packer desenvolve práticas que operam reconfigurando e subvertendo o campo semântico de objetos, arquitetura e o corpo humano, assim como tradições de pensamento e imaginação. Suas atividades se extendem em formatos discursivos e perfomativos, aulas e oficinas, encontros e conversas, comidas, passeios e seminários públicos que estabelecem espaços e estados provisórios para dinámicas coletivas menos hierarquizadas, onde predominam a busca pela construção da horizontalidade, o debate crítico, o aprendizado mútuo e a convivência. É co-fundador do Programa de Ações Culturais Autônomas e colabora regularmente com o CAPACETE, assim como com a Casa do Povo.

Helmut Batista

Rio de Janeiro, 1964

Helmut Batista direção de ópera ma ESAT na França. Em 1998 fundou o CAPACETE que ele dirige desde então. CAPACETE tem produzidos novos trabalhos de arte, seminários, oficinas, residencias e livros com parcerias de diferentes paíse. Em 2015 CAPACETE inaugurou o projeto experimental com duração de 1 ano. Para mais informações por favor consulte: www.capacete.org.



Caetano Carvalho e Jonas Lund

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Quarta-feira dia 14 de dezembro

O que nos cerca

por Caetano Carvalho e Jonas Lund

Jonas Lund é um artista sueco que cria pinturas, escultura, fotografia, sites e performances que incorporam dados de seus estudos de tendências e comportamento do mundo da arte. Ele ganhou um mestrado em Piet Zwart Institute, Rotterdam (2013) e um BFA na Gerrit Rietveld Academy, Amsterdam (2009). Fez exposições individuais na Whitechapel Art Gallery, Londres (2016), Steve Turner, Los Angeles (2016, 2015, 2014); Växjö Konsthall Suécia (2016), Boetzelaer | Nispen, Amsterdão (2014); Showroom MAMA, Rotterdam (2013); E teve o trabalho incluído em exposições numerosas do grupo including em Eyebeam, New York; New Museum, Nova Iorque, XPO Gallery, Paris; Van Abbemuseum, Eindhoven, Witte De With, Roterdão, De Hallen, Haarlem eo Moving Museum, em Istambul. Seu trabalho foi escrito sobre em Artforum, Kunstforum, Metrópole M, Artslant, Rhizome, Huffington Post, Furtherfield e Wired.

 

CV

Solo Shows (selection)

2016 Your Logo Here, Steve Turner, LA, US
2016 Versus, Växjö Konsthall, Växjö, SE
2016 Fair Warning, Whitechapel Art Gallery, London
2016 MiArt with Steve Turner LA, Milano, IT
2015 Legacy of the Void, Boetzelaer|Nispen, Amsterdam, NL
2015 Contemporary Gallery, New Shelter Plan, Copenhagen, DK
2015 Strings Attached, Steve Turner, LA, US
2014 Studio Practice, Boetzelaer|Nispen, Amsterdam, NL
2014 Flip City, Steve Turner Contemporary, Los Angeles, US
2013 The Fear Of Missing Out, Showroom Mama, Rotterdam, NL
2013 Curate This, Galerie van Gelder, Amsterdam, NL
2012 Public Access Me, First Look, New Museum, New York
2012 1,164,041 Or How I Failed In Getting The Guinness World Book Of
Record Of Most Comments On A Facebook Post, W139, Amsterdam, NL


O Jardim Secreto por Oliver Bulas

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Final de semana do dia 10 e 11 de dezembro de 2016

O artista Oliver Bulas os convida à todos para participarem de um workshop, que será realizado durante um final de semana, num maravilhoso sítio em Lídice. Lá vocês terão a oportunidade de explorar as características biológicas e geológicas ambientais de Mata Atlântica.

Inscrições: http://www.wcw-gallery.com/jardimsecreto.html


Open Call Club

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Open Call Club
Galeria Cavalo, Rio de Janeiro
December 1st, 2016 – January 21st, 2017

Artistas participantes:

Cleiton Almeida (1998 BR), Amanda Andersen (1981 BR), Fabiano Araruna
(1987 BR), Tatiane Araujo (1984 BR), Felipe Barsuglia (1989 BR),
Ingrid Bittar (1989 BR), Louise Botkay (2016), Paolo Brambilla (1990
IT), Julie Brasil (1965 BR), Arthur José Carneiro (1938, BR), Marina
Caverzan (1981 BR), Beatriz Cazal (1967 BR), Carolina Costa (1989 BR),
Antonio Da Silva (1948 BR), Polliana Dalla Barba (1988 BR), Kadija de
Paula (1980 BR), Vita Evangelista (1985 BR), Tito Faria (1991 BR),
Felipe Fernandes (1983 BR), Claudia Figueredo (2016 BR), Mario
Grisolli (1963 BR), Mariana Kaufman (1982 BR), Viviane Laprovita &
Vladimir Ventura (BR), Letícia Lopes (1988 BR), Mirela Luz (1974 BR),
Luisa Marques (1985 BR), Darks Miranda (1909 BR), Eden Mitsenmacher
(1987 FR), Ana Marta Moura (1978 BR), Bruno Neves (1991 BR), André
Niemeyer (1969 BR), Gabriela Noujaim (1983 BR), Angela Od (1973 BR),
Martin Ogolter (1969 AT), Mahyrah Paes (1990 BR), Cláudia Porto (1975
BR), Eduarda Ribeiro (1981 BR), Pilar Rocha Rodrigues (2016 BR), Euro
S.R. (1947 BR), Gustavo Romeiro (1985 BR), Allan Sieber (1972 BR),
Juliana Tobar Leitão (1979 BR), Chico Togni (1981 BR), Natali
Tubenchlak (1975 BR), Rafael Uzai (1985 BR), Pedro Vasconcellos (1980
BR), Juliana Wähner (1979 BR)

Cavalo e Jonas Lund estão felizes em apresentar Open Call Club, uma exposição coletiva que faz parte da exposição ‘The Unique Institutional Critique Pop-Up Boutique’. Open Call Club é composto por 44 artistas que têm conexão com o Rio de Janeiro e que responderam a uma chamada aberta para participar da exposição Open Call Club.

The Unique Institutional Critique Pop-Up Boutique é uma exposição que assume a posição de criar uma loja no interior da galeria, abordando campos como a autenticidade, originalidade, a força e influência de um mercado de arte para a produção artística. Cada trabalho no show também será oferecido para venda através de uma loja online relacionada à exposição. Dentro desse contexto, a exposição Open Call Club irá criar um show dentro do show, uma exposição para questionar os méritos de sua exposição matriz, uma exposição que vai estender suas posições no seu limite lógico. O que é originalidade? O que é uma edição única? Qual é o valor de escassez? Como artistas podem subverter um mundo da arte e mercado onipresentes? Devem os artistas abraçar, desmistificar ou criticar o mundo da arte e rede de mercado em que operam? Até onde pode um artista distanciar-se das instituições do sistema para criar e controlar o valor que estamos todos relativamente inscritos?

Todos os artistas do show foram selecionados através de uma chamada aberta, que usou um algoritmo para determinar quais artistas seriam incluídos no show. O algoritmo inverteu o viés típico de todas as galerias do Rio de Janeiro – em que, como exemplo, artistas masculinos estão fortemente super-representados, o algoritmo Open Call Club favoreceu os artistas de sexo feminino ou não definido. Todos os detalhes pessoais, bem como a proposta foram levados em consideração, para fazer a última lista de artistas que agora faz parte do show.

O resultado é uma exposição de grupo muito atípica que se estende por toda a parte em muitas práticas artísticas diferentes, desde pinturas, desenhos, fotografia, vídeo, instalações, esculturas e performances. Open Call Club mostra obras de artistas que merecem uma plataforma para expressar suas idéias e desejos.


PLETORA por Hôtel Beau Rivage & Paula Dykstra

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Quarta-feira, dia 30 novembro
As 20h

PLETORA
Wi-Fi, Filmes & mais
Na rua Benjamin Constant, em frente do 131

“Pode ser um corpo com uma história, um corpo como história, uma história que está viajando e que chega em lugares diferentes. Um corpo usado, um corpo abusado, um corpo cego, um corpo destruído. Um corpo que resiste, que tá ali ainda…”
Lia Rodrigues
PLETORA nasce do desejo de apresentar imagens em movimento fora dos espaços normalmente dedicados à sua apresentação e de trabalhar apenas com filmes disponíveis na internet.
Um esboço proposto por Hôtel Beau Rivage & Paula Dykstra
Com as mãos criadoras da Julia Retz e Soledad Leon


Silvia Federici e George Caffentzis in Capacete

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Quarta-feira dia 31 de Agosto s 19:30

Silvia Federici e George Caffentzis:

It is an honour and a great pleasure to welcome Silvia Federici and George Caffentzis to Capacete, as part of their first visit to Brazil. Silvia Federici and George Caffentzis are two of the most important political thinkers today. Their activism and political thinking has its roots within the Marxist, feminist and autonomous movement and since the 1960’s, they have been part of hugely influential groups such as Wages For Housework and Midnight Notes. Together they have been deeply engaged with struggles related to feminism, domestic labour, the commons, debt and the anti-nuclear movement.

It is no secret that we are going through a critical time in the history of Brazil; the genocide on the indigenous is continuing, the violence against women and their reproductive rights are worsening and the environment is suffering; all part of the capitalist crisis we are living through. This calls for reflection and action. We have invited Silvia and George to share their experiences and ideas for a way to approach these struggles. We hope to create a meeting that will inspire and hopefully create new thoughts and links between groups and individuals.

Bios:

Silvia Federici is a professor emeritus at Hofstra University (NY) and has worked as a teacher in Nigeria. Federici is co-founder of the International Feminist Collective (1972) and the Committee for Academic Freedom in Africa (1990). She is the author ofRevolution at Point Zero (2012) and Caliban and the Witch: Women, the Body, and Primitive Accumulation (2004).

George Caffentzis is a founding member of the Midnight Notes Collective. Caffentzis has written several books, among them are A Thousand Flowers: Social Struggles Against Structural Adjustment in African Universities (2010), Auroras of the Zapatistas: Local and Global Struggles in the Fourth World War (2012) and In Letters of Blood and Fire: Work, Machines, and Value (2013).

Note: the talk will be held in English.

Link to a lecture by Silvia Federici: Women, Reproduction and the Construction of Common

https://www.youtube.com/watch?v=zBBbVpbmRP0

Link to a collection of texts by George Caffentzis:

https://libcom.org/tags/george-caffentzis

With support from: Revista DR, the Department of Philosophy / PUC-RJ and Goethe-Institut São Paulo



Laura Taves

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Quarta-feira dia 13as 19:30

Laura Taves é artista, arquiteta e urbanista. Vive e trabalha na cidade do Rio de Janeiro, onde desenvolve projetos nos quais, através da arte e da educação procuram discutir e atuar na cidade e em suas fronteiras sociais, culturais e urbanas. Trabalha atualmente como gerente de Relações Comunitárias do Museu do Amanhã, atuando diretamente com os moradores da região portuária do Rio.

Em 2003 fundou a AZULEJARIA – um coletivo de artistas, artesãs e educadoras, que une a tradição da azulejaria com a produção contemporânea na criação de painéis artísticos e intervenções urbanas. Os projetos são produzidos de forma coletiva e participativa. Para isso, a Azulejaria desenvolve atividades de educação e arte para crianças, jovens e adultos, na sua maioria em parceira, há 10 anos, com a ONG Redes de Desenvolvimento da Maré, coordenando oficinas de azulejaria e ações de intervenção urbana, política, artística e coletivas.

No CAPACETE irá apresentar o projeto das Placas de Rua da Maré, um projeto que é fruto de uma ação coletiva de mais de 10 anos, e ainda encontra-se em  processo de desenvolvimento. Esse foi um dos 15 projetos selecionados para representar o pavilhão brasileiro da atual Bienal de Arquitetura de Veneza, na mostra JUNTOS, cujo ‘projeto busca evidenciar histórias de pessoas que lutam e alcançam mudanças na passividade institucional das grandes cidades do País, conquistando arquitetura em processos lentos cujo vagar não é problema, mas um apontamento de soluções ao esfacelamento político do planejamento do território.’

 

E também, como parte desse processo, apresentará o mais recente projeto realizado na Nova Holanda, Maré. Correspondências Cariocas – o Rio em 450 azulejos, foi um projeto realizado através do Programa de Fomento à Cultura Carioca, para a celebração do aniversário da cidade. Maior do que previsto, o painel artístico revestiu uma casa inteira do bairro, com desenhos e textos de 50 crianças e jovens moradores locais, e sua visão do que é a cidade do Rio de Janeiro hoje.


Falke Pisano

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Quarta-feira dia 6 as 19:30

Falke Pisano

It might or it might not be the right moment, but my talk will be about disintegration.
Falke Pisano lives and works in Sao Paulo and Amsterdam. Her installations, sculptures, drawings, diagrams and speech-performances often reflect on, and bring into question, the institutions and structures that shape the social political and narrative space within which individuals negotiate their relation to, and engagement with, the world.

In the publication ‘’Figures of Speech’’ (designed and co-edited by Will Holder, published by JRP- Ringier, Christoph Keller Editions, 2010) Pisano brought together her work focusing on the act of speech in relation to different forms of agency in artistic production.

The artist second cycle of works (2011-) “The Body in Crisis” looks into continuous and repetitive occurrences of moments where the body is thrown into a state of crisis through violent shifts in the conditions of life, and the formal possibilities of representing this body in art.

Her latest work “The value in mathematics” (2015-2016) addresses the relation between culture and mathematics, questioning the universality of mathematical discourse and the implications of a heterogeneous approach to mathematics. It constitutes a first part of a new research cycle on the development of the sciences in modernity and the way its institutions have contributed to a restricted and exclusive idea of knowledge.

Pisano’s latest solo exhibitions include Badischer Kunstverein, Karlsruhe (2016), CAC Synagogue de Delme, Delme (2016), REDCAT, Los Angeles (2015), Praxes, Berlin (Jan.-Jun. 2014), ar/ge Kunst, Bolzano (with Archive Books, 2014), The Showroom, London (2013), Ellen de Bruijne Projects (Amsterdam, 2007, 2011, 2015) Hollybush Gardens (London, 2009, 2012, 2015), De Vleeshal (Middelburg, 2012). She participated in major groups shows such as the Sidney Biennial (2016), Istanbul Biennial (2013), Venice Biennial (2009) and Manifesta (2008). She performed at Museo Reina Sofia (2012), the 5th Berlin Biennale (2008) and Lisson Gallery, London (2007). In 2013 she won the Prix de Rome, the most important Prize for artists under 40 in the Netherlands.


Pedro Cesarino

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Quarta-feira dia 20 de abril as 19:30

Pedro de Niemeyer Cesarino

Heterotopias corporais contemporâneas”.

Pedro de Niemeyer Cesarino é professor do Departamento de Antropologia da FFLCH/USP.
É autor de Oniska, poética do xamanismo na Amazônia (Perspectiva, 2011) e Quando
a terra deixou de falar – cantos da mitologia marubo (Editora 34, 2013), entre outras publicações.


Aleta Valente

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Quarta-feira dia 13 de abril as 19:30

Aleta Valente

Aleta Valente, 1986 – Vive mas não trabalha na cidade do Rio de janeiro.
Badass Single Mother Supermodel and Visual Artist
Desinformada pela Escola de Belas Artes pela UFRJ,  já foi vista fumando baseados pelos jardins do MAM, bebendo caipirinhas no quintal do CAPACETE além  de ter nadado nua incontáveis vezes na piscina da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.
Coordenadora da BANGU 1 ART RESIDENCY – residência artística que se propõe a pensar sobre a criminalização a pobreza entre outras mil mazelas.
Atualmente pesquisa representações de gênero em mídias sociais através de uma performance cotidiana onde constrói e desconstrói a imagem de si mesma tocando em questões como: Atuto-representação, sexualidade, pós-periferia e processos de auto-legitimação.


Julien Bismuth

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Quarta-feira dia 6 de abril as 19:30

” VER/ LER”

Julien Bismuth will be discussing different forms of interaction and spectatorship in some of his recent work. Focusing on the difference between text and image, Bismuth will engage with the complexities of working in and between different mediums.

Julien Bismuth

French artist Julien Bismuth (*1973, lives in New York and Paris) works at the interface of visual art and literature.  Bismuth’s approach combines words with objects, photographs and film material, integrating them within collages, installations, performances, and video works. Bismuth also founded an independent publishing house Devonian Press together with Jean-Pascal Flavien in 2005. He has recently published three books with Motto in Berlin. His work has been shown in venues including the Tate Modern, Kunsthalle Wien, Schirn Kunsthalle Frankfurt, CRAC Alsace, Bloomberg Space London, ICA Philadelphia, the Palais de Tokyo, and the IAC in Villeurbanne, Emanuel Layr Galerie in Vienna, Simone Subal in New York, and The Box in Los Angeles.


Max Hinderer

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Quarta-feira dia 30 de março as 19:30

Max Jorge Hinderer Cruz
What is ideology? And what is the critique of ideology? Does ideology always come before our talking? Does it necessarily determine our thoughts? Does it determine who we love and with whom we fight? Is it only in our heads, or does it also have to do with our feelings, with our bodies, with our desires, and the psychoactive substances we consume? Starting from some 1960s philosophical discourses the course will try to understand what the so-called “aesthetic turn” of post-marxist ideology critique is all about, and talking about sex and drugs and rock’n’roll, we will articulate aesthetic and artistic practices with concepts such as “micropolitics” and “microphysics of power” in order to understand the forms and forces that govern our everyday lives.

Max Jorge Hinderer Cruz is a German-Bolivian writer and editor based in São Paulo. Together with Suely Rolnik, Pedro Cesarino and Amilcar Packer he is coordinator of P.A.C.A. (Program for Autonomous Cultural Action). He was curator of the exhibition and publication project “Principio Potosí / The Potosí Principle”, presented at Museo Reina Sofia Madrid, Haus der Kulturen der Welt Berlin, and Museo Nacional de Arte and MUSEF in La Paz in 2010 and 2011; he’s the author of the book “Hélio Oiticica and Neville D’Almeida: Cosmococa” published by Afterall/MIT Press in 2013 and Capacete Entretenimentos and Editora Azougue, Rio de Janeiro in 2014.


Mabe Bethônico

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Quarta-feira dia 23 de março as 19:30

Mabe Bethônico
BR 122 – Notícias de viagens à caatinga
“Conheci o arquivo fotográfico do geólogo Aubert de la Rüe no Museu de Etnografia de Genebra enquanto buscava imagens dos Alpes suíços, e encontrei fotografias de paisagens do sertão nordestino. Trabalhando com sua coleção de documentos descobri traços de sua viagem ao sertão e seu bestseller, “Brésil Aride: La vie dans la caatinga”, desconhecido no Brasil. Decidi traduzi-lo para português e o volume,  aumentado com uma reflexão sobre tradução e fotografias inéditas do autor, foi publicado pela Editora Capacete. O livro me levou a conhecer uma parte do percurso descrito, num projeto de residência. Visitando lugares por onde de la Rüe esteve nos anos 50 descobre-se um nordeste que não mais corresponde à imagem de miséria, mesmo em longa seca. Acabei me interessando por radiestesia, misticismo e relatos ufológicos ligados às importantes reservas minerais da região.” Mabe Bethônico


FUTUROS SEQUESTRADOS VS. ANTI-SEQUESTRO DOS SONHOS, OU tratando de contribuir para um novo plex multiversal

CURSO IMERSIVO/ clínica*arte
De 20 a 30 de maio-2016, Rio de Janeiro

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EQUIPE:  Peter Pál Pelbárt, Fabiane M. Borges, Leandro Nerefuh, Marcelo Marssares, Paola Barreto, Giseli Vasconcelos, Rafael Frazão

 

TAGS: Futurologia, cibernética, tecnoprimitivismo, ficção científica, tecnoxamanismo, antropoceno, práticas rituais, onto-ficção, interescritura, ruído, pancinema, anarqueologia, onirismo, auto-ficcionalização, performance, auto-estudo experimental, subjetividade, narrativa fantástica.

 

APRESENTAÇÃO

Comecemos pela lama tóxica: eco da violência neo-desenvolvimentista brasileira e mundial, a matança escancarada para agarrar terras, Friboi ou free os bois?, a lógica mononatural das parceiras privado-público e a contaminação de todas as águas. No cenário thinking estratégico dos governos, a polícia de choque é que se prepara para lidar com as populações que querem acesso às fontes – open source.  Estamos mesmo na lama e a lama não é uma metáfora. Nesse contexto de previsões catastróficas de ‘fim do mundo’ por conta da ação humana destruidora dos sistemas da terra ­‐ acarretando mesmo em um novo período geológico: o antropoceno; o capitaloceno; the metabolic rift –­ esse curso tratará de desviar da nossa rota de colisão apocalíptica e apontar para algumas alternativas de futuro ou futurologias alternativas que carregam um giro tecnológico da diferença. Através da apropriação e da invenção tecno de todas as ordens: ultra low‐tech, ocultas, primitivas… que podem fornecer possibilidades de vislumbrar outros tipos de relações entre humanos, não-­humanos e a terra (interespecifics).

O curso se configura como um tratamento clínico, ritualístico, teórico e prático de encontro das potências do corpo humano com e na terra, de insurgência telúrica. Como criar tratamentos terapêuticos para sanar a lama tóxica, o imaginário carbônico, as enchentes e as secas do clima e do pensamento? Pensamos na engenharia do futuro: a geo-engenharia e a engenharia do corpo. No porvir em relação ao fracasso civilizatório atual. Na urgência da metareciclagem no campo das ficções. E na produção de cosmogonias livres.

DO CURSO

A partir das discussões científicas e teórico-especulativas atuais sobre a era do antropoceno e o ‘fim do mundo’, e em contraponto com futurologias alternativas, construiremos uma dinâmica de imersão conduzida a partir de diferentes técnicas de performance, de ruído, de leitura, de escuta de espectros, desenvolvimento de aparatos eletrônicos, construção de narrativas ficcionais e de propostas clínicas (subjetividade).

O curso conta com pesquisadores de clínica e subjetividade, performance, cinema, eletrônica e música, que promoverão um ambiente de investigação e experimentação radical, a partir das questões que o antropoceno tem levantado no imaginário social.

 

DA ESTRUTURA
Carga horária: 5 horas por dia de práticas imersivas – 16h as 22h
Período: 20 a 30 de Maio 2016

O curso tem base teórica, prática e técnica e prevê a construção de um processo de trabalho experimental, que será realizado no campo (sítio Capacete em Lídice – RJ) e na cidade (Escola Capacete no Rio de Janeiro), fazendo uso de:

1- Linguagens performativas: Uso de técnicas de corpo, improvisação de cena, construção de ações individuais e coletivas a partir de estudos auto-biográficos, construção experimental de linguagem expressiva, ritualização, gestualização, estados de presença, entre outros.

2- Ruidocracia: Uso de técnicas de linguagem sonora, produção de ruído (digital e analógico), vocalização, improvisação narrativa, construção de estados coletivos de escuta. O entendimento do ruido como ruptura da comunicação baseada na inteligibilidade: emissão-redundância-recepção. A ideia aqui é a construção de linguagens que se dão entre humanos e outras espécies.

3- Narrativas ficcionais: Ficcionalização, desenvolvimento de escrita coletiva de caráter transnarrativo, desenvolvimento de personagens, ambientes, contextos. Interescrituras, produção cosmogônica, mítica, metafísica, ontologias diversas, tratados, escritas de associação livre.

4- Live-Cinema: Manipulação de imagens em tempo real, multi-projeções, improvisações narrativas, composição de paisagens visuais, ruídos e texturas luminosas, montagem nuclear, montagem ideogrâmica, livre associação de imagens signo. Diferentes ontologias imagéticas em colisão – arquivo / ao vivo / imagem midiática / imagem de exceção / imagem erro. Exercício livre de gramática audiovisual, cinemúsica da luz.

5- Espectrologia: Criação de dispositivos eletrônicos simples (associado a bobina, bateria, saída de áudio, cabos, etc) para escuta de campos magnéticos. A partir da construção do dispositivo (cada um desenvolverá seu próprio aparato) será proposta uma série de derivas que possibilitarão a escuta espectral de ruídos dos mais diversos elementos, desde lâmpadas, eletrodomésticos até antenas, plantas, árvores, água, etc.

6- Clínica: Esquizodrama, dinâmicas de grupo, técnicas de escuta, associação livre, problematização de questões levantadas pelo grupo, auto-conhecimento, o intelecto e o inconsciente coletivo, contação de sonhos, técnicas de concentração, produção imaginária, fabulação, aprofundamento de linguagens expressivas, relação com o futuro.

7- Communitas: Convivência coletiva, construção de rede, rodas de conversa, tarefas práticas, comunicação intensiva, partilhamento de processos cotidianos, resolução de problemas, alimentação, gestão colaborativa, etc.

 

ENCAMINHAMENTO

Como forma de conclusão dos trabalhos desenvolvidos ao longo dos 10 dias de convivência, o curso inclui uma apresentação pública do processo de trabalho, tendo o formato aberto, que pode ser: uma apresentação multimídia, uma sessão de cinema ao vivo, uma fotonovela, um show de performances, uma coreografia ou agitprop, uma sci-fi (interescritura), um show de variedades. Tudo vai depender da formação do grupo.

Serão trabalhados conceitos como hiperstição, aceleracionismo, pós-humanismo, transhumanismo, ciborguezia, filosoficção, filo-ficção, transnarrativa, interescritura, tecnomagia, metafísica da lata de lixo de Estamira, antropoceno, animismo, subjetividade da matéria, tecnologias do it yourself, multidões queer, imaginação e ficcionalização, astrofuturismo, tecnoprimitivismo de Oswald de Andrade, etc.

 

PROGRAMAÇÃO (aberta para o imprevisto)

DIA 1 – Palestra inicial com Peter Pál Pelbárt, seguida de jantar

DIA 2 – Apresentação estrutural do curso/clínica, e apresentação de cada participante em formato pecha kucha (5 minutos cada)

DIA 3 – Experimentos em linguagens performativas, autoconhecimento, interescritura, improvisação gestual e narrativa, ficcionalização de histórias pessoais

DIA 4 – Experimentos em narrativas ficcionais, ruidocracia e produção sonora

DIA 5, 6 e 7 – Viagem a Lídice (sítio localizado no interior do Rio de Janeiro, região de cafesais) – imersão ritual – caminhada, cachoeira, imersão ritual, fogo, ficções, contação de histórias

DIA 8 – Oficina de criação de aparato eletrônico para escuta de espectros e de linguagens de live cine (cinema ao vivo)

DIA 9 – Organização de todo material produzido durante a oficina – decisões sobre a programação do dia.

DIA 10 – Apresentação conclusiva de processo – encaminhamento (em formato a ser definido pelo grupo)

 

Metodologias diárias de oficina/clínica: prática de roteiros polivalentes (PAV – produto audiovisual aplicável a distintos meios); estudo de texto e hipertexto (texto, som e imagem em movimento); anotação e contação de sonhos; rodas de conversa; clínica individual e/ coletiva; práticas de invenção.

 

PÚBLICO
O curso é oferecido para pessoas acima de 15 anos, de qualquer lugar do Brasil, América Latina e do mundo. O transporte fica a cargo de cada um. Mínimo 10 e máximo 30 pessoas.

 

INSCRIÇÃO

  1. Carta de interesse de no máximo duas páginas falando de sua experiência e do interesse no curso. O currículo vitae. O nome, identidade, cpf, endereço, cidade, email e skype. Para o seguinte email: imersaocapacete@gmail.com
  2. Entrevista presencial ou virtual (via skype)
  3. Inscrição única R$ 500,00

 

BOLSA
Oferecemos duas bolsas para pessoas que queiram fazer o curso mas não tenha condições de arcar com os custos de inscrição. Favor indicar necessidade de bolsa no momento da inscrição.

 

QUESTÕES PRÁTICAS

HOSPEDAGEM NO RIO*
Quartos individuais disponíveis no Capacete – R$500 por 10 dias
Quartos compartilhados (para duas pessoas) no Capacete – R$600 por dez dias

*não incluída no custo do curso

 

USO DA ESCOLA CAPACETE
Acesso irrestrito a Escola Capacete – biblioteca, wifi, cozinha, banheiros, espaço para encontros e equipamento audio/visual básico. Também inclui café, chá, água e banana.

VIAGEM A LIDICE*
Transporte (Rio – Lídice – Rio) e hospedagem incluído.

Hospedagem em barracas e redes. É preciso levar saco de dormir e/ou cobertores (em Maio faz bastante frio a noite), e toalhas.

Lídice fica no município de Rio Claro, na serra de Angra dos Reis a duas horas e meia do Rio de Janeiro e a 20 minutos de Angra dos Reis.

* Em caso de chuva, a viagem não acontece porque não faz sentido.

 

MINI-BIOGRAFIAS

Fabiane M. Borges

Artista, psicóloga e ensaísta. Doutora em psicologia Clínica (Núcleo de Subjetividade PUC/SP – com estágio em Artes Visuais na Goldsmiths University of London). Pesquisa arte/tecnologia, subjetividade, xamanismo e processos imersivos. Atua com grupos, coletivos e redes desde o ano 2000 desenvolvendo uma série de ações como ACMSTC (Arte Contemporânea no Movimento sem Teto do Centro (Ocupação Prestes Maia – São Paulo/2003), Integração sem Posse (Ocupação Prestes Maia – São Paulo/2004-2007), Festivais do Submidialogia (Brasil/2006-2010), Festivais de Tecnoxamanismo (Brasil-Equador-Dinamarca/2014-…). Entre exposições realizadas, destacam-se Transmedialle (Berlim/2014-2016), Arte em Órbita (curadora no CAC – Equador/2015), MAR Poéticas do Dissenso (Rio de Janeiro/2013) e  Zona de Poesia Árida (Rio de Janeiro/2015), MALM (Instituto Goethe – Porto Alegre 2015), entre outros. Trabalha com clínica individual e em grupo. Faz atendimento terapêutico presencial e virtual – https://about.me/FabianeMBorges

Giseli Vasconcelos

Nos últimos 10 anos manejo ideias e práticas coletivas entre ativistas, pensadores, artistas,  e organizações no Brasil. Graduada em Artes pela Unesp-IA, concebi e produzi  festivais, oficinas, encontros e workshops tais como Mídia Tática Brasil (N5M4 -2003 ), Digitofagia (MIS/SP – 2004), Autolabs (ZL SP 2004).  Fui co-organizadora da publicação Net_Cultura 1.0: DIGITOFAGIA (2008), financiado pelo programa internacional Sarai Waag Exchange Platform e Radical Livros. Organizo desde 2011 a publicação Dossie: Por uma cartografia crítica da Amazônia, uma documentação que reúne a realidade cultural, política e conflituosa da região. Resido entre Estados Unidos e Brasil, numa jornada geográfica experienciando sistemas por uma vida sustentável e ações criativas geopolíticas. http://comumlab.org

Leandro Nerefuh

Artista construtivista tabaréu, trabalha com a tradução formal de teorias especulativas e narrativas históricas, com especial interesse na América Latina. Com mestrado em Estudo Culturais pela Universidade de Londres; foi professor de história da arte da Faculdade Zumbi dos Palmares (Armênia – SP), é colaborador da Escola Capacete, Rio de Janeiro, e fundador do PPUB, partido político atuante no Brasil, Paraguai e Uruguai. Entre exposições realizadas, destacam-se: Arquivo Banana, 12 Bienal de Havana; Caverna de Umbelina, Solo Shows, São Paulo; Agitprop Abyssal, Zacheta Galeria Nacional, Varsóvia; Livraria Calil Trouvé, 33 Panorama de Arte Brasileira MAM, São Paulo; Mobile Radio BSP, 30 Bienal de São Paulo; Memórias Disruptivas, Museu Reina Sofia, Madri; Talk Show, ICA, Londres. www.nerefuh.com.br

Marcelo Marssares

Artista plástico que trabalha som e imagem em suas relações de contato físico; o som como ativador de uma visão alterada, o campo acústico como possibilidade imersiva, a música encarada como impulso vibratório em violenta expansão. O contexto e o ambiente são fatores que contribuem para a criação de suas propostas performáticas, ambientais e participativas. Em Uguanda Compressive Files, Capacete, morou por 9 dias no espaço expositivo da galeria disponibilizando instrumentos para aqueles que junto com ele estivessem dispostos a criar um encontro de música-não-música caótica e de improviso coletivo.

Paola Barreto

Artista audiovisual e pesquisadora. Graduada em Cinema (UFF) e Mestre em Tecnologia e Estéticas (PPGCOM/ UFRJ), atualmente dedica-se ao Doutorado em Poéticas Interdisciplinares (PPGAV/ UFRJ). Através de um trabalho desdobrado entre circuitos de vídeo eletrônicos e digitais, fantasmagorias e sistemas híbridos, desenvolve investigação prática e teórica sobre live cinema e vitalidade da imagem. Participou de exposições no circuito SESC em diversas cidades brasileiras, além de Festivais Internacionais como Vorspiel/ Transmediale, em Berlim, Live Performers Meeting, em Roma e Live Cinema, no Rio de Janeiro.

Peter Pál Pelbárt

Professor titular de filosofia na PUC-SP e coordenador do departamento de filosofia da PUC-SP. Escreveu principalmente sobre loucura, tempo, subjetividade e biopolítica. Publicou O Tempo não-reconciliado (Perspectiva), Vida Capital (Iluminuras) e mais recentemente, O avesso do niilismo: cartografias do esgotamento (n-1 edições), entre outros. Traduziu várias obras de Gilles Deleuze. É membro da Cia Teatral Ueinzz, e coeditor da n-1 edições.

Rafael Frazão

Artista visual e desenvolve trabalhos em cinema, conteúdos para internet e novas mídias. Tem experiência na criação e produção de filmes autorais de curta e longa metragem, filmes institucionais e publicidade. Tem também experiência em projetos de arte e tecnologia, video-instalações, projetos de interatividade, projeção mapeada, vjing, streaming, gambiarras tecnológicas em geral aplicados á instalações, teatro, dança e eventos. Com a produtora Filmes para Bailar participou da criação do coletivo Casa da Cultura Digital, do festival Baixo Centro e de uma série de ações relacionadas a apropriação crítica das tecnologias e a cultura livre. Atualmente estuda abordagens da neurociência na performance cênica com a obra Objeto Descontínuo, desenvolve o longa-metragem de fantasia cosmopolítica São Pã e contribui no núcleo de investigação e produção em performance 7Direções.

BIBLIOGRAFIA:  

  • “A Arte do Sonhar”, Carlos Castañeda
  • “A Queda do Céu – Palavras de um Xamã Yanomami” –  Davi Kopenawa e Bruce Albert
  • “Antes o Mundo não existia” Mitologia dos antigos Desana-Kehíripõrã” – Umusi Pãrõkumu (Firmiano Arantes Lana) e Tõrãmú Kehíri (Luiz Gomes Lana). Ed. ed. — São João Batista do Rio Tiquié : UNIRT ; São Gabriel da Cachoeira : FOIRN, 1995. (Coleção Narradores Indígenas do Rio Negro).
  • “Devires Totêmicos – Cosmopolíticas dos Sonhos” – Barbara Glowczewski
  • “Comunidade dos Espectros – I. Antropotecnia” –  Fabián Ludueña Romandini
  • “Três Ecologias” – Félix Guattari – Ed. Papiros – 1990
  • “Caosmose –  Um Novo Paradigma Estético” – Félix Guattari – Ed. 34 – 1992
  • “Metafísicas Canibais” – Eduardo Viveiros de Castro – Ed. Cosac Naify – 2015
  • “Há Mundo Por Vir?: Ensaio Sobre os Medos e os Fins” – Debora Danowski e Eduardo Viveiros de Castro – Ed. Instituto Sócio-Ambiental  – 2015
  • “Linguagem e vida” – Antonin Artaud – Ed. Perspectiva – 2005
  • “O Teatro e Seu Duplo” – Antonin Artaud –  Ed. Martins Fontes. 1999
  • “Performance como Linguagem” – Renato Cohen – Ed. Perspectiva, 1989
  • “Work in Progress na Cena Contemporânea” – Renato Cohen – Ed. Perspectiva, 2004
  • “Arte da Performance: Do Futurismo ao Presente” – Ed. Martins Fonte – 2012
  • “Em Busca de um Teatro Pobre” – Jerzy Grotowski – Ed. Civilização Brasileira – 1987
  • “Testo Yonqui – Sexo, Drogas e Biopolítica” – Beatriz Preciado – Ed. Espasa – 2008
  • “Jamais Fomos Modernos” – Bruno Latour
  • Tudo e qualquer texto de Waly Salomão
  • “Aspiro ao Labirinto” – Helio Oiticica
  • “Cyclonopedia” – Reza Negarestani
  • “O Contrato Natural” – Michel Serres

 


Queer Vegan Manifesto

Asia Komarova Capacete 2015

Quinta-feira dia 17 de dezembro as 19:30

Queer Vegan Manifesto

Program:

Open doors : 17:30

Reading group starting 18:00

Restaurant opens at 20:00

Musical intervention 21:00

 

chef: Mari Pitkanen

drinks: Bar de Amanha x Felix Luna & Oliver Bulas

musical intervention: Bruno Guinle and Lucas Sargentelli

The night should offer the possibility for small groups to have a talk on the theme discussing it through the reading of the text written by Rasmus Rahbek Simonsen:

http://www.academia.edu/1999206/A_Queer_Vegan_Manifesto

With the contribution of:

Jorge Menna Barreto

Asia Komarova

Kimi Yamagata

Chris Pinho

Giseli Vasconcelos

Holmes Wilson

Michiel de Roo

Kadija de Paula

Joen Vendel

Christoph Keller

visuals: Holmes Wilson

 

 

 


Ser e vir a ser

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Ser e vir a Ser:
O filme explora o conceito e a opção de não escolarização dos filhos, a confiança de deixá-los descobrir livremente o que realmente lhes motiva.
A cineasta viaja entre os EUA, Alemanha (onde é ilegal não ir à escola), França e Reino Unido para conhecer famílias que estão vivenciando ou tenham vivenciado esta experiência. Este filme é uma busca pela verdade sobre o desejo inato de aprender. Duração: 99 minutos.

A diretora:
Nascida em Paris, Clara Bellar é atriz, cantora, cenógrafa, realizadora e produtora. Ela começou sua carreira como atriz com Eric Rohmer, que a descobriu em cena em Bela Adormecida, e com quem ela filmou Les rendez vous de Paris.

Ela também atuou no filme Inteligência artificial, A.I., de Steven Spielberg, e em Dominion, a Prequel to the Exorcist, de Paul Schrader, e em filmes independentes como Kill the Poor, Romance and Rejection, This Space between Us, Sleepy Time Gal, e, na França, Oranges amères e Le pharmacien de garde.

Ela gravou dois discos no Brasil, Meu coração brasileiro e Meu coração francês, com arranjos de Dori Caymmi e participações de Chico Buarque, Ivan Lins, João Bosco e Milton Nascimento.

Depois de estudar cinema na New York Film Academy, Clara Bellar escreveu, produziu e realizou o curta-metragem Watermelon Man. O filme participou de vários festivais norte-americanos: M.A.L.I Women’s Film & Performance Arts Festival; International Family Film Festival; Kids First; Carolina Film Festival; Buffalo Niagara Film Festival.

Ela escreveu, produziu e realizou em seguida o documentário Ser e vir a ser, filmado na França, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos durante dois anos.

www.clarabellar.com

Saiba mais em: https://sereviraser.wordpress.com/sinopse/


Christoph Keller

christoph keller4xAnarcheology

Quinta-feira dia 3 de dezembro as 19:30

ANARCHEOLOGY

Palestra de Christop Keller

 

Christoph Keller (b. 1967 in Fribourg) studied mathematics and physics in Fribourg, Berlin and Santiago, and holds a humanities degree from HdK Berlin, where he was a student of Katharina Sieverding. He later continued his artistic training at Media-Art Academy in Cologne. His key projects include Cloudbuster-Projects (since 2003), which re-enact Wilhelm Reich’s experiments aimed at influencing the weather through orgone energy. In Encyclopaedia Cinematographica (2001) and Archives as Objects as Monuments (2000), Keller focuses on the archaeology of scientific film and the impossibility of objective documentation. More recently, in the video installations Interpreters (2008) and Verbal/Nonverbal (2010), he has explored themes related to language, communication, and altered states of consciousness. His works have been exhibited at the Biennale de Lyon (2011), the Museum für Kunst und Gewerbe, Hamburg (2010), the Bienal del Fin del Mundo, Argentina (2009), the Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2009), and the Musée des Abattoirs, Toulouse (2009); his recent solo shows include “Observatorium” at the Kunstverein Braunschweig (2008) and “Æther” (2011) at the Centre Georges Pompidou in Paris, in which he interweaves his artistic practice with curating in an institutional context.


Sistema lento

Sistema Lento copyimagen a contornear

Sexta-feira dia 27 de novembro das 17 até 20 horas

Sistema Lento

uma proposição para conversar e experimentar juntos e talvez… inventar um playground!

Asia Komarova, Adeline Lépine, Caroline Valansi

com contributos de Camilla Rocha Campos e Betânia Furtado

+ Joen e Paola na pipoquera !

Desde março deste ano, estamos vivendo e convivendo na rua Benjamin Constant na Glória. Uma rua sem saída que tem uma vida ativa, onde seus moradores interagem nesse ambiente vivo de uma pequena cidade do interior. Uma característica interessante dessa rua é a amizade dos moradores, que conversam nas calçadas, produzem chorinho nas 4ª feiras e manifestações espontâneas são comuns por todos os lados, mas apesar de tanto, ela não possui uma área exclusiva de coexistência para crianças locais, um espaço de convivência segura e motora, lúdica e feliz.

Percebendo essa carência tanto na rua como na região, nós do Pequeno Laboratório, começamos a apresentar para as crianças que participam do workshop, pequenas reflexões e percepções sobre a cidade e a rua que vivemos. Perguntas como o que é uma cidade? Como é a arquitetura e as ruas do nosso bairro? Como podemos viver felizes na nossa cidade? Quais são os problemas da nossa cidade? Estas entre outras, foram questionamentos que estimularam os pequenos a pensarem e discutirem sobre o ambiente a sua volta, seu corpo e a cidade.


Como parte do exercício de pensar a cidade, as crianças criaram desenhos e produziram imagens de como seria a “nossa” cidade perfeita e como construiríamos ela. A partir desses traçados, decidimos traduzi-lós no espaço da rua. Numa área específica, onde os moradores já conseguiram mudar de estacionamento de carro para uma átrio de cimento e poucas árvores. Já manifestando a necessidade de um espaço de convivência entre os moradores.


Durante a semana, coletamos caixas de papelão. No espaço escolhido espalhamos as caixas e pedimos para as crianças criarem algo que faltasse naquele lugar. Intuitivamente cada criança foi dominado o espaço e percebendo o que desejava. Uns queriam escorregar numa rampa e criar um tobogã, enquanto outras começaram a construir uma casa com passagens secretas e labirintos. Formando uma amalgama de possibilidades onde só o corpo da criança pode passar e entender.

Com esse experimento, resolvemos transformar esse desejo em realidade. Projetamos a partir do que foi feito pelas crianças o projeto Sistema Lento.

Sistema lento porque queremos colocar suas experiências, desejos, ideias, depoimentos e ter o tempo por isso ; um processo ao longo do tempo para discutir, experimentar, e criar juntos com as crianças

Programa:

Sexta 27 de Novembro das 17 até 20

Ladeira da rua Benjamin Constant [ escada da rua do Fialho ]

Workshop com crianças e o seus pais com questões como : Quais são os espaços para brincar ?

Durante o workshop os brinquedos serão distribuídos e as crianças podrão montar o seu playground. Entretanto os pais farão parte de Laboratório de Observações. O workshop será iniciado com uma atividade proposta em perguntas para crianças do artista francês Robert Filliou na sua obra “Sculpture Gouvernementale” interpretada com o jogo de Vovô Robert

Mais informações

Pequeno Laboratorio : https://capacetepequenolaboratorio.wordpress.com/

Betânia Furtado : https://vimeo.com/becafurtado

Asia Komarova : www.asiakomarova.com

Adeline Lépine e a Maquina de Aprender Performances : http://lamachineaperformer-world.tumblr.com/

Camilla Rocha Campos : http://www.escavador.com/pessoas/4563986

Caroline Valansi : http://carolinevalansi.com.br/Curriculo-CV


Andrew de Freitas

andrew

Quinta-feira dia 19 de novembero as 19:30

Andrew de Freitas

 

O projeto vai começar pontualmente as 19:30 no CAPACETE. O event é móvel e as projeções acontecerão em diferentes localidades. Chegue na hora para power gazer part do event como um todo – quem chegar depois das 20:30 vai ter sue user o telephone para localizar a festa (números serão revelados no dia).

[100 minutes total  video, in English and French with Portuguese subtitles.]

TEASER: https://www.youtube.com/watch?v=6vXPyx3KLdc

Collaboratively produced between Canada, Germany, Brazil, YouTube, Portugal, Morocco, and the United States of America, The Bends is an attempt to scuba dive from sense to meaning and back again. The piece has been in development since 2014, initially as a Virtual Reality experience. This event will be a public premier of the film component – 11 non-sequential chapters, using video as a means of navigating the numerous, various, simultaneous layers of everyday perception and feeling.

The Bends is a celebratory open wound produced by Andrew de Freitas. This event will also feature a collaboration with Lucas Sargentelli in the form of an interactive audio experiment.

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Andrew de Freitas do Nova Zelândia é participante do programa do CAPACETE 2015

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Leituras sugeridas

Pasolini, ‘ab-joi’ in“Cinéastes de notre temps – Pasolini l’enragé” (1966) – [From 44m07s] –https://vimeo.com/141251167

amanda baggs – “in my language” – https://www.youtube.com/watch?v=JnylM1hI2jc

“Locomotory stereotypy in two captive red foxes” – https://www.youtube.com/watch?v=gAtLZL06z94

The Undersea World of Jacques Cousteau – “Secrets of the Sunken Caves” –https://www.youtube.com/watch?v=hM9pa5JQmz0

jessica cerretani – “Extrasensory perceptions” – https://hms.harvard.edu/news/harvard-medicine/extra-sensory-perceptions

Wikipedia – “decompression sickness” – https://en.wikipedia.org/wiki/Decompression_sickness


Dieter Roelstraete

dieter

Sexta-feira de 13 de novembro as 19:30

DIETER ROELSTRAETE é membro do time curatorial convocado por Adam Szymczyk para organizer a Documenta 14, program ado  para abrir em Athenas na primavera de 2017. De 2012 a 2015 els foi o Manilow Senior Curator at the Museum of Contemporary Art Chicago, e de 2004 a 2011 els era o curator no Antwerp museum of contemporary art M HKA, once els organizou A Rua: Rio de Janeiro & the Spirit of the Street, entre outras exposições. Ele é treinado como filósofo e tem escrito sobre arte contemporanea e assuntos filosóficos relacionados as artes em diferentes publicações.

Leituras sugeridas

1a. quentin meillassoux, “after finitude”
1b. simon critchley, “the faith of the faithless”
should be kind of read together.
2a. david joselit, “after art”
could be read along with
2b. maurizio lazzarato, “signs and machines”
to lead us to a discussion of
3. karl ove knausgaard, “my struggle”

Rosa Melo & Cabelo apresentam Brasil Visual

ROSA_MELO

Quinta-feira, 12 de novembro as 19h30

Rosa Melo e Cabelo nos apresentam BRASIL VISUAL, uma série de documentários inédita sobre o universo das artes visuais brasileira, idealizada e dirigido pela produtora pernambucana. São oito episódios, de 26 minutos cada um, apresentado pelo artista performático e multimídia Cabelo, em linguagem acessível e dinâmica, abrangendo o universo das artes visuais brasileira e seus expoentes de diversas gerações, em suas mais variadas expressões artísticas. A série conta com uma trilha sonora original do Chelpa Ferro, e vinhetas de abertura, encerramento e passagem criadas por Lia Letícia com colaboração de Fernando Peres.  Com a presença de Jarbas Lopes, Marcos Cardoso, Paulo Paes exibiremos o EPISÓDIO 6: A ARTESANIA NA PRODUÇÃO CONTEMPORÂNEA que discute as relações entre artesania e arte e como a artesania está presente na produção artística brasileira a partir de entrevistas com artistas, críticos e curadores de diversas regiões do Brasil. A Série Brasil Visual  é exibido pela TV Brasil/EBC todos sábado, às 00h (do sábado para o domingo). Alguns episódios estão disponíveis online em: http://tvbrasil.ebc.com.br/brasilvisual

CRONOGRAMA DE EXIBIÇÃO

Episódio 1 – Arte Política: 10/10 – 00h
Episódio 2 – Arte Correio: 17/10  – 00h
Episódio 3 – Homem, Arte e Meio Ambiente: 24/10  – 00h
Episódio 4 – Performance: 31/10  – 00h
Episódio 5 – Intervenção Urbana: 7/11  – 00h
Episódio 6 – Artesania na Arte Contemporânea: 14/11  – 00h
Episódio 7 – Videoarte no Brasil: 21/11  – 00h
Episódio 8 – Formas Híbridas da Videoarte: 28/11  – 00h


Julien Bismuth

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Quinta-feira dia 5 de novembro as 19:30

Receitas

Por Julien Bismuth

Participação no fogão: Daniel Steegman Mangaré (paelha) e Jorge Menna Barreto (sorvetes)

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French artist Julien Bismuth (*1973, lives in New York and Paris) works at the interface of visual art and literature. Most of his oeuvre builds on texts found or penned by the artist. Bismuth’s approach combines words with objects, photographs and film material, integrating them within collages, installations, performances, and video works. Bismuth also founded an independent publishing house Devonian Press together with Jean-Pascal Flavien in 2005. He has recently published three books with Motto in Berlin. His work has been shown in venues including the Tate Modern, Kunsthalle Wien, Schirn Kunsthalle Frankfurt, CRAC Alsace, Bloomberg Space London, ICA Philadelphia, the Palais de Tokyo, and the IAC in Villeurbanne.


Excavating the Anthropocene in Amazonia: Archaeology and Climate Science as Politics

paulo tavares

Sexta-feira dia 30 e sábado dia 31 de outubro – Seminario com projeções (em ingles)

Excavating the Anthropocene in Amazonia: Archaeology and Climate Science as Politics

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Sexta-feira dia 30 (em ingles)

14:00: Archaeologia como ciência política, palestra de Eduardo Neves (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP)

Eduardo Goes Neves is Professor of archaeology at the Museum of Archaeology and Etnology at the University of São Paulo, and a leading researcher working in Amazonia. He co-curated the exhibition and catalogue Unknown Amazon: Culture in Nature in Ancient Brazil, British Museum, 2001.

17:30hs: Forensis in Amazonia (presentation/discussion with Eduardo Neves, Eduardo Cadava, Eyal Weizman, Paulo Tavares, Armin Linke, Princeton Students and Capacete)

19:30: Projeção do filme Serras da Desordem (2006) de Andrea Tonacci,

Teremos comida e bebida  oferecida a preços módicos

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Sábado dia 31 (em ingles)

14:00: Amazonia in the Earth System: Impacts of climate change in Amazonia, palestra por Paulo Artaxo (climate scientist, University of São Paulo, UN-IPCC)

 Paulo Artaxo is Professor of Environmental Physics at the University of São Paulo (Brazil). He is a member of the IPCC Working group, and has participated in several major international research efforts, such as IGBP, IGAC, CACGP, IPCC, WMO and others. He has received several awards, among them the title of Doctorate of Philosophy Honoris Causa of the University of Stockholm, Sweden.

19:30: Projeção do filme Corumbiara (2009) de Vincent Carelli

Teremos comida e bebida  oferecida a preços módicos

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leituras sugeridas

Eduardo Neves, What is Marginal? Archaeology as political science in ancient Amazonia

 Michael Heckenberger and Eduardo Neves, Amazonian Archaeology, http://www.annualreviews.org/doi/abs/10.1146/annurev-anthro-091908-164310

 C. Roosevelt, The Amazon and the Anthropocene: 13,000 years of human influence in a tropical rainforest, http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2213305414000241

 Paulo Artaxo, The Amazon Basin in Transition, http://www.mara-stream.org/wp-content/uploads/2015/09/NATURE_2012-The-Amazon-Basin-in-Transition.pdf

Paulo Artaxao, Air quality and human health improvements from reductions in deforestation-related fire in Brazil

 Déborah Danowski and Eduardo Viveiros de Castro, Is there any world to come?, http://supercommunity.e-flux.com/authors/deborah-danowski/

 Marison de la Cadena, Uncomming Nature, http://supercommunity.e-flux.com/authors/marisol-de-la-cadena/

 

 


Laura Burocco

Laura burro

Quinta-feira 29 de outubro às 19:30

Laura Burocco: The Creative Control: Rio & Joburg

 

Conversa pública com a pesquisadora Laura Burocco, num encontro regado a cozinha sul-Africana preparado por Refilwe Nkomo e Kasia Anna

Laura Burocco investiga a criatividade como um dispositivo de controle nas cidades do Rio de Janeiro e de Johannesburg, consideradas duas novas cidades criativas no Sul Global. Através de dois projetos de revitalização urbana (Porto Maravilha e Maboneng), a pesquisadora analisa a homogeneização dos espaços e a neutralização da experiência urbana que esta sendo promovida neles. Além das formas que a espetacularização da cidade pode se tornar uma forma de bio poder exercitado sobre as vidas das pessoas que habitam estes espaços.

O projeto de doutorado tem origem em dois estudos anteriores: “Do Porto Maravilha as Olimpíadas 2016: analise do olhar ao Porto do Rio de Janeiro” (2008) UERJ Rio de Janeiro (pós em Sociologia Urbana)| “People’s Place in the World Class City: the case of Braamfontein’s Inner City Regeneration Project” (2013) WITS Johannesburg (dissertação em Planejamento Urbano). A Trilogia da Gentrificação: Joburg | Milano | Rio de Janeiro, é um projeto de pesquisa acadêmica e de prática artística apresentada em diferentes etapas: a primeira em Braamopoly, Room Gallery, Johannesburg 2013; a segunda etapa (em andamento): Isola Art Center, Milano 2015; e a terceira etapa (em pensamento) a ser realizada no Rio de Janeiro.


Laura Burocco (1974) é pesquisadora em Políticas Urbanas e Desenvolvimento. É formada em Direito pela Universidade de Milão, possui especialização em Políticas Internacionais e Desenvolvimento pela Universidade de Roma, pós-graduação em Sociologia Urbana pela Universidade Estadual de Rio de Janeiro UERJ e um MBE Master in Housing – Building Environment pela Witwatersrand University de Johannesburg WITS. Entre 2004 e 2011 coordenou no Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – IBASE um projeto de cooperação internacional voltado ao reforço de participação comunitaria com foco especial nas temáticas de gênero e direito à moradia. Entre 2012 e 2014, residiu em Johannesburg atuando no IBSA Working Group in Human Settlements do South African Cities Network – Sacities, programa financiado pelo Banco Mundial e City Alliance. Està desenvolvendo um projeto entre Sul Africa, Italia e Brasil “Trilogia da Gentrificação”, que começou em 2013 com a exposição individual “Braamopoly” realizada na Room Art Gallery de Johannesburg. Atualmente é doutoranda pela ECO/UFRJ, aonde integra o LabTec. Sua área de pesquisa: desenvolvimento urbano, criatividade e vigilância, açoes coletivas e cidadania insurgente, intervenções políticas em arte publica.

//English Version//

The PHD project investigates and attempts to understand creativity as a control device in the cities of Rio de Janeiro (Brazil) and Johannesburg (South Africa), considered two new creative cities in the Global South. Through two projects of urban revitalization [Porto Maravilha (Rio) and Maboneng (Joburg)] it analyzes the homogenization of spaces and the neutralization of the urban experience that is propagated through such spaces. Finally the researcher interrogates the ways that spectacularization of and in the city can become a form of bio-power exercised over the lives of the people who inhabit these spaces.

The project originates from two previous studies: “From the Porto Maravilha Olympics 2016: An Analytical Look at the Port of Rio de Janeiro” (2008) UERJ Rio de Janeiro-Post in Urban Sociology | “People’s Place in the World Class City: The Case of Braamfontein’s Inner City Regeneration Project” (2013) WITS Johannesburg Master in Urban Planning

The project is part of an academic research and artistic practice called Trilogy of Gentrification: Joburg | Milano | Rio de Janeiro. First step: Braamopoly, Room Gallery, Johannesburg 2013; Second stage (in progress): Isola Art Center, Milano 2015; Third stage (in thought): Rio de Janeiro


Laura Burocco (1974) is a researcher in Urban Policy and Development. She graduated in Law from the University of Milan, with a specialization in International Policy and Development at the University of Rome, postgraduate studies in Urban Sociology at the State University of Rio de Janeiro UERJ and an MBE Master in Housing – Building Environment by Witwatersrand University in Johannesburg WITS . Between 2004 and 2011 she coordinated at the Brazilian Institute of Social and Economic Analyses – IBASE an international cooperation project aimed at strengthening communal participation with a special focus on gender and housing rights. Between 2012 and 2014, she resided in Johannesburg acting in the IBSA Working Group in Human Settlements of the South African Cities Network – Sacities, program financed by the World Bank and City Alliance. She is currently developing a project between South Africa, Italy and Brazil “Gentrification Trilogy” which began in 2013 with the solo exhibition “Braamopoly” held in Room Art Gallery in Johannesburg. She is currently a doctoral student by the ECO / UFRJ, which forms part of the LabTech. Her areas of research: urban development, creativity and surveillance, collective actions and insurgent citizenship, political interventions in public art.


Thierry Raspail

portrait-2011-cManonMilley

Quinta-feira dia 22 de outubro as 19:30

Fala: Thierry Raspail

Na comida: Tatsyua Hida

Art historian, Thierry Raspail starts his career of Conservator at the Musée of Grenoble. After numerous trips to West Africa, he also conceptualises the museography of the Musée National of Bamako (Mali).

Since its creation in 1984, he is the Director of the Musée d’art contemporain of Lyon. During this period, he determines a museographic project built on the principle of a collection of moments composed by generic art pièces, monumental ones, most of the time. He is the curator or co-curator of many exhibitions: Robert Morris, Joseph Kosuth, Louise Bourgeois, Andy Warhol, Keith Haring, Cai Guo Qiang, Ben, Pascale Marthine Tayou, Jan Fabre. With Hans-Ulrich Obrist and Gunnar Kvaran, he had been recently curator of Indian Highway and Imagine Brazil. He is preparing the rétrospective in France of Yoko Ono for Mars 2016.

In 1991, he creates the Biennale d’Art Contemporain of Lyon of which he is the Artistic Director. After being the co-curator of the first three éditions, he invites many international curators who are working with a word-theme. After, Après Harald Szeemann, Jean-Hubert Martin, Hans Ulrich Obrist, Hou Hanru, Victoria Noorthoorn, Gunnar B. Kvaran, Ralph Rugoff, Director of the Hayward Gallery of London is the invited curator in 2015. The 13th edition of the Biennale d’Art Contemporain of Lyon, currently presented in France is titled, La vie moderne.

He will present his work as a director and curator in the contemporary art field in France and its Relationship with the international network.

 


Jean-Pascal Flavien

jean pascal flavien

Quinta-feira dia 15 de outubro as 19:30

Jean-Pascal Flavien
Vai falar sobre a “casa” de modo geral e em particular sobre “statement house (temporary title)” de Londres e “folding house” de Monaco.
Jean-Pascal Flavien nasceu na França 1971. Ele vive e trabalha em Berlin. O trabalho do Flavien mistura arquitetura experimental com outran mídias. Seu trabalho foi apresentado, entre outras, na Galerie Catherine Bastide, Brussels; Galerie Esther Schipper, Berlin; Galerie Giti Nourbakhsch, Berlin; South London Gallery, London, Centre d’Art Contemporain du Parc Saint Léger (Fr); Kunstverein Langenhagen (De); Capacete, Rio de Janeiro; Musée d’Art Contemporain de Rochechouart (Fr), e em em exposições de grupo como, Kunsthaus Bregenz, MUSAC Leon (Sp); Witte de With, Rotterdam; Tate Modern, London; Villa Arson, Nice; Palais de Tokyo, Paris.
Flavien completou 5 casas até o momento, “viewer”, 2007 Rio de Janeiro; “no drama house”, Berlin 2009; “two persons house”, São Paulo, 2010;  “breathing house”, 2012 France; e “statement house” (titulo temporary) 2015 em Londres.
Jean-Pascal Flavien é representado pela Galerie Catherine Bastide, Bruxellas, e Galerie Esther Schipper, Berlin. Ele está neste momento construindo o “folding house” no Nouveau Musée de Monaco para 2015.
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Leituras sugeridas:
Henri Michaux, Le nuit remue

 


Peter Pal Pelbart

peter pal pelbart

Quinta-feira dia 8 de outubro as 19:30

Peter Pal Pelbart

Palestra: Linhas de errância

bio do Deligny
Conhecido na França como pedagogo, Fernand Deligny (1913–1996) preferia ser chamado “poeta e etólogo”. Durante mais de cinquenta anos trabalhou na isolada região francesa das Cevanas, num centro de acolhimento informal de crianças que não se adaptavam à sociedade: crianças delinquentes, psicóticas, autistas ou, nas palavras do pensador, simplesmente “crianças à parte”. Deligny preferia o termo “etólogo” à educador pois o utilizava como imagem para a sua forma de atuar, buscando, a todo momento, novas maneiras de dar a essas crianças uma oportunidade de sobreviverem em uma sociedade excludente e normativa. Seu método questionava a centralidade da linguagem, a educação formal e o emprego caricatural das teorias freudianas. Repudiava qualquer tipo de encarceramento, preferindo a criação de circunstâncias e de espaços para trocas e encontros. Para dar voz àqueles que são carentes de linguagem e comunicação verbal, Deligny inventou um sistema de transcrição que considerava uma das suas principais contribuições, espécie de cartografia sobre papel na qual registrava os percursos “espontâneos” da criança autista, seus hábitos, gestos e percepções, livres de qualquer desejo de representação. É desse fora da linguagem cotidiana, numa espécie de linguagem do infinitivo, sem sujeito, que o autor francês rompeu com os paradigmas de sua época e criou uma antropologia alternativa, política, a qual inventou incessantemente formas inéditas de viver junto. Por esse e por tantos outros motivos é que sua obra desperta um interesse crescente, não só em clínicos e educadores, mas também em literatos, artistas e filósofos
A prática da escrita foi uma constante na vida de Deligny e o laboratório permanente de sua atuação como educador. Escreveu mais de uma centena de ensaios, artigos, scripts e contos que se somam a fotografias, desenhos, mapas e filmes, entre os quais Ce gamim, là (1976) e Le moindre geste (1971). Em 2007, Sandra Alvarez de Toledo reuniu e publicou num volume imponente parte significativa da produção textual do pensador (Ouvres, Paris: L’Archanéen, 1850 pps.).

sobre o livro O aracniano, a ser lançado
Como existir aos olhos daqueles que não nos olham?
A partir de sua experiência singular no cuidado de crianças autistas, o poeta e pedagogo francês Fernand Deligny tateia outros modos de vida: abertos a circunstâncias, repletos de entrecruzamentos, trocas e encontros — um viver em rede, como numa espécie de teia de aranha. Não à toa, Deligny deixou sua marca na obra de Gilles Deleuze e Félix Guattari,  sobretudo no conceito de rizoma. Ao longo dos 15 ensaios desta coletânea — organizada por Sandra de Toledo e com posfácio do filósofo Bertrand Ogilvie — é possível vislumbrar a radicalidade de seu pensamento,  tanto através de sua escrita poética, aforística e aguda; quanto através de suas cartografias — um dispositivo astucioso para desbancar a primazia da linguagem. É nessa abordagem não invasiva, sem interpretação nem “interpelação”, numa distância deliberada em relação à psicanálise, que Deligny percorre o espaço-tempo silencioso no qual habitam crianças que não falam, que vibram diante do brilho da água e que agarram as abelhas pelas asas, sem machucá-las.

Peter Pál Pelbart é professor titular de filosofia na PUC-SP. Escreveu principalmente sobre loucura, tempo, subjetividade e biopolítica. Publicou O Tempo não-reconciliado (Perspectiva), Vida Capital (Iluminuras) e mais recentemente, O avesso do niilismo: cartografias do esgotamento (n-1 edições), entre outros. Traduziu várias obras de Gilles Deleuze. É membro da Cia Teatral Ueinzz, e coeditor da n-1 edições.


Bik van der Pol

Bik van der Pol

Quinta-feira dia 1 de outubro as 19:30

Bik van der Pol

We will talk about Turning a blind eye, a programme of public workshops, events, lectures and walks during the 31st Biennale of Sao Paulo (2014) that explores different notions of the `unseen´ (the non-visible and the non-existent), and the ways in which we look at things or choose what we look at. Departing from recent events in Brazil and worldwide, the program seeked to investigate the idea of ‘publicness’ and the tensions that arise from increasing exploitation of urban and natural space.
Turning a blind eye emphasized on the temporary visibility, the ‘visible bundling’ of learning practice as the production of future capital, united in a temporary structure that not only accommodates these dynamics but also renders them visible, both as an image literally reflecting the energy going on as well as on the value of participation; a space where learning, leisure, hanging out and around and focused experiences are anticipated in continuous change. The spaces of the school were loosely ‘marked’ by a continuously transforming theatrical and performative element, a full size live-scoreboard that functions as display and stage set, animated live by activators follows the developments of the Biennale and invited the publics to become participants.Bik Van der Pol invited several universities and organisations, such as PUC, Escola da Cidade, Parque Augusta, and others, as well as the students of the School of Missing Studies to engage with the program.
Above, aside and intertwined, they will, through a few examples of their work, unfold how site-sensivity and learning is related to  their artistic practice.

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Reading suggestions

Guattari, Three Ecologies
http://www.amielandmelburn.org.uk/collections/newformations/08_131.pdf (or the longer version here: http://monoskop.org/images/4/44/Guattari_Felix_The_Three_Ecologies.pdf)
Bruno Latour, Agency at the time of the Anthropocene
http://www.bruno-latour.fr/sites/default/files/128-FELSKI-HOLBERG-NLH-FINAL.pdf
Bernd Scherer, The Monsters
On the concept of history, Walter Benjamin
https://www.marxists.org/reference/archive/benjamin/1940/history.htm
Toward a Lexicon of Usership
A Lexicon as a Tool. Download from: http://museumarteutil.net/tools/
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Bik Van der Pol work collectively since 1995. They live and work in Rotterdam (NL) Through their practice they aim to articulate and understand how art can produce a public sphere, and to create space for speculation and imagination. This includes forms of mediation through which publicness is not only defined but also created. Their working method is based on co-operation and research methods of how to activate situations as to create a platform for various kinds of communicative activities.
Bik Van der Pol’s  mode of working consists of setting up the conditions for encounter, where they develop a process of working that allow for continuous reconfigurations of places, histories and publics. Their practice is collaborative where dialogue is used as a mode of transfer, understood in its etymological meaning of “a speech across or between two or more people, out of which may emerge new understandings” or “passing through”1. In fact, they consider the element of “passing through” as vital. It is temporal, implying action and the development of new forms of discourse. Their collaborative practice is both instigator and result of this method.

Recent shows and projects include:
The Power Plant, Toronto (Can); PAMM (Perez Art Museum) Miami, Jakarta Biennale, Mauritius Pavillion, Venice Bienal; Future Light, MAK, Vienna; Decolonized Skies, ADNPlatform, Barcelona (2015); Public art project, Ternitz (Austria), 31st Sao Paulo Bienale, Sao Paulo; Museum of Arte Util, Van Abbe Museum, Eindhoven; The Crime Was Almost Perfect*, Witte de With Centre for Contemporary Art, Rotterdam, Apex Art ,Decolonised Skies, NYC, CAFA Art Museum, The Missing Stories, Beijng, The Part In The Story, Witte de With Centre for Contemporary Art, Rotterdam, The Crime was almost Perfect, PAC Padiglione d’Arte Contemporanea. Milano (it) (2014); 25 years City Collections, Museum Boymans van Beuningen Rotterdam, Biennale of Mercosul, Porto Alegre, Brazil, Call of the Mall, project for Hoog Catarijne, Utrecht, CAPACETE entretenimentos ROAD/BOAT 3.1.8 at  the school Xapomi, Amazon, Brazil (2013); You talking to me? 98Weeks (Beirut, Lebanon); Between a Rock and a Hard Place, Sudbury (Ca), Musagetes (2012); Living As Form, Creative Time, New York ; Accumulate, Collect, Show, Frieze Projects, Frieze Art Fair, London; (2011); Are you really sure a floor can’t also be a ceiling? ENEL Award 2010, MACRO museum, Rome (2010). It isn’t what it used to be and will never be again, CCA Glasgow; Xth Lyon Bienniale, Lyon (2009); Plug In 28, Pay Attention, Act 1, 2, 3, Van Abbe Museum, Eindhoven (2008); Xth Istanbul Biennale ; Fly Me To The Moon, Rijksmuseum, Amsterdam (2007); Secession, Vienna (2005)
Publications:
What if the moon were just a jump away? Published by Bik Van der Pol and Labin Imprint/Jan van Eijck Academie (2013); As Above, So Below (2011), published by Bik Van der Pol; It isn’t what it used to be and will never be again (2009), published by CCA Glasgow; Public Arena (2009), published by Bik Van der Pol/Context3, Dublin; Catching Some Air (2002), published by Henry Moore InstituteWith Love From The Kichen (2005), 010 publishers; Past Imperfect (2005, 2007), published by CascoProjects; Fly Me To The Moon (2006), published by Sternberg Press ; The Lost Moment (2007), self-published
Curated: Deze sokken niet wit, Van Abbemuseum (2012); Too late, too little, (and how) to fail gracefully, Kunstfort Asperen, ww.kunstfortasperen.nl (2011); Neverodoreven (2009) Piet Zwart institute in Rotterdam ; Plug In, collection Van Abbe Museum, Eindhoven (2007-2009); I’ve got something in my eye, collection Marie Louise Hessel Museum/CCS Bard (2008); Teasing Minds, Kunstverein Munich (2004); Married By Powers TENT/collection Frac Nord Pas Calais, Dunkerque (2002). Bik Van der Pol ran the temporary Master program The School of Missing Studies (2013-2015 at Sandberg Institute, Amsterdam). They are advisors at the Jan van Eijck Academy in Maastricht. Liesbeth Bik is an advisor at The Appel ICP (Amsterdam), and a tutor at Piet Zwart Institute (Rotterdam).


Jarbas Lopes, Ducha e Marssares

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Quinta-feira dia 24 de setembro as 19:30

Jarbas Lopes, Ducha e Marssares

 

 

JARBAS LOPES
Nasceu em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, 1964
Vive e trabalha em Marica, Rio de Janeiro, Brasil
Bacharel em escultura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio deJaneiro.

Exposições Individuais
2015 – Elastica, Galeria Andrea Baginski, Lisboa – 2013 – A line – Park Central – Jack Tilton Gallery,  New York  – Vamos a Marte, Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro – 2010 – A Line, Jack Titon Gallery, New York – 2009  Padedeu, galeria Luisa Strina, Sao Paulo – 2008  Estacao Cicloviaerea, Centro Cultural Sao Paulo e Galeria A Gentil Carioca – 2007  Novas Utopias,  – MAMAM – Recife – PE – Brasil – 2007   Cicloviaérea- ASU Museum of Art, Phoenix, Arizona, USA –

Exposições Coletivas
2015 – Bonne Chance, CRAC Alsace, Altkirch – Franca – 2014 – Expo 1 , MAM, Rio de Janeiro – 2011 XXI Bienal de Lyon, Franca – 32 Panorama da arte Brasileira, MAM , Sao Paulo – 2009  look.look.again., The Aldrich Contemporary Art Museum, USA – 2008  Somethink for Nothink, CAC, New Orleans, USA – 2008 Gwangju Biennial, Korea – 2006  27a. Bienal de São Paulo  – SP, Brasil – 2003  Octava Bienal de La Habana, Cuba – “Materia Prima”, Novo Museu, Curitiba, Brasil

Coleções selecionadas
MOMA , Museum of Modern Art, New York , USA – Instituto Cultural Ilhotim, Minas Gerais – Bronx Museum of the Art, New York, USA – Museum Victoria  Albert Museum, Londres – Arizona State University Museum – The Cisneros Fontanals Art Foundation – Henry Moore Foundation, Londres – Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM, Rio de Janeiro – Coleção Ester Emílio Carlos, Rio de Janeiro – Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, Minas Gerais – Funarte


Casa Nuvem & Barraco#55

Quinta-feira dia 17 de setembro as 19:30

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Casa Nuvem

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Barraco#55

Na transversalidade da cidade, espaços independentes são agentes fundamentais para troca de informações, experimentações, proposições artísticas e crítica, congregando uma comunidade de forma livre. São experiências que buscam outras relações de trabalho, práticas colaborativas e de sobrevivência que não se engessam em modelos institucionais ou no mercado de produção de cultura e artes –  realizando, por vezes, no limite de (r)existir. A existência dos espaços independentes está sempre por um triz!
Para trocar experiências reunimos dois espaços do Rio de Janeiro: o Barraco#55 (Complexo do Alemão) apresentado por Ellen Sluis  – e a Casa Nuvem (beco do rato, Lapa) apresentado por Lívia Diniz, Eduardo Bonito, Hevelin Costa e Indianara Sophia Fênix – juntando tod@s para uma roda de conversa sobre sustentabilidade e enfrentamentos nos territórios que estes espaços ocupam na cidade.
Leituras/Links sugeridos:

 

 

Espaços Independentes

 

Xiclet

 


Doris Criolla – Diaspoesiar

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Sabado 12 de setembro

Doris Criolla* – Diaspoesiar

Das 16:30 às 22hs

Uma sessão de Doris Criolla que improvisará um sarau de poesia, com apresentações e contribuições diversas, tendo como musa a descolonização. Como todo bom sarau, “soirée”, o microfone estará aberto para quem quiser (se) pronunciar.

Quem tem medo de poesia?
Quando poesia é ação?
Como fazer coisas com palavras? (Austin)
Improvis-ação
public-ação
PERsona-FORMATo-ATIVIDADE
Poesiar

Amilcar Cabral, Aimée Césaire, Léopold Sédar Senghor, Édourad Glissant tiveram em comum não somente a paixão pela liberação africana, pela descolonização da vida, mas também partilharam o amor pelas palavras, pela literatura, pela poesia.

Diaspora e poesia? Desterritorialização e poesia? Territorialização e poesia? Independência e poesia? Amor e poesia? Africas e poesias? Américas do Sul e poesias? Criolização e poesia? Autonomia e poesia? Revolução e poesia? Vida, morte e poesia?

POWEMS
MISPELL
ME SPELL
WE CREOLE

Jantar a preços módicos, será servido;
Macaxeira & Maxixe com costela de porco; acompanha farofa;

Com a participação de:
Adeline Lépine, Andrew de Freitas, Asia Komarova, Caroline Valansi, Disk Musa Coletiva, Féliz Luna, Giseli Vasconcelos, Jennifer Fréville, Joen Vedel, Lucas Sargentelli, Maricruz Alárcon, Oliver Bulas, Refilwe Nkomo, Tanja Baudoin, Walter Reis e Amilcar Packer.

* Doris Criolla é uma máquina performativa de investigação, um seminário em andamento que tem como balizas, pesquisas etimológicas e históricas sobre os significados, usos e derivações contextuais das sinónimas palavras: crioulo (português), criollo (espanhol), créole (francês), creole (inglês). Doris Criolla se manifesta em dinámicas diversas, dentre almoços e jantares, apresentações e performances, assim como por meio de produção textual. Os encontros e sessões buscam discutir as implicacões e potências desses termos enquanto ferramentas para pensar a complexidade de processos políticos, sociais, linguísticos e alimentares em contextos coloniais – pós-, des-, de-, -para, -coloniais –, racistas e escravagistas, de extremada exploração e violência, onde paradoxalmente se instauram fenêmenos de emancipação e apropriação, subversão e incorporação, como pode ser observado nas diversas línguas, cozinhas, literaturas e músicas crioulas. A cada nova edição, Doris Criolla aborda uma de suas linhas de pesquisa

 

Sugestões de leitura:
Frantz Fanono – Pele negra máscaras brancas
http://unegro.org.br/arquivos/arquivo_5043.pdf

Laura Lima

laura lima

Quinta-feira dia 10 de setembro as 19:30

Laura Lima – Mineira, formou-se em Filosofia (UERJ) e frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Em 2003, funda com Ernesto Neto e Márcio Botner, A Gentil Carioca, no Rio de Janeiro.

Participou em exposições nacionais e internacionais, entre elas, a 24ª e 27ª Bienal de São Paulo; 2ª e 3ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, RS; Instâncias To Age, Chapter Art Centre, Cardiff, País de Gales; A Little Bit of History Repeated, Kunst Werke, Berlim, Alemanha; Spectacular, Kunst Palast, Dusseldorf; Alegoria Barroca na Arte Contemporânea, CCBB-RJ; Panorama da Arte Brasileira 2001, 2007; La Centrale, Montreal; Casa França Brasil, Rio de Janeiro; 11, 12, 13 e 14 Rooms na Inglaterra, Alemanha, Austrália e Suíça, respectivamente; 11 Bienal de Lyon, Migros Gegenwartskunst, Zurique, Suíça; Lilith Performance Studio em Malmo e Bonniers Konsthall, Estocolmo, Suécia e Bonnefanten Museum, Maastricht, Holanda; Museu de Arte Moderno de Buenos Aires, SMK-National Gallery of Copenhagen, Dinamarca. Artista-Curadora Adjunta da 7 Bienal do Mercosul Grito e Escuta do Pavilhão Absurdo. Prêmio BACA para Artes Visuais dos Paises Baixos, 2014.

 

leituras sugeridas:

“O Diário Rosa de Lory Lamb” de Hilda Hilst 

“Cães Heróis” e “Flores” do Mário Bellatin 

“O Iluminado” do Stephen King.

“Teoria King Kong” da Virginie Despentes. 

“A parte que falta” de Shel Silverstein.

“Casa das Feras”de Márcia Bechara. 


Arto Lindsay e Anri Sala

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Quinta-feira dia 3 de setembro as 19:30

Arto Lindsay e Anri Sala

AL é músico e artista Norte Americano q mora no Rio de Janeiro.
AS é artista Albanês que mora em Berlim.
Anri é um artista cuja matéria de trabalho muitas vezes é a música. Acaba conseguindo, entre outros resultados, música. Arto é músico que usa estratégias vindos das artes na sua música. Acaba proporcionando uma experiência de arte.
O diálogo no Capacete é um a continuação duma conversa de vários anos  sobre estruturas da música, de nacionalidades, e dos trabalhos de artistas  amigos que os dois tem em comum.
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Arto Lindsay nascido em Richmond, Virginia, EUA, 1953 vive e trabalha no Rio de Janeiro
Arto Lindsay é artista. Compositor, produtor e performer, gravou onze discos solo e diversos outros com as bandas DNA, Lounge Lizards, Golden Palominos e Ambitious Lovers. Produziu discos e faixas de Caetano Veloso, Marisa Monte, Laurie Anderson, David Byrne, entre outros. Colaborou com artistas visuais, tais como Vito Acconci (na performance “Women’s Business” no The Kitchen, NYC), Dominique Gonzalez­Foerster (na instalação “1958” na Tate Modern em 2009), Rirkrit Tiravanija ( “What Are We Doing Here?”, apresentado em Manchester e Basel). Arto realiza instalações, tais como “Noise Mass”( Milão), “I’ll Bring the Thunder” (Musée d’Art Moderne de la Ville Paris e no Multiplicidade/ Oi Futuro no Rio de Janeiro, 2009) e “Segure Este Andamento” (Inhotim, 2009). Recentemente, o artista vem juntando música, tecnologia, coreografia e elementos alegóricos no formato de desfile de rua. O primeiro, “De Lama Lâmina”, foi feito em parceria com Matthew Barney (Salvador, 2004), seguido por “I Am a Man” (Frankfurt, 2008), “Multinaural [Blackout] (Bienal de Veneza, 2009) e “Somewhere I Read” (Nova York, 2009). Participou ainda das exposições “Everstill ­ Siempretodavía”, curadoria de Hans Ulrich Obrist (Granada, 2007/2008); “Tropicalia”, curadoria de Carlos Basualdo (MAC Chicago, MAM­RJ, 2005/2006) e “Tristes Tropiques”, curadoria de Pablo Leon de la Barra (Lisboa, 2010).
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sugestão de leituras: 
Ta Nahesii Coates    Between the world and me
Maggie Nelson   Art of cruelty
Anne Carson An Oresteia: Agamemnon by Aiskhylos; Elektra by Sophokles; Orestes by Euripides

Feijoada e feminismo

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Feijoada:  Celebração e evocação do feminismo. Dia 30/08 de 14h-21h.

Encontros e sessões de culinária também aberto a todos aqueles que desejam participar nos dias 28 de agosto, 19h 22h e 29 de agosto, 19h 22h no Capacete, Rua Benjamin Constant 131, Gloria Rio de Janeiro

Com participação do Coletivo FF (Adeline Lépine, Caroline Valansi, Refilwe Nkomo, Tanja Baudoin), Aleta Valente, Aline Baiana, Ane Hupe, Bianca Bernardo, Camilla Rocha Campos, Carla Zaccagnini, Daniela Mattos, Disk Musa Coletiva, Fabiana Faleiros, Gabriela Maciel, Giseli Vasconcelos, Idalina Silva, Joen Vedel, Juliana Wähner, Kadija de Paula, Kenia nattrodt, Kiritiana Freelon, Leandro Nerefuh, Louise Botkay, Luisa Marques, Maya Inbar, Millena Lizia, Mulheres de Pedra, Nayana Sganzerla, Paola Marugane e Angela Domini, Steffania Paola (Oficina de Defesa Pessoal Digital), Thiago Andries e muito mais!

Como vivemos o feminismo? Como comemos o feminismo?

Nós, Adeline Lepine, Caroline Valansi, Refilwe Nkomo e Tanja Baudoin, gostaríamos de aprender como o feminismo se manifesta no Rio de Janeiro de hoje e também queremos aprender como se cozinha uma feijoada.

Para isso, estamos convidando “a mulher da cozinha”, uma figura tradicional que persiste e que nós não queremos esquecer. Temos que olhar para ela de novo, talvez para desconstruí-la ou reconstruí-la.

Estaremos reunidas ao redor das panelas, onde os grãos e as carnes estarão lentamente cozinhando, para juntos compartilharmos receitas e histórias. Todos podem mexer ou adicionar seu tempero. Reservamos um tempo para isso um fim de semana e no último dia vamos consumir coletivamente o que foi preparado e produzido nesses três dias.

No Domingo, 30 de agosto, de 14h às 21h, em uma atmosfera acolhedora e criativa, convidamos todos os gêneros a comerem a feijoada, juntamente com todos os que querem compartilhar esse momento. A comida será vendida (à um preço muito justo) e os lucros irão para uma instituição que atua apoiando mulheres.



Ingrid Hapke e Wouter Osterholt

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Quinta-feira dia 20 de agosto as 19:30

Ingrid Hapke e Wouter Osterholt

Territórios contestados

O titulo resume duas palestras que enfocam distintas batalhas culturais e territoriais que tem ao seu modo grande importância no Brasil da atualidade.
Ingrid Hapke apresenta resultados da sua pesquisa acadêmica sobre o movimento atual da literatura marginal/ periférica de São Paulo. Quando a periferia invade o centro: Batalhas culturais na literatura brasileira contemporânea.
Wouter Osterholt apresenta a pesquisa artística Paraíso Ocupado sobre a primeira Urbanizacão da Barra da Tijuca.

Quando a periferia invade o centro

Ingrid Hapke falará sobre o movimento da literatura marginal/periférica contemporâneo que toma lugar principalmente nas periferias de São Paulo desde o final dos anos 90. É uma literatura feita por autores que antes foram excluídos do campo cultural  brasileiro e que agora escrevem e publicam, sem mediação, na sua própria linguagem, sobre temáticas que antes pouco interessavam. 

Como as práticas literárias vão muito mais além do papel ou do livro impresso, é preciso também de  abranger o contexto e as práticas específicas de divulgação e publicação, como o sarau (“palcos abertos”) nos bares da periferia, o blog e as editoras alternativas.
Partindo das caracteristicas performáticas e de intervenção desta literatura,  pretendem-se pensar  mudanças na produção estética e nos conceitos de literatura e da arte.

Paraíso Ocupado 

The presentation by Wouter Osterholt will shed light on the different stages of the Paraíso Ocupado project and its future ambition. The work in progress aims to revive a little-known architectural plan designed by Oscar Niemeyer, called Centro da Barra. This urban center was part of Lucio Costa’s master plan for Barra da Tijuca, a neighborhood in the South West zone of Rio de Janeiro. In this integrated city a varied composition of different social classes would live together. Major construction began in the late 1960s, and soon Barra da Tijuca turned into an urban El Dorado for real estate developers. Amid rampant speculation and endemic corruption, the project failed, the natural landscape got polluted and the neighborhood became a fortress of gated communities for Rio’s nouveau riche. Many of the proposed public facilities were never realized and almost everything got privatized. From a diversified neighborhood on the drawing board to a fortress of gated communities in reality, Barra da Tijuca symbolizes the takeover of private profits over public interests.

With Barra as the main center for the Olympic games it seems that history repeats itself. Over the last few years land prices have tripled and Barra is again being sold as the new paradise in similar ways as in the early seventies. As recent history shows no end to the fraudulent scams in the real estate market. the project proposes a permanent awareness of the corruption and lack of transparancy by proposing the construction of a museum dedicated to the failure of Centro da Barra. The collection of the museum is planned to consist of documents found in an abandoned archive left behind in a vacant tower in Barra.

In the end the connection -consisting of a territorial battle that manifests itself in different ways- between these two seemingly very different projects will be discussed.Also the role of the researchers/ artists and their venture into/ intervention in foreign and conflictive territories shall be reflected upon.

Paraíso Ocupado is a work in progress initiated by the artists Wouter Osterholt and Elke Uitentuis during a stay at Capacete in Rio de Janeiro in 2010. The project is further developed in close collaboration with Raphi Soifer and Ingrid Hapke. It is made possible with financial support of the Mondriaan Foundation and the Federal State of Berlin. In 2016 the project will be exhibited in Studio X Rio together with a publication (Onomatopee).

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Mini-Bios
Wouter Osterholt develops site-specific projects in which he explores the public sphere as a domain where different communities collide. By adopting a research approach similar to investigative journalism, he seeks to reveal and unravel conflicting interests that define local politics and the organization of the public. Through direct interaction with people, both bystanders and those immediately involved, the artist opens up delicate topics of debate. As a result his projects often take the shape of a public platform that activates individuals to articulate their personal relation to the political. It seeks to exceed the parameters of public dialogue and politics by entering the realm of imagination, unexpressed thoughts and dreams.


Ingrid Hapke
é pesquisadora da àrea de Letras, autora. intérprete e traductora. 

Passou um ano e meio fazendo pesquisa de campo nas periferias paulistanas e escreveu a sua tese de doutorado sobre o actual movimento da literatura marginal/ periférica de São Paulo na Universidade de Hamburgo/ Alemanha. Em 2013 organizou junto ao colectivo cultural Urban Artitude a primeira Semana de Literatura Marginal/periférica na Alemanha. Em 2015 será publicado Polifonias Marginais (Aeroplano Ed.) em colaboração com pesquisadores do Brasil e da Argentina reunindo as entrevistas editadas dos autores com actores e autores dos movimentos literários negros e marginais. Colabora com Wouter Osterholt em distintos projeitos artísticos.

 


Wendelien van Oldenborgh

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Quinta-feira 13 de Agosto as 19:30
Wendelien van Oldenborgh will talk about Bete & Deise (2012) and more recent works and want to address some questions regarding method of production. These are on the one hand related to performance: What occurs in front of the camera? Which role does the camera play? And there are also questions of how forms of politics are worked out through a piece and how ethics and politics are part of a production method.
The production process, especially the moment of the shoot, are ways to look into a question, to elaborate issues and to learn about things and people whose knowledge I do not and cannot have. One could say that the production process is the proper research process. I woud like to see this process as polyphonic, open and relational and at the same time very structured.
Wendelien van Oldenborgh develops works, whereby the cinematic format is used as a methodology for production and as the basic language for various forms of presentation. She often uses the format of a public film shoot, collaborating with participants in different scenarios, to co-produce a script and orientate the work towards its final outcome. With these works, which look at the structures that form and hinder us, she participated in various large biennials, and in smaller dedicated shows. Recent presentations include Form Left to Night (2015), solo at The Showroom London, Beauty and the Right to the Ugly (2014)  at the Berlinale Forum Expanded 2015, Collective Gallery Edinburgh 2015 and in van Abbemuseum, in ‘Confessions of the Imperfect’ 2014; La Javanaise at CAPC Bordeaux 2015, the 12th Biennial of Cuenca (EC) (2014); Après la reprise, la prise in ‘Blue Times’, Kunsthalle Wien 2014 and  ‘Art Turning Left’, Tate Liverpool 2013; Cinema Bete & Deise in ‘Dear Art’ by What How and for Whom, Calvert 22, London 2013;  Supposing I love you. And you also love me (2011) in ‘Speech Matters’, Danish Pavilion, Venice Biennial 2011. Van Oldenborgh has exhibited widely including in RAW Material Company Dakar (SN) van Abbemuseum Eindhoven (NL), Muhka Antwerp (B), Generali Foundation Vienna and Museum Muzeum Sztuki in Lodz (PL) as well as the 2nd Biennial of Kochi-Muziris 2014, 4rth Moscow Biennial 2011, the 29e Bienal de Sao Paulo 2010 and at the 11th Istanbul Biennial 2009. In 2014 she was the recipient of the prestigious Heineken Prize for the Arts, presented by the Royal Dutch Academy of Sciences.

Ricardo Basbaum

ricardo bsbaum

Quarta-feira dia 24 de junho as 19:30

“a produção de si como artista” em 4 vídeos

Ocupar um lugar como artista no tecido social implica em experimentar e administrar um ‘intervalo’ entre a ‘construção de si’ e a ‘construção de si como artista’ – nos termos da produção de um sujeito coletivo mas, sobretudo, em deixar-se ser constituído através de uma alteridade social e seus jogos de legitimação da figura do artista. Está em permanente negociação a produção de uma ‘imagem do artista’ – que se é ou se quer ser, que nos captura, ou mesmo nos coloca em fuga. É importante que se perceba que há diferentes modelos de artista sendo exercidos a cada momento.

Vídeos:
1. Egoclip 14’49” (1985)
Entre 1981 e 1990 os artistas Alexandre Dacosta e Ricardo Basbaum formaram a Dupla Especializada, realizando uma série de ações, performances e intervenções, dentro do projeto de “intervir em meios de comunicação de massa”.

2. É a questão? 10’48” (1987-1991)
Uma logomarca simples, na forma de um Olho, é disseminada pelo campus da Universidade, através da utilização de suportes como cartazes e filipetas. Este vídeo registra o trabalho desenvolvido por Ricardo Basbaum em sua temporada como artista-residente na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), de abril a novembro de 1987.

3. E: anotações sobre contatos com: re-projetando + sistema-cinema + superpronome 24’00” (2003) Ações do projeto eu-você: coreografias, jogos e exercícios ocorrem em diversos espaços da Uerj, em conjunto com uma exposição individual de Ricardo Basbaum.

4. sistema-cinema: série membranosa 21’39” (2009)
Quatro câmeras de circuito fechado instaladas no hall de entrada do mam-sp.

Algumas referências:
– Michel Foucault, O Governo de Si e dos Outros, São Paulo, Martins Fontes, 2010.
____. ”About the beginning of the hermeneutics of the self – two lectures at Dartmouth”, Political Theory, Vol. 21,

nº 2, maio 1993, pp. 198-227.
– Allan Kaprow, “The education of the un-artist, part I, part II, part III”, Essays on the blurring of art and life, Berkeley, University of California Press, 1993.

– Francisco Ortega, Para uma política da amizade: Arendt, Derrida, Foucault, Rio de Janeiro, Relume-Dumará,2002.
– Vilém Flusser, “Texto/imagem enquanto dinâmica do Ocidente”, Rio de Janeiro, Cadernos Rioarte.

– Gilles Deleuze, “Décima Oitava Série: das três imagens dos filósofos”, Lógica do Sentido, São Paulo, Perspectiva, 1974.

– Ricardo Basbaum, Manual do artista-etc, Rio de Janeiro, Azougue, 2013.

– rbtxt.wordpress.com

– www.nbp.pro.br

Ricardo Basbaum é artista e atua a partir da investigação da arte como dispositivo de relação e articulação entre experiência sensória, sociabilidade e linguagem – suas ações se dão no limite de uma abordagem comunicativa para impulsionar a circulação de ações e formas. Tem desenvolvido um vocabulário específico para seu
trabalho, aplicado de modo particular a cada novo projeto. Gosta de trabalhar em projetos de longa duração, tais como Você gostaria de participar de uma experiência artística? (desde 1994), eu-você: coreografias, jogos e exercícios (desde 1998) e conversas-coletivas (desde 2010). No ano passado realizou as exposições individuais nbp-etc: escolher linhas de repetição (Galeria Laura Alvim, Rio de Janeiro) e The production of the artist as a collective conversation (Audain Gallery, Vancouver). Participou da 30ª e 25ª Bienal de São Paulo (2012, 2002), e da documenta 12 (2007). Autor de Manual do artista-etc (Azougue, 2013) e Ouvido de corpo, ouvido de grupo (Universidade Nacional de Córdoba, 2010), entre outras publicações. Professor do Instituto de Artes da Uerj. Artista residente da Simon Fraser University, Vancouver, em outubro de 2014. Professor visitante da Universidade de Chicago entre outubro e dezembro de 2013.

 


Les Laboratoires d’Aubervilliers

les laboratoire

Quarta-feira 17 de junho as 19:30

Alexandra Baudelot vai falar como funciona o Les Laboratoires, o Printemps e o Performing Opposition edition. 
Alexandra Baudelot will speak about the way Les Laboratoires works, and the Printemps and the Performing Opposition edition. Why and how we are going to work in relation with another political, sociological and cultural local context, the Rio and Sao Paulo’s one, and the links we can build through our respectives structures. The importance to think in term of locality more than glogablity, localisation than globalisation.
The importance to confront specific local knowledge and practices with other cultural and historical context to go farther than the national point of view.

Les Laboratoires d’Aubervilliers

Les Laboratoires d’Aubervilliers is a place for research and creation, for resources and experimentation, developed in intimate cooperation with its setting (from the most local to the international sense) and with its audiences, and in relationship with the artists. It invents the tools to conceive artistic practices from all fields – visual art, dance, performance, theatre, literature, etc. – viewing them as a process of learning, sharing and experiencing; an intermediary object that is capable of investigating and taking the measure of the most urgent contemporary issues, reinventing ways of being together, while taking a risk and upsetting our approach and our conception of art.

Les Laboratoires d’Aubervilliers is one of those rare places where art is never disconnected from cultural, social and political reality, one of those places committed to differences and plural identities, a place in perpetual motion that takes shape around the artistic projects that it upholds and works to defend.

Setting up projects with artists involves an often lengthy time of research, an absolute must to create strong connections between the artistic projects, the region and people. It is also this concept of time that Les Laboratoires d’Aubervilliers observes and works in in order to invent new methods for public visibility that go beyond simple exhibitions and showings of finished works.
Le Printemps des Laboratoires
Le Printemps des Laboratoires is a yearly invitation to the public. It was developed to be the ideal moment to bring up and debate, both in theory and in practice, the issues that guest artists at Les Laboratoires d’Aubervilliers address. In the form of an artistic tool, it takes place over two days and includes discussions intended to be moments for sharing, performances and workshops, on different scales and in different formats.

This meeting is the opportunity to break down the divide between audiences and specialists, to roll out a singular tool that encourages experiences of art and politics rather than representations of them, the circulation and comparison of ideas rather than their authoritative forms of transmission. While being a critical and artistic condensation and development of les Laboratoires d’Aubervilliers project, this year’s

Printemps des Laboratoires offers an opportunity to nurture research and explore a variety of current artistic, historical and critical contexts, both French and international.

The first instance of the Printemps des Laboratoires (2013), entitled “Commune, Commons, Community”, raised the issue of the commons. Second instance (2014), “Ne travaillez jamais!”, was about links that unite art and work. “Performing Opposition”, the third instance of the Printemps des Laboratoires (June 2015) will explore the forces and shapes of the revolts that left a mark on History in the past ten years, and their role in social transformations. “Performing Opposition” will be particularly interested in practices and strategies developped by artistic performances, as well as political and civil manifestations.

Performing Opposition

The third edition of the Printemps des Laboratoires, Performing Opposition, will be devoted to exploring how art relates to the ‘polis’, in opposition to instituted powers. From the emergence of avant-garde movements in the nineteenth century to artists’ engagement in more recent protest- and social revolt movements, art has been renewing its strategies and its forms of opposition. By putting into perspective certain historical and artistic legacies (agit-prop, spaßguerilla, Situationism, Indignados), Performing Opposition seeks to bring into focus a current dynamic that contributes to opening up gaps in the regulated continuum of public space in order to (re)occupy and appropriate it. The question of ‘performing public space’ is central, especially in the digital age with its changing strategies of visibility and representation. Performing Opposition will be foregrounding the antagonistic movements that reconfigure, across the globe and from one local to another, the map of a power that is now diffuse and molecular — an art that is also capable of eluding its ties to the institution in order to continue to develop therein, in spite of everything, critical and operative strategies.

This edition of the Printemps des Laboratoires will set up a dialogue between diverse experiences and perspectives. Our guests include specialists in the fields of activist movements (Brian Holmes), avant-garde movements (Marc Partouche), digital cultures (Marie Lechner, Nathalie Magnan), and also the links between theatre and political modernity (Diane Scott). These theoretical perspectives will link in with the artists’ testimonies, which will include artists engaged in popular revolts (Burak Arikan), artists participating via their practice in building communities of thought and action (Marinella Senatore), artists using the art institution to propose ways of occupying public space (Thomas Hirschhorn, Renata Lucas) or artists working in the field of theatre, literature or poetry, as a privileged site for observing society and its injustices (Motus, Nathalie Quintane). Finally, we believe it crucial to investigate these problematics from the perspective of the institution, that of the Laboratoires d’Aubervilliers, of course, which seeks to establish the conditions of emergence and support for free artistic forms, but also from the perspective of like-minded centres engaged, via the work they carry out in their site, in building a slow revolution (Beirut, in Cairo).

These discussions will take shape amid a varied programme which will include a musical accompaniment by pianist Alexey Aasantcheef, presenting a set composed of works by Cornelius Cardew, punctuated by revolutionary pieces which the audience will be invited to sing; performances by students of the Oslo Academy of Fine Art; an evening meal open to all; a screening juxtaposing contemporary films (Egyptian filmmakers Jasmina Matwaly and Philip Rizk and the Palestine-based DAAR collective) and a documentary about a major 1970s play (Paradise Now by Living Theater). Prior to this edition of the Printemps des Laboratoires, Turkish artist Burak Arikan will be running a workshop titled “Graph Commons”.

Co-director of les Laboratoires d’Aubervilliers (Paris northern suburbs) since 2013, Alexandra Baudelot has worked for several years as an exhibition curator, editor and author. In 2009 she created and managed the contemporary art platform Rosascape, an independent art centre based in Paris. At Rosascape she curated exhibitions with Katinka Bock, Ulla von Brandenburg, Raymond Gervais, Benoît Maire, Vittorio Santoro, Berger&Berger, and Adrian Dan. She is interested in production strategies, the artistic research process and reflections on the role of artwork and ways of sharing it with the public – through formats such as exhibits, performances, conferences, and publications – for all disciplines.

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Co-director of les Laboratoires d’Aubervilliers (Paris northern suburbs) since 2013 with Dora Garcia and Mathilde Villeneuve, Alexandra Baudelot has worked for several years as an exhibition curator, editor and author. In 2009 she created and managed Rosascape, a platform for contemporary creation in Paris that straddles multiple spheres as a private art centre and production unit, exploring the contexts of production and reception of works as well as their mode of display by attending to specific notions such as the question of private, intimate space vs public and political space. The decision to house Rosascape in an architecturally defined space — a private, intimate, theatrical space, playing with a tension between interior and exterior space and the domestic character of its surroundings — rather than in a neutral, ‘white cube’ type of exhibition space, stems from a will to perceptibly shift the relationship to artworks and artistic experiences. A critical awareness of the standardisation of exhibition spaces in the context of globalisation, and thus of the standardised relationship between the artwork and the public, led us to seek and occupy a site and experiential sphere of a different kind — a left-field space — and displace, in this way, our relationship to contemporary art. At Rosascape she curated exhibitions with Katinka Bock, Ulla von Brandenburg, Raymond Gervais, Benoît Maire, Vittorio Santoro, Berger&Berger, and Adrian Dan and produced several artists books. Since 2013, as co-director of Les Laboratoires d’Aubervilliers, she develops a work with Mathilde Villeneuve and Dora Garcia based on two factors  — a laboratory that research, test out and experiment, and the town of Aubervilliers (at the periphery, on the outskirts, a melting pot of industrial workers, and a major site of immigration). The very particular relationship between these elements is the context in which artists-in-residence make and develop their projects. The collegial approach aims to establish collectives that enable new forms of intersubjectivity to take shape. In collaboration with the co-direction team, she works on developing novel communities that alter and transform according to the shifts and developments in their work. From the very beginning, the Laboratoires d’Aubervilliers has been committed to reducing the gap between informed and uninformed audiences, and to supporting the most complex and hybrid artistic practices while ensuring no one feels excluded. The institution is renowned for the collective productions it has generated, for fostering collaborations between artists across the entire spectrum of disciplines, and for its participatory, community-building projects involving local residents.

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Suggestion de publications et films en lien avec le Printemps des

Laboratoires #3

PERFORMING OPPOSITION

La Tribune des Laboratoires

Printemps des Laboratoires #3

Performing Opposition

 Edition online : http://fr.calameo.com/read/004372567dbb8e55eab41

Multitudes n°50, Spécial soulèvements, automne 2012

Renverser l’insoutenable, Citton, Yves, 2012

 Dictature des marchés, politiques d’austérité, inégalités sociales criantes, catastrophes environnementales, crises démocratiques : de toutes parts nous arrivent les signes de la fin d’un monde. Pour Yves Citton, ce sont les pressions insoutenables que nous inflige un mode de développement fourvoyé qui rendent la situation actuelle invivable. Yves Citton prend la mesure de cet insoutenable à la fois environnemental, éthique, social, médiatique et psychique et propose un nouveau vocabulaire pour nous aider à appréhender les pressions qui nous traversent et nous rendent la vie de plus en plus intenable. À la croisée de la philosophie morale et politique, de l’économie et de la théorie littéraire, cet essai drôle enlevé prend le contre-pied du misérabilisme ambiant en révélant que le renversement de l’insoutenable est déjà inscrit dans la dynamique de nos gestes les plus communs et que tout geste politique prend sa source dans ces deux questions : Comment fais-je pression sans le vouloir ? Comment faire pression en le voulant ? Attentif au rôle de l’image et à l’évolution du discours politique, Yves Citton livre ici les moyens de repenser notre place et notre action dans un processus qui apparemment nous dépasse en montrant que l’on peut tirer parti des dispositifs médiatiques plutôt que de les subir et ainsi, une fois fait le deuil du Grand Soir, de proposer des alternatives à la politique du pire. ?

 Le nouvel esprit du capitalisme, Boltanski, Luc, Chiapello, Ève, 2011

Le capitalisme prospère ; la société se dégrade. La croissance du profit s’accompagne de celle de l’exclusion. La véritable crise n’est pas celle du capitalisme, mais celle de la critique du capitalisme. Trop souvent attachée à d’anciens schémas d’analyse, la critique conduit nombre de protestataires à se replier sur des modalités de défense efficaces dans le passé mais désormais largement inadaptées aux nouvelles formes du capitalisme redéployé. Cette crise, Ève Chiapello et Luc Boltanski, sociologues, l’analysent à la racine. Ils tracent les contours du nouvel esprit du capitalisme à partir d’une analyse inédite des textes de management qui ont nourri la pensée du patronat, irrigué les nouveaux modes d’organisation des entreprises : dès le milieu des années 70, le capitalisme renonce au principe fordiste de l’organisation hiérarchique du travail pour développer une nouvelle organisation en réseau, fondée sur l’initiative des acteurs et l’autonomie relative de leur travail, mais au prix de leur sécurité matérielle et psychologique. Ce nouvel esprit du capitalisme a triomphé grâce à la formidable récupération de la «critique artiste» – celle qui, après Mai 68, n’avait eu de cesse de dénoncer l’aliénation de la vie quotidienne par l’alliance du Capital et de la bureaucratie. Une récupération qui a tué la «critique artiste». Comme, dans le même temps, la «critique sociale» manquait le tournant du néocapitalisme et demeurait rivée aux vieux schémas de la production hiérarchisée, on la trouva fort démunie lorsque l’hiver de la crise fut venu. C’est à une relance conjointe des deux critiques complémentaires du capitalisme qu’invite cet ouvrage sans équivalent.

Unleashing the Collective Phantoms : Essays in reverse Imagineering, Holmes, Brian, 2008

 These insurgent essays develop and critique some of the cultural and artistic projects that first arose with the worlwide wave of protests, around the turn of the millennium, against what the global South has long called neoliberalism. Dissent and the refusal of a programmed existence return continually to the street, but they also unfold in the intimacy of the imagination. Complex discourses and elaborate fictions pass through images, works, ideas and wild scenarios that hover around the edges of reality; museums, cinemas, books and theatres are only temporary homes for such things, and authors only a convenience. Times leaches away the graffiti of revolt, and the cynicism of power lays a new coat of paint. Yet still the collective phantoms return. These essays engage with the politics of aesthetics and artistic practice. They include “Cartography of Excess,” “Flexible Personality and Networked Resistance,” “Psycho-geography and the Imperial Infrastructure,” “The Revenge of the Concept,” “Artistic Autonomy and Communicaton Society,” “Reverse Imagineering,” “Transparency and Exodus,” “Three Proposals for a Real Democracy,” and more, from an author who is becoming a vital contributor to contemporary cultural theory and global political struggles.

New Public Spaces: Dissensual Political and Artistic Practises in the Post-Yugoslav Context, 2010

 Other Possible Worlds : Proposals on this Side of Utopia [texte imprimé] / Rüb, Christine, Editeur scientifique. – Berlin : argobooks, 2011

 Which roles can art projects, art spaces, self-organized academies and labs play in developing conceptions of the world that go beyond purely economic globalization? Projects from various parts of the world are invited to propose and test out other realities of life and world views, from small artistic attempts to social experimentation. Topics such as dealing with cultural differences, climate change, processes of levelling out and confusing complexities form the basis for a common space in which to rise questions.

The basis for Other Possible Worlds – Proposals on this Side of Utopia is a collection of ideas, concepts, models, terms, projects, kits and modes of acting. It is conceived as a pool for further projects in other parts of the world, it is open to further extension and it allows for varied formats. The NGBK is considered as a common and active space of inquiry for different formats like artistic contributions and installations, workshops, presentations, talks and video screenings.

Le Mouvement – Performing the City [texte imprimé] / Cvejic, Bojana, Auteur; Lepecki, André, Auteur; Petresin-Bachelez, Natasa, Auteur; Verwoert, Jan, Auteur. – Berlin : Distanz, 2014.

Since 1954 this quinquennial is a must in the field of contemporary art in public space. For its 60th anniversary in 2014 the Swiss Sculpture Exhibition in Biel/Bienne will replace the static presentation of artworks by performances in public space thus questioning the state of static representation and public involvement. Curated by Gianni Jetzer and Chris Sharp.

Public sphere by performance [texte imprimé] / Cvejic, Bojana, Auteur; Vujanovic, Ana, Auteur. – Berlin [Allemagne] : B_books ; Aubervilliers : les Laboratoires d’Aubervilliers, 2012. – 181p.: dessins N&B.

 Cet ouvrage livre les réflexions de deux membres du collectif de Belgrade Teorija koja Hada (Walking Theory), élaborées au cours d’une résidence aux Laboratoires d’Aubervilliers. Bojana Cvejić et Ana Vujanović y explorent les manifestations de l’idéologie politique dans l’espace public, étayant leur réflexion par des exemples puisés dans l’histoire des régimes fascistes et communistes du XXe siècle, de l’ethno-nationalisme serbe et du système capitaliste néolibéral. S’éloignant d’une critique linguistique de l’idéologie basée sur une analyse de l’acte discursif, elles suggèrent qu’elle est incarnée et performée par les corps, notamment sous la forme de chorégraphies collectives et individuelles.

L’imaginaire de la Commune, Kristin Ross, ed. La Fabrique, 2015 : Traduit de l’anglais par Étienne Dobenesque

 William Morris, Élisée Reclus, Pierre Kropotkine : ce ne sont pas les premiers noms qui viennent à l’esprit s’agissant de la Commune de Paris. S’ils tiennent dans ce livre un rôle important, c’est que pour Kristin Ross, la Commune déborde l’espace-temps qui lui est habituellement attribué, les 72 jours écoulés et les fortifications sur lesquelles elle a combattu. L’Imaginaire signifie que cet événement révolutionnaire n’est pas seulement international mais qu’il s’étend bien au-delà du domaine de la politique, vers l’art, la littérature, l’éducation, la relation au travail. Ce n’est pas un hasard si les trois personnages principaux du livre sont un poète-artiste, un géographe et un scientifique-anarchiste russe : la Commune n’est pas un simple épisode de la grande fable républicaine, c’est un monde nouveau qui s’invente pendant ces brèves semaines, un monde qui n’a pas fini de hanter les uns et d’inspirer les autres.

 Eric Hazan, La dynamique de la révolte, Sur des insurrections passées et d’autres à venir, La Fabrique éditions, mars 2015

 Partout dans le monde les peuples se rebellent. Partout en Europe, les peuples se révoltent. Sauf en France… Le seul pays occidental à se doter d’une loi de surveillance de ses citoyens digne des pires dictatures, sans que cela ne provoque d’explosion de colère -à peine une vague d’inquiétude vite rabrouée par des socialos plus réactionnaires que jamais.

Partout dans le monde les peuples tentent de se saisir de leur destin. Sauf en France, où aucune révolution ne paraît possible. Où il ne se passe rien. Bien que le quotidien y devienne invivable. Faut-il repenser l’action commune ?

Eric Hazan s’est penché, moins sur cette question que sur celle du surgissement de l’étincelle qui viendra à coup sûr mettre le feu à la plaine française.

 Living as Form: Socially Engaged Art from 1991-2011 by Nato Thompson, 2012

 Over the past twenty years, an abundance of art forms have emerged that use aesthetics to affect social dynamics. These works are often produced by collectives or come out of a community context; they emphasize participation, dialogue, and action, and appear in situations ranging from theater to activism to urban planning to visual art to health care. Engaged with the texture of living, these art works often blur the line between art and life. This book offers the first global portrait of a complex and exciting mode of cultural production–one that has virtually redefined contemporary art practice. Living as Form grew out of a major exhibition at Creative Time in New York City. Like the exhibition, the book is a landmark survey of more than 100 projects selected by a thirty-person curatorial advisory team; each project is documented by a selection of color images. The artists include the Danish collective Superflex, who empower communities to challenge corporate interest; Turner Prize nominee Jeremy Deller, creator of socially and politically charged performance works; Women on Waves, who provide abortion services and information to women in regions where the procedure is illegal; and Santiágo Cirugeda, an architect who builds temporary structures to solve housing problems.

Living as Form contains commissioned essays from noted critics and theorists who look at this phenomenon from a global perspective and broaden the range of what constitutes this form.

 Théâtres en lutte : le théâtre militant en France des années 1960 à nos jours, Olivier Neveux, ed. La Découverte, 2014

 Depuis les années 1960, de nombreuses expériences théâtrales ont revendiqué en France un clair dessein politique. Inscrit au cœur des luttes (anti-impérialistes, ouvrières, féministes, immigrées, homosexuelles, altermondialistes, etc.), ce théâtre militant s’est donné pour but de contribuer, à sa manière, aux combats d’émancipation de son temps. Injustement déprécié ou ignoré, il constitue pourtant tout un pan de l’histoire théâtrale. Et c’est cette histoire inédite et passionnante que l’on découvrira dans cet ouvrage extrêmement documenté. Comment représenter la colère, l’injustice et l’espérance ? Quelles formes pour dire la lutte ou expliquer les mécanismes du capitalisme ? Et à qui de telles représentations doivent-elles être destinées ? Contrairement aux idées reçues, le théâtre militant n’a jamais cessé d’inventer des solutions dramaturgiques et scéniques pour mettre en scène le présent : un présent à transformer. Héritier d’Erwin Piscator, de Bertolt Brecht et des troupes d’agit-prop soviétiques, ce théâtre n’est pas homogène : il est traversé d’options politiques et esthétiques diverses, voire contradictoires, d’Armand Gatti à Augusto Boal, en passant par Alain Badiou, André Benedetto et de nombreux collectifs (la Troupe Z, Al Assifa, le Levant, le Groupov…). Revenir sur ces propositions, sur leurs richesses et leurs impasses, c’est tout autant s’opposer à l’oubli que tenter d’ouvrir des pistes pour le théâtre militant d’aujourd’hui.

 Politiques du spectateur : les enjeux du théâtre politique, Neveux, Olivier, 2013

 Face au monde, ses crises et son devenir, un théâtre s’invente. Il réagit, dénonce, explique, illustre, propose : ce théâtre est politique. À ce titre, il s’inscrit dans une longue histoire, bien souvent déconsidérée : celle d’un théâtre qui prend acte des batailles de son temps. Mais ce théâtre d’aujourd’hui n’est pas homogène, il défend des orientations politiques dissemblables et fait en particulier de la place accordée au spectateur le lieu d’enjeux différents. En effet, la politique au théâtre se découvre aussi, de façon décisive, dans le rapport que le spectacle entend entretenir avec son spectateur. C’est à travers ce prisme qu’Olivier Neveux propose d’analyser le champ théâtral politique à l’heure du néolibéralisme. Comment le théâtre « transgressif » conçoit-il ses spectateurs ? Quelles facultés le théâtre « postdramatique » entend-il solliciter ? Que nous apprennent ces volontés de brusquer, sensibiliser, éclairer, mobiliser le spectateur ? Dans leur diversité, quelles conceptions de l’émancipation tous ces théâtres soutiennent-ils ? Car c’est bel et bien une interrogation sur la possibilité de l’émancipation et la part que peut y prendre le théâtre qui anime cet ouvrage : celle du spectateur, de l’artiste et de l’oeuvre émancipés. Réfléchir aux politiques du spectateur signifie alors s’intéresser tout autant aux politiques que le théâtre défend, à celles qu’il applique et aux définitions implicites qu’il propose, par là, de la politique.

 Performing Opposition : Modern Theater and the Scandalized Audience by Neil Blackadder

Modern theater history is punctuated by instances of scandalized audience members disrupting and in some cases suspending the first production of a new play. Such incidents are usually dismissed as riots, as self-evident displays of philistinism. Neil Blackadder’s intriguing new study reveals them in fact to be multifaceted conflicts, showing the ways in which these protesters-acting against plays by such notables as Jarry, Synge, and Brecht-creatively devised and enacted resistance through verbal rejoinders, physical gestures, and organized group demonstrations.

Performing Opposition draws on reviews, memoirs, interviews, and court records to present engaging and insightful accounts of these clashes—clashes that Blackadder proposes as a unique and distinct category of event in a time when unprecedentedly restrained norms of auditorium behavior coincided with a regeneration of writing for the stage. Offering the first detailed examination of affronted theatergoers’ counter-performances, the volume represents an intriguing illumination of a largely overlooked aspect of performed drama and its history.

 Le théâtre des opprimés, d’Augusto Boal, 1971

L’être humain devient humain quand il invente le théâtre. La profession théâtrale, qui appartient à quelques-uns, ne doit pas cacher l’existence et la permanence de la vocation théâtrale, qui appartient à tous. Le théâtre est une vocation pour tout être humain. 
Le théâtre de l’opprimé est un système d’exercices physiques, de jeux esthétiques, de techniques d’images et d’improvisations spéciales, dont le but est de sauvegarder, développer et redimensionner cette vocation humaine, en faisant de l’activité théâtrale un outil efficace pour la compréhension et la recherche de solutions à des problèmes sociaux et personnels.

 Les années 10 de Nathalie Quintane (ed. La Fabrique), 2014

 Marc Partouche, La ligne oublié, ed. Al Dante, 2004

 De la « vie de bohème » au situationnisme, une histoire de l’art surprenante et indispensable : celle des regroupements dits « secondaires » qui n’ont cessé, depuis le milieu du XIXe siècle, de saper l’ordre social et culturel. Des Hydropathes au Surréalisme, en passant par le cabaret du Chat Noir et la Pataphysique, Marc Partouche renoue le fil subversif et humoristique liant la modernité du XIXe siècle et les avant-gardes du XXe. 
La « lignée oubliée » est celle des artistes classés comme « mineurs » par une histoire officielle qui oppose systématiquement sérieux et humour, culture haute et culture basse. Refusant l’académisme sclérosant, Marc Partouche s’attache à ces pratiques artistiques nées dans les cabarets de Montmartre et Saint-Germain-des-Prés, et considérées comme inassignables et infréquentables : l’art de la Bohème, des Hydropathes à Fluxus en passant par le lettrisme et le surréalisme, des salons caricaturaux du XIXe aux foires internationales d’Art contemporain du XXe siècle. 

Playgrounds, Reinventing the square, ed. Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía and Siruela, 2014

 Judith Butler : Excitable Speech. A Politics of the Performative

http://monoskop.org/images/5/54/Butler_Judith_Excitable_Speech_A_Politics_of_the_Performative_1997.pdf

Walter Lippmann, Public Opinion (1922)

Walter Lippmann, Phantom Public (1925)

John Dewey, Le public et ses problèmes (1927)

Jürgen Habermas, L’espace public (1962)

Hannah Arendt, La condition humaine (1958 – cf distinction faite entre sphère privée et public)

Judith Butler, Qu’est-ce qu’une vie bonne (2012) – un résumé du livre là: http://www.franceculture.fr/emission-l-essai-et-la-revue-du-jour-judith-butler-revue-vacarme-2014-05-06)

Bojana Cvejic, Ana Vujanovic, Public Sphere By Performance (2012, publié par Labos)

Hannah Davis Taïeb et autres, Espaces publics, Paroles publiques au Magrheb et au Machrek, 1997

Dorothea von Hantelmann, How to Do Things with Art – The Meaning of Art’s Performativity

Jan Zienkowski, Analysing political Engagement

J.L Austin, How TO DO Things With Words

Augusto Boal, Theater of the Oppressed

Hacker, Hoaxer, Whistleblower, Spy / The many faces of the anonymous

Mikkel Bolt Rasmussen & Jakob Jacobsen, Expect Anything, Fear Nothing / The Situationnist Movement in Scandinavia and Elsewhere

Molly Sauter, The Coming Swarm

Schechner, Performance theory

 Film online

Paradise Now : The Living Theatre (1969)

Marty Topp et Melvin Clay [ 46 mn ]

http://ubu.com/film/living.html

Common Assembly: Deterritorializing the Palestinian Parliament

DAAR [ 15 mn ]

http://www.decolonizing.ps/site/

Out on the streets (2013)

Jasmina Metwaly et Philip Rizk  [ 70 mn ]

 

 

 

 


Mirada ao Norte, por Giseli Vasconcelos

Manicoba

Quarta-feira, dia 10 de junho as 19:30

Mirada ao Norte é a primeira edição de encontros e situações que abordam o Norte – às proximidades da linha do Equador, ou um Norte, de sensores, sabores e pensamentos. Para esta edição — na cozinha Roosivelt Pinheiro, entre o Polígono da ARTE, as redes, a maniçoba e o piracuí – batucação, storytelling e performances por CAPACETE Entretenimentos.

— Prato: maniçoba (também em versão vegana), bolinhos de piracuí, sacolés (chopp) de coco e cupuaçu.

Mirada ao Norte is the first edition of meetings to discuss the NORTH – bordering the Equator Line, or a northward of sensors, flavors and thoughts. For this edition — in the kitchen, the chef Roosivelt Pinheiro talking about Polígono da ARTE, fishing nets, maniçoba and piracuí (dry fish flour), batucação, storytelling and performances  by Capacete Entretenimentos.

— Dish: maniçoba (plus vegan version), fried balls of piracuí, sacolés (chopp) de coco e cupuaçu.    


Cinema com Fala

helio

Cinema Com Fala com Cesar Oiticica

“Hélio Oiticica foi um dos artistas que melhor uniu a reflexão com a criação artística. Suas ideias e proposições, expressas não apenas em textos, mas também em depoimentos e entrevistas, revolucionaram a arte e a cultura, tornando-o um dos mais importantes artistas da segunda metade do século XX. O documentário de César Oiticica Filho, ao utilizar a própria voz do artista como fio narrativo, permite um mergulho único no pensamento, na trajetória e na intimidade de Hélio Oiticica.
A extensa pesquisa de imagens faz com que o espectador acompanhe a evolução do artista, o seu início junto ao Grupo Frente, o surgimento do Neoconcretismo, a criação dos Bólides, Penetráveis, Núcleos e Parangolés, o envolvimento com a Tropicália, o período em Nova York, até a volta ao Brasil. É um documento não apenas de um dos
maiores artistas que o Brasil já produziu, mas também de um dos períodos de maior efervescência de nossa cultura, o que torna este filme crucial para todos aqueles que querem compreåender não apenas a nossa história, mas quem somos agora.
Hélio Oiticica é um documentário de 94 minutos, dirigido por César Oiticica Filho e produzido pela Guerrilha Filmes.”
Este filme será lançado em /nova York no dia 11 de setembro de 2015

Direção e roteiro: César Oiticica Filho
Pesquisa de imagem: Antônio Venâncio
Produção executiva” João Villela,  Juliana Carapeba, Felipe Reinheimer e César Oiticica Filho
Direção de Produção e coordenação de finalização: Juliana Carapeba
Direção de fotografia: Felipe Reinheimer
Montagem: Vinicius Nascimento
Consultoria de montagem: Ricardo Miranda
Consultoria biográfica: Roberta Camila Salgado
Edição de som e mixagem: Ricardo Cutz
Produtor musical: Vinicius França
Trilha sonora: Daniel Ayres e Bruno Buarque
Participação especial na trilhaL Macalé, Celso Sim e Pepê Machado
Figurino: Julia Ayres
Coordenadora de lançamento: Barbara Vida


Daniela Castro & Anne Szefer Karlsen

danielaanne sverszen

Quarta-feira dia 3 de junho as 19:30

Self Organised, now available in Portuguese 

Para a fala desta quarta aconselhamso a leitura de: Self-organisation as Institution? Anne Szefer Karlsen

http://www.szefer.net/index.php?/projects/self-organisation-as-institution/

———

Daniela Castro is a writer and curator based in São Paulo. A graduate in Art History from University of Toronto (2003/Canada). She is currently co-curating the 3rd Aichi Triennial (Japan), has co-curated with Jochen Volz The Spiral and the Square: exercises on translatability at Bonniers Konsthall, Stockholm, which interchanged and travelled to Trondheim and Kristiansand, both in Norway (2011-12). Curated A Radically Condensed History of Post-Industrial Life LADO A/LADO B, an exhibition in LP format for the “Impossible Show” at El Spacio, Madrid, Spain (2010-11) and the TEMPORARY GALLERY in Köln, Germany (ongoing). Curated Lights Out, the inaugural exhibition at the Museum of Image and Sound – MIS (2008/São Paulo). Conceived and curated the Recombining Territories, an itinerant and interchanging exhibition that’s travelled seven capitals of Brazil (2006-2010). She’s been publishing widely in national and international art publications, and taught workshops on art writing and curatorial practices throughout Brazil.  Published her first book, co-authored with Fabio Morais, titled ARTE E MUNDO APÓS A CRISE DAS UTOPIAS, assim mesmo, em CAIXA ALTA e sem notas de roda-pé (Florianópolis: Par(ent)esis Art Book Publisher, 2010).

Anne Szefer Karlsen was curator for Lofoten International Art Festival – LIAF 2013 (with Bassam El Baroni and Eva Gónzalez-Sancho) and Associate Curator for Research and Encounters, Biennale Bénin 2012 (Artistic Director Abdellah Karroum). In 2015 she is the curator of the 8th Norwegian Sculpture Biennial. As Director of Hordaland Art Centre in Bergen, Norway (2008-2014) she curated several exhibitions and seminars, as well as further developed its residency programme. She initiated, and is Series Editor of, the book seriesDublett – a book series of twin publications consisting of a new artist book by and an anthology of commissioned texts on contemporary artists (2012-2015) and co-edited Self-Organised (Open Editions/Hordaland Art Centre, 2013, with Stine Hebert). Her interests are in artistic and curatorial collaborations as well as developing the language that surrounds art productions of today, linguistically, spatially and structurally.

——–

Recomended reading

http://www.generation-online.org/c/fc_rent1.htm
http://digamo.free.fr/dhbrief.pdf (Freedom’s Just Another Word chapter)

 



Manuela Moscoso

manuela

Quarta-feira dia 20 de maio as 19:30

Senna & Jones & Navarro: o fazer e o feito

Em 1931, Alfred North Whitehead retoma a noção de concern [1] tal como utilizavam os quakers [2] para conceber uma relação dinâmica, provocativa e oscilante entre sujeito e objeto. Graças a esta referência, Whitehead propõem as relações do sensível com base na estrutura da experiência, que, somente com o exercício da abstração, concretiza-se cognitivamente. O conceito de concern desestabiliza o equivalente e estabelecido sujeito/objeto por conhecedor/conhecido para entende-lo como um evento onde o sujeito não é estável nem o objeto permanente, onde os efeitos são sempre produzidos por provocações. Assim, o conhecimento entre entidades não se restringe necessariamente aos seres humanos.

A conversa será sobre o fazer e o feito e centra-se em nosso entender do que pode ser “coletivo”, intercedida por três casos contemporâneos extraídos da cultura visual e da arte de sacudir, dinamizar ou problematizar nosso entendimento do que é fazer e o que é feito com a finalidade de gerar esquemas dinâmicos dentro dos quais se pode promover e falar sobre o pensar artístico.

[1] texto original em espanhol utiliza a expressão da língua inglesa concern, pode ser traduzido como preocupação.

[2] texto em espanhol utiliza-se cuáqueros, em português denomina-se quaker ou quacre, movimento protestante britânico do século XVII.


Jorge Menna Barreto

Jorge Menna Barreto

Quarta-feira dia 13 de maio as 19:30

Paladar desterrado

Anotação 1: Encontro maçãs para vender em todos os supermercados das cidades e armazéns brasileiros. Encontro maçã para vender pelo mundo todo. Para cultivarmos a maçã no Brasil, precisamos de cerca de 60 aplicações de agrotóxicos; paladar colonizado, quer porque quer maçã Anotação 2: Na rua Benjamin Constant, indo para o CAPACETE, observo os verdinhos que nascem espontaneamente nas frestas da calçada. Entre eles, o Caruru e a Beldroega, dois matinhos comestíveis super ricos em nutrientes. Visíveis para os nossos ancestrais, tornaram-se invisíveis para o nosso olhar. Chaves: Matos comestíveis, agroecologia, site-specific, comer o local, locavorismo, ativismo alimentar, Robert Smithson: let the site determine what I would build, sucos específicos, o alimento como mediador da nossa relação com a terra, o que a gente come molda a paisagem na qual a gente vive, a boca como ferramenta escultórica, a plant-based diet, paladar colonial, PANC: plantas alimentícias não-convencionais, pensamento sistêmico, thinking like a forest, o sistema digestivo não começa na boca e nem termina no cu.
Jorge Menna Barreto é artista e pesquisador. Há 18 deixa que o lugar determine o que vai fazer e, mais recentemente, o que vai comer. Doutor em Poéticas Visuais pela USP, terminou em 2015 uma pesquisa de pós-doutorado na UDESC sobre relações possíveis entre agroecologia e as práticas site-specific em arte. É professor no Departamento de Linguagens Artísticas da UERJ desde abril desse ano.  
Dicas para consulta: 
1. Agrofloresta, ecologia e sociedade: http://goo.gl/dxDAxj
2. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: http://goo.gl/F0zCTo
3. Carta de Pero Vaz de Caminha, maio de 1500: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/500br/carta_caminha.htm
4. Raízes do Brasil: Sérgio Buarque de Holanda, 1935. 
5. Writings of Robert Smithson.  
6. Valdely Kinupp, especialista em PANC: https://www.youtube.com/watch?v=iieB_jhhaC0
7. Café Educativo: Paladar Cego http://www.31bienal.org.br/pt/events/1849
8. An introduction to thinking like a forest: http://shikigami.net/forest/introduction-thinking-like-forest/
11. Elaine Azevedo: Alimentos Orgânicos: Ampliando os conceitos de saúde humana, ambiental e social: http://livraria.folha.com.br/livros/culinaria-e-gastronomia/alimentos-organicos-elaine-azevedo-1188407.html

Tatiana Roque

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Quarta-feira dia 6 de maio as 19:30

Subjetivações e ação diagramática no capitalismo contemporâneo: a necessidade de um diagnóstico para além do humano, da representação e da linguagem

Tatiana Roque é professora da UFRJ, trabalha com filosofia francesa contemporânea, história e filosofia da ciência. Escreveu História da Matemática: uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas, Zahar, 2012.

 

 


Acácio Augusto

Acacio9

Quarta-feira 29 de abril as 19:30

– Anarquia como antipolítica e experimentação ético-estética.

Acácio Augusto

Doutor em Ciências Sociais (Política) pela PUC-SP e pós-doutorando com bolsa CAPES no Mestrado de Sociologia e Política da UVV (Universidade de Vila Velha), pesquisador no Nu-Sol (Núcleo de Sociabilidade Libertária da PUC-SP) e no NEUS (Núcleo de Estudos Urbanos e Socioambientais da UVV). Autor de Política e polícia: controles, cuidados e penalizações de jovens, Editora Lamparina, Rio de Janeiro, 2013

A anarquia é uma força política que, na história moderna, rompeu os limites representativos colocados pelo e em torno do Estado. Suas lutas não visam toma-lo ou reformá-lo, mas abolir o Estado. Para isto, os anarquistas colocam a urgência de abolir o poder em nós. Mais que uma utopia política, trata-se de uma prática associativa que valoriza e revolta e a produção de experimentações ético-estéticas para uma vida em combate com as forças que buscam governar as condutas. Proponho uma conversação a partir da exposição de experiências educacionais, de feitura de jornais, associações culturais e vida de alguns militantes, colidas ao longo da história, para questionar em torno da pertinência da anarquia hoje como modo de vida, uma força antipolítica que habita a existência de corpos em revolta.

Textos sugeridos para leitura:

Acácio Augusto. Política e antipolítica: anarquia contemporânea, revolta e cultura libertária. Tese de Doutorada. São Paulo: PUC-SP, 2013.

Edson Passetti & Acácio Augusto. Anarquismos e educação. Belo Horizonte: Ed. Autêntica, 2008.

Christian Ferrer. “Átomos soltos – a construção da personalidade entre os anarquistas no início do século XX” In Revista Verve. São Paulo: Nu-Sol, vol. 5, 2004, pp. 157-184.

Pietro Ferrua. “Jonh Cage, anarquista fichado no Brasil” In Revista Verve. São Paulo: Nu-Sol, vol. 4, 2003, pp. 20-31.


Restaurante das quintas-feiras

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Deguste nossa culinaria caseira a precos acessiveis: R$ 15

10 de junho – Roosevelt Pinheiro

3 de junho – Joen Vedel, Kadija e Oliver Bulasch

20 de maio –

13 de maio – Jorge Menna Barreto

6 de maio – Tatsuo Hida

29 de abril –

23 de abril – Helmut Batista

17 de abril – Amilcar Packer

10 de abril –

3 de abril –

25 de marco – Felix

18 de marco – Asia Komarova


Fabiane Borges

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Quarta-feira dia 22 de abril as 19:30
Sinopse: Ruidocracia e Tecnoxamanismo (Ancestrofuturismo)

Uma conversa sobre tecnologias ancestrais e contemporâneas a partir da ruidocracia (ataque intensificado de escuta num mundo em que tudo emite). Antropofagia de práticas rituais para ampliação dos campos de percepção, sensação e relação transhumanas.
Neo materialismo e perspectivismo, políticas de inconscientização: ações de rede – criação de processos imersivos para cuidados de si e da Terra.
Terra do lixo, lugares propícios para produção do xamanismo sujo (Estamira como profeta do lixo – esta mirada/miragem).
O lixo terreno e orbital como paradigma para pensar os modelos técnicos. vampiros da Corrogênese, o desejo da imortalidade corroendo a gênese humana.
O porvir e o fracasso civilizatório. A urgência da metareciclagem do campo das ficções.
Fabiane M. Borges é artista, psicóloga e ensaísta. Fez doutorado na Puc/SP cuja tese dedicou a Cultura Espacial – Utopias humanas intra e extra-terrenas. É autora de dois livros: Domínios do Demasiado (Hucitec 2010) e Breviário de Pornografia Esquizotrans (Ex. Libris 2010). Organizou dois livros com a rede de arte, mídia e software livre Submidialogia) Ideias Perigozas (Descentro 2011) e Peixe Morto (Imotirô 2011). Participa e colabora em redes como Metareciclagem, Tecnoxamanismo, Tecnomagias, Bricolabs, MSST (Movimento Sem Satélites).
Indicações para leitura:
– Bruno Latour – War and peace in an age of ecological conflicts Paris – Lecture prepared for the Peter Wall Institute Vancouver – 2013
– Davi Kopenawa and Bruce Albert – The Falling Sky – Ed. Harvard University Press. USA/2013
– Eduardo Viveiros de Castro. Metafisica Canibales – Líneas de Antropología Postestructural. Ed.Kats. Espanha. 2010
– Fabian Ludueña Romandini. Comunidade dos Espectros; I Antropotecnia. Ed. Cultura e Barbárie. Florianópolis SC/2012-2013
– Jeremy Narby. “The Cosmic Serpent: DNA and the Origins of Knowledge”. Ed. Georg. França/1998
– Laymert Garcia dos Santos – “Amazônia transcultural – xamanismo e tecnociência na ópera”. Ed. N-1, SP/2013
– Luis Lana – Antes o Mundo não Existia: A mitologia Heróica dos índios Desâna Ed. Livraria Cultura, SP/1980
LINKS:
Guaranis: do jejuvy à palavra recuperada, Fabiane Borges e Verenilde Pereira – Dourados MS/2008 https://www.diplomatique.org.br/acervo.php?id=2473
Eduardo Viveiros de Castro “Filosofia, Antropologia e o Fim do Mundo” – – – – – https://vimeo.com/78892524
História da Aldeia Maracanã, de Cabral a Cabral, Rio de Janeiro/2013 http://www.youtube.com/watch?v=0W5BVt2N6uo
Santuário dos Pajés – Brasília 2011 http://santuariodospajes.blogspot.com.br/
Fabiane Borges – Xamanismo Transversal, Sujo ou dos Ruídos – SEU (Semana Experimental Urbana) Porto Alegre – 2012 http://www.youtube.com/watch?v=Hj3TOIesxPw
FILMES
Terra Vermelha – Dir. Marco Bechis – Itália-Brasil – 2008
Xapiri – Filme experimental (Documentário) sobre o xamanismo Yanomami – Diretores: Leandro Lima, Gisela Motta, Laymert Garcia dos Santos, Stella Senra, Bruce Albert.
 

Pequeno Laboratório

cartaz Pequeno Laboratorio 2016

Pequeno Laboratório : Colocando a mão na massa

Em 2016, o Pequeno Laboratório do CAPACETE volta a funcionar para crianças de 3 a 12 anos. 
Gostaríamos de construir juntos um espaço especial para as crianças, os pais e nós onde trocaremos saberes em um ambiente em que todos podem aprender uns com os outros compartilhando suas habilidades! Oferecemos um espaço de livre brincar, experimentar, ver, falar, sentir, pesquisar, manipular e agir, criado a partir da convivência legítima com o outro! 

Na nossa vivência estarão presentes: música, línguas estrangeiras, visitas à ateliês, bicicleta, plantas, yoga, comida saudável e mais! Junte-se a nós para descobrir os novos experimentos do Pequeno Laboratório!
Toda quarta-feira de manhã 09 às 12h ou de 13 às 16h no CAPACETE, Rio de Janeiro
Preço: 220 reais por mês (com almoço incluído)
Começaremos logo depois do carnaval, dia 17/02
Informações: capacete@capacete.org
Visite nosso blog: https://capacetepequenolaboratorio.wordpress.com/

Mais informações

Pequeno Laboratório nasceu da constatação de que poucas atividades manuais e artísticas são oferecidas no Rio de Janeiro para crianças fora dos horários das escolas, e que, quando existem, são muito caras.
Além disso, na Rua Benjamin Constant, onde a residência CAPACETE está localizada, não há infraestrutura que permita as crianças a terem um lugar para praticar atividades de lazer perto de casa. Pequeno Laboratório pretende permitir que crianças tenham acesso a trabalhos criativos e educação artística proposta por profissionais da arte por um custo razoável, em ordem a ter uma abertura à outras formas de aprendizado; outros espaços sociais e criativos no dia-a-dia.

As interlocutoras das crianças:

Adeline Lépine (1984, Lyon, França)

Adeline Lépine cria situações, momentos específicos e espaços que permitam a reunião entre alguns alteridades (uma obra de arte, uma instituição, um artista, um  » público « , etc) para desencadear novas formas de convivência, pensamento coletivo, diálogo, ação e capacitação por focalizando os links que podem ser forjadas entre a criação e a vida cotidiana. Após estudar História da Arte e trabalhar com crianças em centros sociais, ela trabalhou em vários Centros de Arte e Museus na França como responsável pela parte educativa, programas culturais e eventos. Dês de 2002, ela faz parte da Mediation Culturelle Association, uma rede francesa de profissionais que estão interessados em programar para audiências de instituições da arte e cultura. Ela também é membro-fundadora do coletivo Máquina de Aprender Performance, um projeto artístico e interdisciplinar relacionado à ‘performance art’, iniciado em 2012. Adeline Lépine foi residente do Capacete em 2015 e é a fundadora associada com Caroline Valansi do Pequeno Laboratório.

Camilla Rocha Campos (1985, Barbacena, Brasil)

Artista, produtora, professora e pesquisadora, Camilla Rocha Campos transita num campo de uma arte colaborativa que acontece com a contribuição de pessoas em contextos carregados por ela de um tipo de humor e crítica. Nesse campo relacional, proposto por ela, se engendram experiências da arte contemporânea em produções artísticas, projetos em escolas e universidades e criação de contextos culturais envolvendo um público diversificado em jogos e viagens. Camilla é Mestre em História e Crítica de Arte pelo Instituto de Arte da UERJ (2011) e graduada em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ (2007). Professora da Universidade Cândido Mendes desde 2010, Camilla foi professora contratada da UERJ (2014) e UFF (2013). Trabalhou como pesquisadora e escritora auxiliar no projeto Radix-arte da autora Beá Meira para a Editora Scipione, elaborando materiais paradidáticos do ensino médio e fundamental (2008-2015). Em projetos autônomos e autorais como Workshop em curso, Camilla propõe um circuito de visitas em grupo a museus, centro culturais e bienais, dentro e fora do país, fomentando e mediando discussões in-loco enquanto experiências ali são vividas. Em 2016 é residente do programa Capacete.e

Helmut Batista, diretor do Capacete!

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Fundadora associada

Caroline Valansi (1979, Rio de Janeiro, Brasil )

Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Graduada em Cinema, com pós­graduação em Arte e Filosofia. Sua produção artística caminha entre o espaço coletivo e as histórias íntimas, trabalhando num fluxo transtemporal onde são borradas as fronteiras entre documento e ficção. Esta residente do CAPACETE neste ano.
Exposição individual: Memórias Inventadas em Costuras Simples, no CCJE – Centro Cultural Justiça Eleitoral, RJ, 2009. Exposiçoes collectivas: Parque Lage. Encruzilhada. Rio de Janeiro, 2015 ; El Parqueadero. Sin Querer Saberlo a cargo de Laagencia, dentro do Ciclo de videos Tutoriales. Bogotá, Colombia, 2015 ; Museu Nacional Honestino Guimarães, Situações Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea do Distrito Federal. Brasília, 2014 ; etc. Integrou o coletivo OPAVIVARÁ! [www.opavivara.com.br] (2007­2014) e é professora de fotografia e arte para alunos do ensino fundamental e médio. Rio de Janeiro.

 


Amilcar Packer & Jarbas Lopes

Quarta-feira dia 15 de abril as 19:30
Doris Criolla é uma máquina de pesquisa, um seminário público que parte da genealogia das palavras crioulo, criollo, créole e creole,  propondo uma reflexão sobre processos históricos, culturais e políticos em contextos pós-coloniais. Apostando na comensalidade, o trabalho se manifesta em experimentações relacionais durante almoços e jantares onde são servidos pratos de comidas “crioulas” acompanhados de apresentações que expandem e atualizam as pesquisas, estas que também se desdobram por meio de produção textual e contam com a colaboração de agentes de diversas práticas e disciplinas.
No dia 15 de abril de 2015, a partir das 19:30h, Doris Criolla fará a primeira de uma série de apresentações como parte do programa 2015 do CAPACETE. Nesse dia será servido ceviche com acompanhamentos e um drinque especial.
No mesmo dia apresentamos o livro do Jarbas Lopes
jarbas livro

Faça parte e apoie

O CAPACETE é um espaço de arte aberto e sem fins lucrativos, que incentiva e promove o pensamento contemporânea. Com 17 anos de existência, o CAPACETE realizou inumeros projetos de profissionais nacionais e internacionais na cidade do Rio de Janeiro e em outras cidades do Brasil e das americas.

 

Para continuar mantendo sua programacao o CAPACETE depende de contribuições variadas. O programa Amigos do CAPACETE é um plano de sócios direcionado a pessoas que acreditam na missão da instituição e desejam ter um envolvimento mais direto em suas atividades.

Com uma doação anual, você incentiva o desenvolvimento da arte e da cultura do Rio de Janeiro e do Brasil e ainda recebe uma série de benefícios. Escolha abaixo a melhor categoria para você e junte-se ao círculo de amigos que generosamente já colaboram com a manutenção do CAPACETE.

Entre em contato conosco pelo email contato@capacete.org para obter mais informações e fazer sua doação.

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AMIGO – A PARTIR DE R$100 (POR ANO)

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APOIADOR – A PARTIR DE R$600 (POR ANO)

10% de desconto no Bar do CAPACETE todas as quartas

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10% de desconto nos nosso produtos ecologicos (queijos, geleias, mel, cachaca etc)

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BENFEITOR – A PARTIR DE R$ 2.000 (POR ANO)

20% de desconto no Bar do CAPACETE todas as quartas

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20% de desconto nos nosso produtos ecologicos (queijos, geleias, mel, cachaca etc)

Menção no site do CAPACETE

  ———————————————–

PATRONO – A PARTIR DE R$6.000 (POR ANO)

50% de desconto no Bar do CAPACETE todas as quartas

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30% de desconto nos nosso produtos ecologicos (queijos, geleias, mel, cachaca etc)

Menção no site do CAPACETE

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MANTENEDOR ou “adote um residente”– A PARTIR DE R$15.000 (POR ANO)

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30% de desconto nos nosso produtos ecologicos (queijos, geleias, mel, cachaca etc)

10% de desconto  no programa de Inverno

Menção no site e na parede do CAPACETE

Convidado para diferentes eventos internos do CAPACETE como jantares dos participantes, visitas a estudios etc.


Office sharing

Venha trabalhar no nosso “office sharing

office sharing

Você pode usar nosso espaço para fazer reuniões ou simplesmente trabalhar algumas horas com internet banda larga.

Nossa casa fica perto do metro Gloria e de facil alcance com o metro ou outros meios publicos. Estacionamento interno para bicicleta. Estacionamento para carro tambem existe. A casa fica em uma rua sem saido portanto tem silencio e os espacos de trabalho podem ser tanto internos como externos. Ar condicionado nos espacos internos.

Preco por hora: R$ 10

Preco por dia: R$ 50

Preco por temporadas mais longas por favor consultar com: hotel@capacete.org


Holmes Wilson

holmes

Quarta-feira dia 8 de abril as 19:30

Holmes Wilson é parceiro amoroso de Giseli Vasconcelos, artista do programa anual Capacete 2015. Durante o dia, sua rotina é organizar pessoas para lutar por uma Internet melhor, como fundador da organização Fight for the Future: fightforthefuture.org. Durante a noite (tipicamente às quartas) ele canta karaokê.

Karaokê começou como uma simples paixão que logo se tornou um vício, uma terapia, um trabalho, uma tatuagem e uma video performance interativa – chamada Karaokecrime, que New York Times declamou como “um energético one-man cospe-fogo num interativo cantar junto…inspirando um mix de entusiasmo e reação súbita”.

Primeiro, Holmes apresentará seu trabalho.

Segundo, haverá 20 minutos de performance interativa (karaokecrime).

E ao fim, uma noite de karaokê com songbooks completos, pedidos e performances de artistas e convidados do Capacete.

obs.: Esta não é uma noite sobre karaokê,  isto vai além do karaokê, mas também *é* um karaokê. Isto é, você pode trazer seus amigos, comer, beber e cantar junto. Nós prometemos.
 


Cachaça Capacete e outros produtos

Experimente nossas incríveis cachaças artesanais

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CAPACETE Cachaça: 12, 18 e 25 Reais a garrafa

Queijo tipo parmesan: Kg 60 Reias

Geleias: pote por 16 Reais

Goiabada: pote por 16 Reais

Mel: potes por 15 e 30 Reais

Comprando os nosso produtos você estará contribuindo ao projeto como um todo. Faça parte!

Reciclamos a garrafa e você recebe a nova garrafa com o desconto (garrafa a 3 R$, 6R$, 7R$)


Livro para ler

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Livro para ler – 10 anos de capacete – publicado em 2008

Com textos de Jean-Pascal Flavien, Leonor Antunes, Teresa Riccardi, Hans Cristian Dany, Marcia Ferran, Olivier Zahm, Juan Valentin, Ligia Nobre & Kazuo Nakano

Frederikka Hansen, Peio Aguirre, Tatiana Roque & Paulo Oneto

 



Hospedagem Santa Teresa / Casa da Denise

A casa da Denise fica situado perto do Largo dos Guimarães, no centro de Santa Teresa – bairro boêmio do Rio de Janeiro. A casa/hotel tem 9 quartos podendo hospedar grupos e também hóspedes individuais.

Para reserva e preços por favor entrar em contato com Denise Milfont: milfont@gbl.com.br


Quem somos

O CAPACETE existe através de todos profissionais que por ele passaram nos 16 anos de existência entre 1998 a 2014.

São estes: Arto Lindsay, Marssares, Dominique Gonzalez-Foerster, Ricardo Basbaum, Ana Infante, Andrea Fraser, Marcel Dzama, Rubens Mano, Tiago Carneiro da Cunha, Bruno Serralongue, Pierre Huyghe, Ducha, Hans-Christian Dany, Miyuki Kawamura, Nobuyoshi Araki, Tsuzuki Kyoichi, Sharon Lockhart, Eija Liisa Ahtila, Brígida Baltar, Joachim Koester & Matthew Buchinkham, Uri Tzaig, Enrico David, Marie-Ange Guilleminot, Camila Rocha, Christian Lemmerz & Michael Kvium, Marepe, Stephen Dean, Jun Nguyen-Hatsushiba, Johan Grimonprez, Seppo Renval, Caspar Stracke, Paulo Vivacqua, Vimukti Jayasundera, Marcos Chaves, Brice Dellsperger, Tiago Carneiro da Cunha, Pierre Bismuth, Chelpa Ferro, Tetine, Felipe Lacerda, Miklos Gaál, Mika Taanila, Jari Haanperä, Anu Pennanen, Tellervo Kalleinen, Gabriel Lester, Michael Roy, Hasou Hongxiang, Susan Norrie, Duplus, Sanna Kannisto, Soni Kum, Angela Detânico e Rafael Lain, Thiago Rocha Pitta, Laura Erber, Lisa Rovner, João Modé, Carla Zaccagnini, Falke Pisano, Max Hinderer, Bik van der Pol, Amilcar Packer, Manuela Mosocos, Pablo Pijnappel, Yael Davids, GIA, Jonas Delaborde, Julien Previeux, Dorothée Dupuis, Stephen Pederson, Christodoulos Panayiotou, Pauline Bremmer, Clara Gensburger, Olga Robayo, Wolf von Kries, Francesca Macri, Irene Pittatori, Maaike Gouwenberg, Joris Lindhout, Eduardo Guerra, Marcel Türkopfsky, Elsa Bourdot, Trine Mee Sook Gleerup, Paola Anziché, Estelle Nabeyrat, Elise Florenty, Jonas Staal, Julia Ayerbe, Vivian Caccuri, Wouter Osterholt e Elke Uitentuis, Daragh Reeves, Daniele Marx, Massimiliano de Serio, Gianluca de Serio, Christoph Keller, Jacob Jurgensen, Jimmy Robert, DAG Nordbrenden, Thelmo Cristovam, Nicolas Robbio, Bernardo Stumpf, Alexandre Vogler, Jorge Menna Barreto, Wendelyn van Oldenborgh, Leandro Nerefuh, etc.



CAPACETE

A infra-estrutura principal do CAPACETE é uma casa no bairro da Glória, localizada na Rua Benjamin Constant, 131. O espaço é um antigo casarão destruído e reformulado com algumas técnicas ecológicas como captação de água da chuva, refrigeração através de teto verde e horta urbana. A casa dispõem de vários ambientes como 2 cozinhas, 3 quartos, uma varanda generosa, um pátio grande, um jardim de plantio, uma biblioteca e uma livraria.

Nesta casa acontecem a maior parte dos eventos do CAPACETE, tais como seminários, as apresentações das quartas-feiras, nossa livraria aberta ao público (sempre às quartas e quintas das 15h às 20h), assim como outras atividades dos participantes.

O espaço pode ser alugado para diferentes propostas. Por favor entrar em contato através do email: rent@capacete.net



Perguntas frequentes

Qual o custo do programa 2017 para cada participante?

O custo total do program é o custo de transporte até Athenas e os custos locais menos a moradia que sera oferecida. O custo de vida em Athenas é menor que na cidade do Rio de Janeiro ou em São Paulo. Acreditamos que com algo em trono de 300 a 500 euros.

Existe uma idade mínima ou máxima para se inscrever?
Não, aceitamos inscrições de candidatos de todas as idades. O importante é ressalatar que estamos focando nosso porgrama para participantes em ínicio de carreira. Individuos que já tenham algum processo elaborado de trabalhar e buscam esta possibilidade de se aprimorar e contribuir de maneira coletiva.

A hospedagem está incluída no programa?
A hospedagem está incluida no programa e neste momento iremos oferecer quartos compratidos. Ao longo deste ano iremos trabalhar para conseguir mais fundos para que cada participante tenha seu próprio quarto.

Quando devem chegar os participantes?
A data deve ser em torno do ínicio de março 2017

Qual o custo do visto?
Uma vez selecionados os participantes estrangeiros deverão procurar a embaixada ou consulado brasileiro mais perto (normalmente nas capitais) para ver quais documentos são necessários. A questão do visto é um porblema de constantes mudanças uma vez que respondem a lógicas políticas e podem ser muito diferentes para cada país em questão. O visto pode levar 2 meses para serem preparados e o custo gira em torno de 150 Reais no Brasil (oficialização dos papeis para pedir o visto), mais 100 Euros nos países em questão, e finalmente outros 230 Reais de custos de imigração uma vez que o participante estiver no Brasil onde precisa se registrar na Policia Federal. Estes valores estão sujeitos a mudanças!

Os seminários serão em que língua?
Os seminários serão em lingua inglesa. É indispensável uma razoável compreensão da língua inglesa para participar deste programa. Lembramos que iremos ter muitas palestras, e visitas de outros profissionais estrangeiros que terão as mesmas exigências.

É possível trabalhar durante o ano?
Os seminários ocorrerão em horários diferentes e ainda serão elaborados com os seminaristas e iremos adaptar ao máximo possível às exigências dos participantes. Visto que ao menos 8 participantes não serão da cidade de Athenas, e muitos dos seminaristas também não vivem na cidade e terão carga horária bastante exigente (média de 20 horas por seminário), acreditamos que caberá ao participante se ajustar as exigências da programação. Sublinhamos que o visto que receberemos não permite trabalho legalizado.

As horas exigidas pelo programa consistem em que?
Para o bom funcionamento, preços módicos e um espírito coletivo, o CAPACETE exige participação efetiva do candidatos de forma prática: manutenção da biblioteca que terá horário de abertura ao público, organização dos eventos, manutenção do site, tradução de textos etc. Esta carga horária de 8 horas semanais pode, dependendo do grupo, ter uma exigência completamente diferente desta estipulação inicial. Iremos debater esta problemática com os candidatos selecionados.

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Qual o custo do programa 2016 para cada participante?
O custo total do programa é de do valor total de R$ 40.000,00. Para cada participante, dependendo do seu país de origem, haverá uma solução específica de bolsa que cobrirá 85% do valor anual total do programa por participante (bolsa = R$ 34.000,00). R$ 6.000,00 deverão ser pagos pelos participantes. Caberá aos candidatos, junto com a equipe do CAPACETE, trabalhar para conseguir os fundos que irão cobrir os 85% (R$ 34.000,00). Após a seleção dos finalistas, daremos inicio à fase de captação, jutno com os selecionados. Os casos serão analisados e tratados individualmente. Para candidatos que não possuam qualquer possibilidade de financiamento junto a seus países de origem, o CAPACETE irá disponibilizar 2 a 3 bolsas referentes a 85% do valor total do programa. Vale ressaltar que neste caso também, caberá aos candidatos, com ou sem bolsa, contribuir com o valor de R$ 6.000,00, que deverá ser pago em 2 vezes; respectivamente no início do programa, em março, e em julho de 2015.

Existe uma idade mínima ou máxima para se inscrever?
Não, aceitamos inscrições de candidatos de todas as idades. O importante é ressalatar que estamos focando nosso porgrama para participantes em ínicio de carreira. Individuos que já tenham algum processo elaborado de trabalhar e buscam esta possibilidade de se aprimorar e contribuir de maneira coletiva.

Como funcionam as oportunidades de trabalho? Qual a carga horária? Quais os valores de remuneração?
Após a seleção, iremos analisar e discutir com os finalistas que estiverem interessados em fazer um estágio remunerado, junto a profissionais na cidade do Rio de Janeiro (veja lista dos nossos colaboradores de 2015 no programa). Estes estágios terão formas variadas, dependendo da necessidade dos profissionais envolvidos em oferecer estas vagas, e das capacidades de cada participante do programa (suas qualidades específicas; design gráfico, tradução, habilidades manuais etc.). Os casos serão analisados e tratados individualmente. Os estágios poderão ter de 10 s 20 horas semanais, ou outras equações, dependendo das necessidades dos profissionais e participantes envolvidos. O valor da remuneração serão elaboradores com cada profissional envolvido e independe do programa do CAPACETE. Sublinhamos que estes estágios se iniciam somente no més de abril uma vez que existe o més de adaptação do participante selecionado na cidade do Rio de Janeiro.

A hospedagem está incluída no programa?
A hospedagem não está incluida no programa e cabe a cada participante resolver esta equação. A equipe do CAPACETE irá, na medida do possível, ajudar a resolver esta questão. Neste momento, o CAPACETE tem à disposição 4 quartos, em um apartamento generoso no bairro da Gloria, com um preço mensal de R$ 1.500,00 por quarto, com tudo incluído (eletricidade, gas, internet etc.). Estes quartos serão postos à disposição para os interessados neste tipo de equação coletiva. Em 2015 conseguimos também uma colaboração com um artista local que se dispos a alugar sua casa com 5 quartas no bairro do Cosme Velho; portanto todos nossos participantes do programa 2015 foram confortavelmente hospedados. Esta equação, porém, esta sujeito a revisão para 2016. Iremos, após consulta dos candidatos finalistas, procurar outras soluções individuais ou coletivas referentes a moradia. É importante ressaltar que a moradia, na cidade do Rio de Janeiro, vem se tornando um problema cada vez mais agudo, exigindo maior flexibilidade dos inquilinos e forçando novas formas de convivência. Ciente deste problema, o CAPACETE, investirá esforços para conseguir solucionar da melhor maneira possível este ponto, ressaltando porém, que não pode se responsabilizar por achar uma solução perfeita e igualitária para todos os participantes selecionados.

Quando devem chegar os participantes?
Uma vez selecionados os participantes, iremos organizar as moradias e as respectivas burocracias (financiamento, vistos etc.). Caso um candidato brasileiro preferir buscar sua próprio hospedagem, aconselhamos que esteja aqui logo após o carnaval de 2015. As datas exatas do programa serão anunciados mais adiante no ano.

Qual o custo do visto?
Uma vez selecionados os participantes estrangeiros deverão procurar a embaixada ou consulado brasileiro mais perto (normalmente nas capitais) para ver quais documentos são necessários. A questão do visto é um porblema de constantes mudanças uma vez que respondem a lógicas políticas e podem ser muito diferentes para cada país em questão. O visto pode levar 2 meses para serem preparados e o custo gira em torno de 150 Reais no Brasil (oficialização dos papeis para pedir o visto), mais 100 Euros nos países em questão, e finalmente outros 230 Reais de custos de imigração uma vez que o participante estiver no Brasil onde precisa se registrar na Policia Federal. Estes valores estão sujeitos a mudanças!

É possível participar dos seminários separadamente?

Não. Exigimos dos candidatos participação em todas as oficinas, a não ser por razões de ordem maior e/ou profissional (exposição ou outras formas de trabalho). Todos os seminaristas irão realizar uma fala aberta ao público.

Os seminários serão em que língua?
Os seminários serão em lingua inglesa. É indispensável uma razoável compreensão da língua inglesa para participar deste programa. Lembramos que iremos ter muitas palestras, e visitas de outros profissionais estrangeiros que terão as mesmas exigências.

É possível trabalhar durante o ano?
Os seminários ocorrerão em horários diferentes e ainda serão elaborados com os seminaristas e iremos adaptar ao máximo possível às exigências dos participantes. Visto que ao menos 8 participantes não serão da cidade do Rio de Janeiro, e muitos dos seminaristas também não vivem na cidade e terão carga horária bastante exigente (média de 20 horas por seminário), acreditamos que caberá ao participante, carioca neste caso, se ajustar as exigências da programação. Por conclusão, os candidatos que tenham um emprego fixo, terão problemas reais de adaptação as exigências do programa. Por outro lado, outros trabalhos ou projetos com carga horária mais flexíveis, são muito bem vindos. Iremos discutir isto com os finalistas na medida que isto possa se tornar um dilema.

As 8 horas exigidas pelo programa consistem em que?
Para o bom funcionamento, preços módicos e um espírito coletivo, o CAPACETE exige participação efetiva do candidatos de forma prática: manutenção da biblioteca que terá horário de abertura ao público, organização dos eventos, manutenção do site, tradução de textos etc. Esta carga horária de 8 horas semanais pode, dependendo do grupo, ter uma exigência completamente diferente desta estipulação inicial. Iremos debater esta problemática com os candidatos selecionados.

Teremos um estudio individual para trabalhar?
O CAPECETE dispõe de uma sede/casa no bairro da Gloria onde funciona a biblioteca e onde irão acontecer a maior parte dos programas (seminários, oficinas, falas, encontros, comidas etc.). A casa/sede tem espaços flexiveis, e iremos adaptá-los às necessidades coletivas (mesas etc.). Não teremos espaços que atendam exigências individuais. O programa CAPACETE esta focado no pensar coletivo e as ações daí oriundas.

 


Atividades

 

O programa do CAPACETE foi concebido como uma fluida e adaptável plataforma de intercâmbio entre os participantes e os palestrantes e interlocutores. O programa irá anualmente oferecer nove seminários ministrados por 9 professores de diferentes origens. Os seminários terão a duração de 3 a 5 dias. Cada palestrante também fará uma palestra aberta ao público em geral. Para além disso, diferentes palestras, apresentações e eventos serão organizados ao longo do ano com outros conferencistas convidados.

Uma das ambições do nosso programa é fazer com que cada programa anual culmine em um projeto coletivo, concebido pelos participantes, e que poderá assumir qualquer formato (apresentações, performances, publicações, exposição, seminário, etc.). No entanto, de acordo com a lógica participativa do nosso projeto , ao invés de enquadrar isso como uma exigência, preferimos concebê-lo como um potencial cuja realização será decidida pelos próprios participantes .

Os participantes também serão incentivados a desenvolver projetos individuais. A utilização das instalações do CAPACETE o uso do escritório e do espaço expositivo, assim como outras infra-estruturas, serão disponibilizados para tais projetos , e o contato com instituições e agentes locais também será agenciado. O programa irá organizar viagens para diferentes locais, de acordo com o interesse do grupo de participantes selecionados (caminhadas, seminários em diferentes locais, etc.), e para isso, iremos colaborar com organizações similares no Brasil e na América do Sul.

Encontros individuais com profissionais locais e visitantes, bem como visitas a estúdios de artistas locais também serão oportunamente organizados. É importante notar que o CAPACETE não é um programa baseado em práticas de estúdio ou atelier. Instalações de trabalho estarão disponíveis e poderão ser organizadas levando em consideração caso a caso, mas espaços de trabalho designados especificamente, não serão fornecidos automaticamente para cada participante.

Algumas viagens também serão organizados uma vez que o grupo esteja constituido e deve levar em conta a programação geral do ano. Exemplo: viagem de estudo para Minas Gerais, projeto que faz parte do seminário de Carla Zaccagnini; uma viagem para outro país da america latina )deve ser realizada na medida que as finanças possibilitam) etc.

Nossa residência no Edifício COPAN, em São Paulo, será de pleno proveito para os participantes em suas visitas a São Paulo e para diversas formas de colaboração com profissionais desta cidade.


Participantes

 

O CAPACETE opera no nível do para-acadêmico e as inscrições para o programa são gratuitas e abertas para candidatos de qualquer idade, de todo o mundo, e que atuam na área da cultura. No entanto, a prioridade do programa é para pesquisadores em início de carreira. Não é imperativo que os candidatos possuam diploma universitário para sua elegibilidade, mas espera-se que o candidato tenha dedicação consistente em relação a sua própria investigação. Os candidatos podem ter uma formação educacional ou interesse em diferentes disciplinas (antropologia, dança, etc.), no entanto, é importante que os candidatos entendam as diretrizes do programa. Note-se que este programa herda e transforma 16 anos de atividades do CAPACETE Entretenimento. Assim, a fim de que se tenha uma melhor compreensão do CAPACETE, recomendamos olharem o documento em anexo, a fim de entender as especificidades deste cenário e contexto.

O CAPACETE reúne profissionais de diferentes formações e que estão totalmente investidos em sua prática. Portanto, será exigido que o participante conceda dedicação integral às atividades globais do programa .


Os participantes do programa 2016 são:

Anna Bak (Dinamarca)
Aurélia Defrance (França)
Caetano Maacumba (Brasil)
Camilla Rocha Campos (Brasil)
Ian Erikson-Kery (E.U.A.)
Jonas Lund (Suécia)
Julia Retz (Brasil)
Marilia Loureiro (Brasil)
soJin Chun (Canadá)
Soledad Leon (Chile)
Tali Serruya (Argentina)
Thora Doven Balke (Noruega)

Os participantes do programa 2015 são:

Caroline Valansi (BRASIL),
Daniel Jablonski (BRASIL),
Giseli Vasconcelos (BRASIL),
Lucas Sargentelli (BRASIL),
Joen Vedel (DINAMARCA),
Adeline Lepine (FRANCA),
Oliver Bulas (ALEMANHA),
Tanja Baudoin (HOLANDA),
Félix Luna (MEXICO),
Andrew de Freitas (NOVA ZEALÂNDIA),
Asia Komarova (RUSSIA),
Refilwe N Nkomo (AFRICA DO SUL),
Maricruz Alarcon (CHILE)


Custos e Taxas

 

Todos os participantes devem pagar uma taxa anual de participação no valor de R$ 6.000,00, a ser paga em duas parcelas (consulte a ficha de candidatura para obter mais informações). Esta taxa corresponde a 15 % do custo total de execução do programa. Os outros 85 % dos custos do programa serão abordados numa base individualizada, e que exigirá que os candidatos cubram os custos diretamente ou, em conjunto com o CAPACETE , recorrendo ao auxílio de fundações e instituições em seu país de origem, para o financiamento por meio de programas de incentivo e bolsas.

O custo anual para a realização do programa é de R$ 40.000,00 por participante. O CAPACETE pretende buscar bolsas para todos os participantes de até 85% deste valor (R$ 34.000,00). Este custo não inclui alojamento, alimentação, transporte ou outras despesas que possam incorrer aos participantes.

É intenção do CAPACETE, encontrar financiamento para o custear o programa para todos os participantes por meio de bolsas de fundações, governos e apóio do setor privado. CAPACETE irá trabalhar com cada candidato selecionado para encontrar a melhor solução financeira para a sua participação no programa, e custos de vida, em um sistema que irá considerar as necessidades individuais. Apesar de não podermos garantir esta ajuda financeira, é de nossa ambição, ajudar todos os candidatos aceitos a encontrar financiamento para os restantes 85 % das taxas do programa.

CAPACETE vai oferecer 2 a 3 subvenções aos candidatos que não têm acesso a bolsas de estudo e outros auxílios financeiros por meio de instituições nacionais e internacionais ou doadores privados. Estas bolsas não pretendem cobrir a taxa de participação fixa no valor de R$ 6.000,00. Estas taxas continuarão a ser a responsabilidade dos beneficiários.

CAPACETE também vai oferecer oportunidades de até 20 horas semanais de trabalho remunerado para os participantes interessados, de modo a auxiliar o financiamento de sua estadia no Rio de Janeiro. Até o presente momento, Antônio Dias, Ernesto Neto, Tiago Carneiro da Cunha, Daniel Steegmann, Galleria Nara Roesler ofereceram oportunidades de trabalho para o termo de 2015. Ao longo de 2014, esperamos conseguir mais possibilidades de parceria para atender às possíveis necessidades dos candidatos selecionados. Estes trabalhos consistem de estágios remunerados com artistas e instituições locais. Os participantes podem alugar um espaço em nossa estrutura (quarto privado ou compartido), ou podem encontrar o seu próprio alojamento (consulte a ficha de inscrição para maiores detalhes). Todos os participantes terão também que dedicar 8 a 10 horas por semana para a manutenção do espaço ( biblioteca, planejamento, plantio, cozinhar, limpar, etc.)


Participantes do programa 2016

Andrea Fraser

Andrea conduzirá uma oficina de quatro dias focada em uma série de abordagens psicanalíticas às relações de grupo, engajamento artístico e performance. O workshop irá incluir uma discussão de leituras que serão disponibilizadas; auto-estudo experimental de processo em grupo; exercícios de performance; e discussões em grupo de projetos dos participantes aplicando métodos variados.

Andrea Fraser é uma artista baseada em Los Angeles, cujo trabalho tem se identificado com performance, feminismo, arte contextual e crítica institucional. Ela foi uma membro-fundadora do grupo de performance feminista The V-Girls (1986-1996), da iniciativa baseada em projetos artísticos Parasite (1997-1998) e da galeria de arte cooperativa Orchard (2005-2008). Entre os livros sobre os seu trabalho estão A Society of Taste, Kunstverein München, 1993; Report, EA-Generali Foundation, 1995; Andrea Fraser: Works 1985-2003, Dumont Buchverlag, 2003; Museum Highlights: The Writings of Andrea Fraser, MIT Press, 2005, e Texts, Scripts, Transcripts, Museu Ludwig Köln, 2013. O Museu Ludwig Köln apresentou uma retrospectiva de seu trabalho em 2013, em conjunto com o recebimento do Prêmio Hahn Wolfgang. Ela é professora de Novos Gêneros no Departamento de Arte da Universidade da Califórnia, Los Angeles e docente visitante no Whitney Independent Study Program.

Pedro de Niemeyer Cesarino

Humanidade, pessoa e multiplicidade

O seminário tratará de refletir sobre as variações e transformações da noção de “humano” em distintos regimes ontológicos, tendo em vista os problemas da multiplicidade, da conexão, das relações de vizinhança, de limite e de devir. Serão apresentados casos provenientes de estudos etnográficos sobre sociedades ditas tradicionais ou não-ocidentais, a serem articulados com reflexões produzidas sobre o contexto hipercapitalista contemporâneo. Pretende-se, em outros termos, oferecer elementos para a compreensão de determinadas configurações do corpo e da pessoa envolvidos em distintos estatutos de humanidade e seus respectivos regimes de criatividade e de expressão.

Pedro de Niemeyer Cesarino é graduado em filosofia pela Universidade de São Paulo, mestre e doutor em antropologia social pelo Museu Nacional/ UFRJ. Deselvolve pesquisas em etnologia indígena (com ênfase em estudos sobre xamanismo e cosmologia), tradições orais, tradução e antropologia da arte. Foi Professor-Adjunto de Antropologia da Arte no Departamento de História da Arte da Universidade Federal de São Paulo. Atualmente, é professor do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, na área de pesquisa Antropologia das Formas Expressivas. É autor de Oniska – poética do xamanismo na Amazônia (São Paulo, Perspectiva, 2011) e Quando a Terra deixou de falar – cantos da mitologia marubo (Editora 34, 2013) e de diversos artigos publicados em revistas especializadas. Nos últimos anos, publicou também textos literários e trabalhos de dramaturgia.

 Leandro Cardoso Nerefuh

No contexto atual de previsões catastróficas de ‘fim do mundo’ por conta da ação humana destruidora dos sistemas da terra – acarretando mesmo em um novo período geológico: o antropoceno – esse módulo do programa vai desviar da nossa rota de colisão apocalíptica e apontar para algumas alternativas de futuro ou futurismos alternativos. Mais especificamente, iremos revisitar algumas propostas de cunho ‘futurista’ conforme articuladas na arte brasileira. Ou melhor, conforme articuladas a partir do ‘Brasil’ para o mundo. Propostas que aparecem no campo estético-experimental de forma sintética e programática. Isto é, não conclusiva e nem explicativa. E talvez por isso mesmo permaneçam a margem (como potencia) em relação a uma historiografia da arte global. São elas: Tecno-primitivismo, Tecno-brega, Construtivismo Tabaréu, Afrofuturismo, Exuberância Órfica. Frente a capitalismos informacional, cognitivo, tardio, desértico, solar, etc., o que essas propostas carregam de essencial é um giro tecnológico da diferença. A apropriação e a invenção tecno de todas as ordens: ultra hi-tech, ocultas, primitivas… que podem fornecer possibilidades de vislumbrar outros tipos de relações entre humanos, não-humanos e o planeta, e mesmo o cosmos.

A partir de exemplos da poesia, kinema, literatura, música, teoria especulativa e cultura popular, esse módulo do programa irá traçar uma genealogia de certas ideias de futuro alternativo e pensar no seu potencial para os dias de hoje. Além de desenvolver exercícios práticos a serem realizados em grupo. O módulo contará ainda com a participação de artistas convidados.

 Leandro Nerefuh (1975) vive em Sum Paulu, Brasil. É artista-pesquisador graduado em História da Arte (Goldsmiths College, 2007) e mestrado em Estudos Culturais (London Consortium, 2009). Trabalha com a tradução formal de narrativas históricas, com especial interesse pela América Latina. Entre exposições recentes, destacam-se ‘Radical Software’, W139, Amsterdam; ‘33 Panorama da Arte Brasileira’, MAM – SP; ‘Agitprop Abyssal’, Galeria Nacional Zacheta, Varsóvia; ‘Contra Escambos’, Palácio das Artes, Belo Horizonte; ‘Mobile Radio’, 30 Bienal de São Paulo; ‘Arquivo Banana’, 17 Festival Sesc VideoBrasil; ‘Memorias Disruptivas’, Museu Reina Sofia Madrid; ‘Talk Show’, Institute of Contemporary Arts, Londres. Leandro é também membro- fundador do PPUB, Partido pela Utopia Brasileira, atuante no Brasil, Paraguai e Uruguai.

Max Jorge Hinderer Cruz

O que é ideologia? E que é a crítica da ideologia? A ideologia é sempre anterior a nossa fala? Necessariamente determina o que pensamos? Determina a quem amamos e com quem brigamos? É só em nossa cabeza, ou tem a ver com nossos sentimentos, nossos corpos, nossos desejos, os psicotrópicos que consumimos? Partindo de discursos da década do 1960 o curso vai procurar entender em qué consistiu o que chamaremos de “giro estético” da crítica da ideologia pós-marxista, e falando em sexo, drogas e rock’n’roll articularemos práticas estéticas (e artísticas) com noções como a da “Micropolítica” e a “Microfísica do poder” para entender as formas e forças que governam nosso cotidiano.

Max Jorge Hinderer Cruz é um escritor e editor boliviano-alemão, e vive em São Paulo. Junto com Suely Rolnik, Pedro Cesarino e Amilcar Packer integra o núcleo coordenador do Programa de Ações Culturais Autônomas (P.A.C.A.). Foi curador do projeto de exposição e publicação “Principio Potosí”, apresentado no Museo Reina Sofia em Madri, o Haus der Kulturen der Welt de Berlim, e no Museo Nacional de Arte e MUSEF de La Paz em 2010 e 2011; e é autor do livro “Hélio Oiticica e Neville D’Almeida: Cosmococa” publicado por Afterall/MIT Press em 2013 e Capacete Entretenimentos e a editora Azougue, Rio de Janeiro em 2014.


História 1998-2014

 

CAPACETE Entretenimentos é uma iniciativa autônoma fundada no Rio de Janeiro em 1998 por Helmut Batista, e que em 2009 passou também a funcionar em São Paulo. Nossas atividades gravitam ao redor de um programa internacional de residências artísticas de pesquisa, que recebe artistas, críticos e curadores por períodos de 2 a 6 meses, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, Brasil.

Nossa estrutura acolhe projetos e práticas estéticas e conceituais que operam como interfaces de mediação, e que engajam profissionais de diversas comunidades e disciplinas. Apoiamos diferentes velocidades para a produção, oferecendo aos residentes uma situação privilegiada para a troca e o pensamento crítico, facilitando a aproximação com o contexto local, história das cidades, seus habitantes e as dinámicas políticas sociais.

Ao longo de 15 anos, o CAPACETE recebeu mais de 300 profissionais em residência, e junto a outros convidados, ampliou suas atividades com apresentações públicas, palestras, seminários, workshops e performances, publicações e exposições, entre diferentes eventos e formatos, ações e estratégias para fornecer conteúdo, contribuir com a formação de jovens profissionais e desenvolver o debate crítico no contexto local.

Nossas atividades são públicas e gratuitas, e a participação nos programas aberta a todos, ou é feita por um procedimento de selecção via chamadas abertas.

Para seu funcionamento, o CAPACETE conta com uma rede de parcerias estáveis e financiamento via agências governamentais de cooperação, e fundações de ambito artístico como o Danish Art Council, Office Contemporary Art Norway, Fonds/Mondrian – Holanda, Goethe Institut São Paulo, Consulado francês no Rio de Janeiro, Calq – Canadá, Réso – Itália, , Air Warsaw – Polônia; e colabora regularmente com organizações como IASPSIS – Suécia, Gasworks – Inglaterra, HIAP – Finlândia, Triangle Network, Transartists, Prince Klaus Foundation, Red Iberoamericana de residencias.

– O PROGRAMA DE RESIDÊNCIAS –

O nosso programa de residências funcionou a partir da prática artística e no campo curatorial. Trabalhamos em estreita colaboração com os nossos residentes catalisando interconexões contextuais, transdisciplinares e discursivas, agenciando projetos de pesquisa e produção de trabalhos. O programa não exige a conclusão de um projeto ou a produção de um objeto final. Ao mesmo tempo, espera um total engajamento pelo residente no nosso programa e atividades, e motivação para troca com o contexto local.

Parte da natureza do CAPACETE é apoiar as práticas artísticas a médio e longo prazo. Por isso, muitas vezes concebemos a possibilidade de trabalhar ao longo de anos para uma segunda ou terceira residência ou parceria, caso seja necessário para o desenvolvimento do projeto, e haja interesse em ambas as partes em continuar colaborando.

2014

29/01 – 28/02 – Anick Kleizen (Holanda)
30/01 – 30/06 – Rieke Vos (Holanda)
10/06 – 10/09 – Dorothee Dupuis (França)

2013

29/01 – 28/02 – Bik van der Pol (Holanda)
30/01 – 30/06 – Yael Davids (Holanda)
25/02 – 25/04 – GIA (Bahia / Brasil)
10/06 – 10/09 – Jonas Delaborde (França)

01/09 – 31/12 – Julien Previeux (França)

2012

01/03 – 31/06 – Stephen Pederson (Dinamarca)
01/03 – 31/08 – Jonas Staal (Holanda)
01/03 – 31/03 – Julia Ayerbe (Brasil)
01/04 – 31/05 – Pablo Pijnappel (Brasil)
01/04 – 31/07 – Vivian Caccuri (Brasil)
01/06 – 31/08 – Julian Bismuth (França)
01/06 – 31/08 – Wouter Osterholt e Elke Uitentuis (Holanda)
01/08 – 30/09 – Daragh Reeves (Inglaterra)
01/09 – 25/12 – Daniele Marx (Brasil)
01/09 – 31/10 – Bik van der Pol (Holanda)
01/07 – 31/08 – Massimiliano de Serio (Italia)
01/07 – 31/08 – Gianluca de Serio (Italia)

30/10 – 01/02 – Christoph Keller (Alemanha)
01/11 – 25/12 – Jacob Jurgensen (Dinamarca)
01/09 – 31/11 – Jimmy Robert (França)
01/09 – 26/12 – DAG Nordbrenden (Noruega)
01/06 – 30/09 – Thelmo Cristovam (Brasil)
01/08 – 30/11 – Nicolas Robbio (Argentina)
01/05 – 30/08 – Bernardo Stumpf – (Brasil)

Em 2011
01/02 – 31/05 – Christodoulos Panayiotou (Chipre)
13/01 – 30/04 – Alexander Vaindorf (Russia/Suécia)
08/01 – 30/04 – Raquel Guerra (Portugal)
01/03 – 31/07 – Falke Pisano (Holanda / Alemanha)
01/03 – 31/07 – Max Hinderer (Bolivia / Alemanha)
01/03 – 31/05 – Pauline Bremmer (Holanda)
01/03 – 31/06 – Trine Mee Sook Gleerup (Dinamarca)
24/06 – 14/08 – Macrì Pittatore (Italy)
24/06 – 14/08 – Irene Ninika (Italia)
15/08 – 14/10 – Paola Anziché (Italia)
01/08 – 30/09 – Estelle Nabeyrat (França)
01/09 – 23/12 – Elise Florenty (França)
01/08 – 30/11 – Olga Robayo (Colombia/Noruega)
01/09 – 30/12 – Wolf von Kries (Alemanha)
01/09 – 30/12 – Maaike Gouwenberg (Holanda)
01/09 – 30/12 – Joris Lindhout (Holanda)
01/09 – 30/12 – Eduardo Guerra (Portugal)
01/09 – 23/12 – Marcel Türkopfsky (Alemanha)
01/09 – 23/12 – Elsa Bourdot (França)
01/09 – 23/12 – Clara Gensburger (Françae)

01/08/2011 – 30/08/2011

Programa de residências para agentes culturais da América Central e do Sul

Ana Luisa Lima – Revista Tatuí – Recife/PE, Brasil.
Lilian Maus – Ateliê Subterrânea – Porto Alegre/RS, Brasil.
Samantha Moreira- Ateliê Aberto – Campinas/ SP, Brasil.
Francisca Caporalli – JACA – Belo Horizonte/MG, Brasil.
Paulina Varas – Crac Valparaiso – Valparaiso, Chile.
Alicia Herrero – LIPAC – Buenos Aires, Argentina.
Rodrigo Quinjano – curador/gestor independente – Lima, Peru.
Olga Robayo – El Parche – Bogotá/Colômbia – Oslo, Noruega.
Mauricio Marcin – Gestor independente – Cidade do México, México.
Luis Alarcón e Ana Maria Saavedra – Galeria Metropolitana – Santiago, Chile.
Mauricio Carmona – Taller 7 – Medellin, Colômbia.

2010

Capacete Entretenimentos para a 29ª Bienal de Art São Paulo.

01/03 – 30/04/2010 – Cristina Ribas (Brasil).
01/03 – 30/04/2010 – Sarah Farah (Nova Zelândia / Holanda).
01/03 – 30/05/2010 – Julia Rometti e Victor Costales (Equador/ França).
01/03 – 30/06/2010 – Santiago Garcia Navarro (Argentina).
01/05 – 30/05/2010 – Kasper Pederson (Dinamarca).
18/05 – 17/11/2010 – Adriana Pineda (Colombia).
01/06 – 30/09/2010 – Adria Julia (E.E.U.U. / Espanha).
01/07 – 30/07/2010 – Ducha (Brasil).
01/07 – 30/10/2010 – Jean-Pascal Flavien (França).
10/07 – 15/10/2010 – Mariana Castillo Deball (México / Holanda).
19/07 – 02/09/2010 – Sasha Huber (Suissa / Finlândia).
02/08 – 31/08/2010 – Adriana Lara (México).
20/08 – 26/09/2010 – Gabriel Lester (Holanda).
15/08 – 31/10/2010 – Jonas Ohlsson (Holanda / Suécia).
15/08 – 31/10/2010 – Daniele Bersham (Holanda / Alemanha).
01/09 – 31/09/2010 – Otto Berchem (Holanda /E.E.U.U.).
01/10 – 31/10/2010 – Hans Christian Dany (Alemanha).
01/10 – 31/01/2010 – Mako Ishizuka (Japão).

01/03 – 30/04/2010 – Carla Zaccagnini (Brasil).
01/03 – 30/04/2010 – Liz Linden (E.E.U.U.).
01/03 – 30/06/2010 – Wouter Osterholt (Holanda).
01/03 – 30/06/2010 – Elke Uitentuis (Holanda).
01/04 – 30/05/2010 – Amilcar Packer (Brasil).
01/05 – 30/06/2010 – Vitor Cesar (Brasil).
01/06 – 30/06/2010 – Kasper Pederson (Dinamarca).

01/06 – 30/09/2010 – Adria Julia (E.E.U.U. / Espanha).
01/07 – 30/09/2010 – Louidgi Beltrami (França).
01/07 – 30/09/2010 – Elfi Turpin (França).
01/07 – 30/09/2010 – Tamar Guimarães (Brasil / Dinamarca).
10/08 – 26/09/2010 – Raimundas Malasauskas (Lituania).
01/08 – 30/12/2010 – Bart Lodewijks (Holanda).
01/09 – 31/12/2010 – Lise Harlev (Dinamarca).
01/09 – 31/12/2010 – Anders Smebye (Noruega).
01/10 – 31/12/2010 – Daniel Salomon (França).

 – ROAD : residência móvel –

Road é um programa de residência móvel projetado para servir como plataforma para projetos artísticos e pesquisas que acontecem em deslocamento pelo continente Sulamericano.

2013 – Versão BOAT 3.1.8. – com Christoph Keller, Mariana Lanari, Bik Van der Pol, João Modé, Helmut Batista e Amilcar Packer, a convite de Anne Ballester Soares e escola Xapomi/Puraquêquara, Manaus > Santa Isabel do Rio Negro, Amazonas).

2012 – Versão 2.7.1 – com Sofia Caesar, Lucas Sargentelli, Ícaro Lira e Bruno Jacomino (trecho percorrido – Rio de Janeiro > Fordlândia, Pará)

– Versão 1.6. – com Julia Rometti & Victor Costales (Peru > Colombia).

– Versão 1.5. – com Gabriel Lester (trecho percorrido – Lima, Peru > Quito, Ecuador).

– Version 1.4 com João Modé e Helmut Batista – exposição na Galeria La Culpable, Lima, Peru (trecho percorrido – La Paz, Bolivia > Lima, Peru).

– Version 1.3 com Olivier Poujade (trecho percorrido – Valpariaso, Chile > La Paz, Bolivia).

– Version 1.2 com Carla Zaccagnini – projeto de exposição durante o EiEi encontro de espaços independentes em Valparaiso, Chile.

– Version 1.1 com Ducha e Helmut Batista, – exposição na Galeria Metropolitana, Santiago, Chile.

 – EDUCAÇÃO –

 As atividades do CAPACETE apoiam as pesquisas específicas de seus residentes e simultaneamente fornecem ao contexto local programas educativos gratuitos em diversos formatos e durações. Estas atividades incluem a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos residentes, e apresentações de outros convidados estrangeiros e locais. Desde 2007, o CAPACETE promove um programa de formação continuiada, com duração de 10 meses, e para um grupo selecionado de até 15 jovens profissionais.

Em janeiro de 2012, em colaboração com o artista espanhol Daniel Steegmann Mangrané e o artista paulistano Amilcar Packer, foi organizada a primeira edição da Universidade de Verão, e que com duração de 3 semanas, promove seis oficinas para um grupo de 14 jovens profissionais, e 4 apresentações públicas. Em janeiro de 2013 ocorreu a segunda edição.

As oficinas pretendem proporcionar aos profissionais locais, a possibilidade de trabalhar com uma gama diversificada de profissionais e praticantes de uma ampla gama de disciplinas que estão conectados com o pensamento crítico em arte. Por sua vez, as apresentações públicas buscam abrir o programa de pesquisas para um público mais amplo, assim promovendo o debate público critica.

 O programa ROAD também contribui para expandir o nosso compromisso educacional, já que os residentes participantes realizam palestras e oficinas, em algumas das cidades visitadas. ROAD / BOAT fui uma edição realizada no Alto Rio Negro, Amazonas, na qual 7 artistas que desenvolvem trabalhos em educação, se reuniram com 4 professores Yanomami e 5 de seus alunos, para debater sobre os desafios da educação em contextos específicos.

 

Oficinas e programas educativos

 

2013

Máquina de Escrever

Grupos de estudos e de trabalho em curadoría e escrita crítica. (com apoio da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, Institut Français, Goethe Institut – SP, Casa do Povo).

 

Universidade de verão

(uma iniciativa de Daniel Steegmann Mangrané em parceria com o CAPACETE Entretenimentos)

6 oficinas – Max Hinderer (critico / Alemanha), Falke Pisano (artista / Holanda), Kaira Cabañas (historiadora da arte / Columbia University, NY/E.E.U.U.), Manuel Raeder (designer / Germany), Benjamnin Mayer-Khramer (historiador da arte / Universidade de Leipzig, Alemanha), Amilcar Packer (artista / Brasil).

4 palestras – Luis Camilo Osorio (curador, diretor MAM-RJ / Brasil), Sergio Martins (crítico / Brasil), Fernanda Gomes (artista / Brasil), Pedro de Niemeyer Cesarino (antropólogo / Brasil).

 

2012

Universidade de verão

(uma iniciativa de Daniel Steegmann Mangrané em parceria com Goethe Institut – São Paulo, e o CAPACETE Entretenimentos)

6 oficinas – Amilcar Packer (artist / Brasil), Suely Rolnik (critic / Brasil), Renata Lucas (artist / Brasil), Kaira Cabañas (art historian / Columbia University NY/E.E.U.U.), Manuel Raeder (designer / Germany), Benjamnin Mayer-Khramer (art historian / University of Leipzig)

4 palestras – Pablo Léon de la Barra (curator / Mexico), Sergio Martins (critic / Brasil), Ricardo Basbaum (artist / Brasil), Ernesto Neto (artist / Brasil).

 

Programa Aula 2012 Rio de Janeiro

(em parceria com a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro)

6 oficinas – Pablo Pijnappel, Vivian Caccuri, Daniele Marx, Nicolas Robbio, Bernardo Stumpf, Thelmo Cristovam

 

2010

Máquina de Responder

(para a 29a Bienal de Arte de São Paulo)

9 oficinas coordenadas por Jorge Menna Barreto (artista / Brasil) e Helmut Batista (artista / Brasil) – Marcia Ferran (urbanista / Brasil), Mariana Castillo Deball (artista / Mexico), Afonso Luz (agente cultural / Brasil), Raimundas Malasaukas (curador / Lithuania), Carla Zaccagnini (artista / Argentina), Ana Paula Cohen (curadora / Brasil), Santiago García Navarro (escritor / Argentina).

 

– Apresentações e Seminários –

 

2012

Teatro Ipanema, Rio de Janeiro

16/10 – “Exposição”, foi uma proposta de Julien Bismuth, Helmut Batista e Amilcar Packer, com a participação dos artistas convidados Renata Lucas, Runo Lagomarsion, Nicolas Robbio, Pablo Pijnapel & alunos AULA, Ducha, Ricardo Basbaum, Lucas Sargentelli, João Modé, Jarbas Lopes, Daniele Marx, Luiza Marcier, Aleta Valente, Daragh Reeves, Sofia Caesar, Vivian Caccuri e Pedro Victor Brandão – Rio de Janeiro, Brasil.

 

30/08 – “Campos de Reconfigurações Eletromagnéticas”, Thelmo Cristovam e Fernando Torres

 

26/07 – “Imprevisibilidade e Justeza”, Lisette Lagnado, Arto Lindsay, Vivian Caccury e Pedro Sá

 

19/09 – Paraíso Ocupado – um projeto de Wouter Osterholt & Elke Uitentuis, exposição em um showroom abandonado na Avenida Evandro Lins e Silva / Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil.

 

2010

Teatro de Arena para a 29a Bienal de Arte de São Paulo

27/11 – Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos (lançamento do livro “Um Homem Chamado Amor” de Tamar Guimarães).

04/11 – Geir Haraldseth, Anders Smebye, Roberto Winter and Luiza Proença

28/10 – Hans Christian Dany / Arto Lindsay, Lisette Lagnado, Vivian Caccuri e Pedro Sá.

06/10 – Marta Bogeá e Jean Pascal Flavien.

29/09 – Tamar Guimarães e Kasper Akhøj.

24/09 – Afredo Jaar e Agnaldo Farias / Cildo Meireles e Moacir dos Anjos.

23/09 – Kendell Geers, Nastio Mosquito e Fernando Alvim / Raqs Media Collective e Sarat Maharaj / David Claerbout e Pedro França.

22/09 – Yuko Hasegawa, Qui Anxiong e Chen Chieh-jen / Lars Bang Larsen & Joachim Koester / Dora Garcia e Chus Martines.

18/09 – Hans Ulrich Obrist – lançamento do volume 3 do livro ‘Entrevistas’.

17/09 – Raimundas Malasauskas, Gabriel Lester, Bik van der Pol, Otto Bersham, etc.

15/09 – Suley Rolnik e Manon de Boer.

09/09 – Louidgi Beltrame e Wagner Morales.

08/09 – Andrea Fraser.

26/08 – Sasha Huber, Maria Helena Machado e John Monteiro.

18/08 – Tiago Carneiro da Cunha e Mariana Castillo Deball.

12/08 – Romulo Fróes, Eduardo Climachauska, Nuno Ramos e Keila Kern.

04/08 – Wendelien van Oldenborgh e Raquel Garbelotti.

22/07 – Adria Julià com Madalena Bernardes, Carlos Alberto Franzoi, Gleison Vieira.

14/07 – Ducha e Jean-Pascal Flavien.

24/06 – Jimmie Durham e Maria Thereza Alves.

22/06 – Raquel Garbelotti com Cauê Alves, Ilana Feldman e Ismail Xavier.

02/06 – Rina Carvajal, Moacir dos Anjos, Agnaldo Farias, Chus Martínez, Yuko Hasegawa, Fernando Alvim e Sarat Maharaj.

26/05 – Teresa Riccardi e Julia Rometti & Victor Costales.

12/05 – Santiago Garcia Navarro e Carla Zaccagnini.

29/04 – Milton Machado e Martin Beck.

28/04 – Renata Lucas e Carlos Bunga.

14/04 – Daniela Castro, Inti Guerrero, Luisa Duarte e Sarah Farrer.

24/03 – Cristine Ribas e Wouter Osterholt & Elke Uitentuis.

11/03 – Jeremy Deller e Amilcar Packer.

10/03 – Anri Sala.
– Participação em Exposições Coletivas –

 

2011 – “Itinerários / Itinerâncias” Panorama da Arte Brasileira no MAM – SP, Brasil

2010 – “NO SOUL FOR SALE”, projeto na TATE Modern, Londres Inglaterra

2010 – “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”, 29ª Bienal de Arte de São Paulo, Brasil

2009 – “Grito e escuta” – 7ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil

2008 – “Em vivo contato” – 28ª Bienal de Arte de São Paulo, Brasil

2008 – “Micro-State CAPACETE”- Friedrich Petzel gallery, NY, E.U.A.

2004 – “PR04”- 1a Bienal de Arte de Puerto Rico, San Juan, Puerto Rico

2003 – To Be Political It Has To Look Nice, Apexart, Nova Iorque, E.U.A.

2003 – “Desarrumado”, Panorama da Arte Brasileira”, Museu de Arte Moderna-SP, Brasil

2002 – “Iconografías metropolitanas” – 25ª Bienal de Arte de São Paulo, Brasil

– Publicações –

As publicações feitas pelo CAPACETE são projetos editoriais organizados em colaboração com artistas e outros agentes do pensamento crítico. Expressam o nosso engajamento a médio e longo prazo com os profissionais residentes, seus projetos de pesquisa e a produção de conhecimento.

2013

Jean-Pascal Flavien – Re-two person house, ed. CAPACETE e Devonian Press

Jean-Pascal Falvien – Landscape house, ed. CAPACETE e Devonian Press

Jean-Pascal Flavien – Dialogues, ed. CAPACETE e Devonian Press

2012                

Máquina de Responder, arquivo de textos sobre a Bienal de São Paulo, vários autores.

2011

Road, for the “Panorama da Arte Brasileira 2011”, MAM-SP, Brasil

2010

– Julia Rometti e Victor Costales – Without Rain Partial Nights Aerial Days

– Tamar Guimarães – Um Homem Chamado Amor

– Sasha Huber – Rastros e raças de Louis Agassiz: fotografia, corpo e ciência, ontem e hoje.

– Hans Christian Dany – Speed

2008

Livro para ler : 10 anos do CAPACETE, vários autores.

– Jornal PLANETA CAPACETE 2001 / 2004

PLANETA CAPACETE foi uma publicação trimestral com tiragem de 5.000 copias por edição, e que foram gratuitamente. Cada edição foi produzida em colaboração com um artista

– Jornal nº 12 / 2004 – por Kelly Santos

– Jornal nº 11 / 2004 – por Kelly Santos – catálogo de Efrain Almeida.

Jornal nº 10 / 2004 – por Edson Barrus – catálogo de Marepe.

– Jornal nº 09 / 2004 – por Angela Detanico and Rafael Lain – catálogo de Carla Zaccagini.

– Jornal nº 08 / 2003 – por Camila Rocha – catálogo de Jarbas Lopes.

– Jornal nº 07 / 2003 – por Ana Infante.

– Jornal nº 06 / 2003 – por Carla Zacanigni – catálogo de Ducha.

– Jornal nº 05/ 2003 – with Lucia Koch – com textos de Lemmerz & Michael Kvium, Andrea Fraser, Johan Grimonprez, Jun Nguyen-Hatsushiba, Stephen Dean, Ducha, Marepe, Simone Michelin, Shirin Neshat, Dino Raymond Hansen, Catherine Bernard, Paula Toppila, Seppo Renvall, Lars Movin, Catherine Bernard, HAPAX, Camillo Osório, among others.

– Jornal nº 04 / 2002 – Helmut Batista – com textos de Agnaldo Farias, Francisco Farias, Ducha, Cristiana Tejo, Eduardo Frota, Elida Tessler, Jeff Koons, Christian Viveros-Fauné, Rubens Mano, Marcos Chaves, Elein Fleiss, Julião Sarmento, Lisette Lagnado, Celso Favaretto, Daniela Labra among others.

– Jornal nº 03 / 2002 – with Laura Lima – com textos de Guilherme Vergara, Maurício Dias, Eduardo Azevedo, Ivo Mesquita, Laura Marsiaj, Luiz Andrade, Maria Eugênia, Agnaldo Farias, Yuki Kamiya, Ducha, Newton Goto, Rosângela Rennó, Nicola von Senger, Christian Lemerz, Daniela Labra, Ernesto Neto and Simone Michelin.

Jornal nº 02 / 2002 –Helmut Batista – com textos de Cecília Cotrim, Luiz Andrade, Márcia X, Glória Ferreira, Marc Pottier, Ana Teresa Jardim, Márcio Ramalho, Hans-Ulrich Obrist, Navin Rawanchaikul, among others.

Jornal nº 01 / 2001 – Taro Amano – com textos de Newton Goto, Camila Rocha, Dominique Gonzáles-Foester, Sharon Lockhart, Eija-Liisa Ahtila, Brígida Baltar, Uri Tzaig among others.

– CINEMA CAPACETE –

Cinema CAPACETE são programas de projeções de filmes de artista que funcionam em colaboração com outras iniciativas, fetivais e exposições, como o Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, e a Bienal de São Paulo.

2005

Cinema Capacete V – Florianópolis Cinema, “loop // not video, nor cinema, neither television” – Soni Kum (Korea do Norte), Sanna Kannisto (Finlândia), Angela Detânico e Rafael Lain (São Paulo), Thiago Rocha Pitta (Rio de Janeiro), Laura Erber (Rio de Janeiro), Dominique Gonzalez-Foerster (France), Lisa Rovner (New York), Carla Zaccagnini (São Paulo) and Eli Sudback (New York).

Cinema Capacete V/ International Film Festival of Rio de Janeiro – “loop // not video, nor cinema, neither television” – Soni Kum (Korea do Norte), Sanna Kannisto (Finlândia), Angela Detânico e Rafael Lain (São Paulo), Thiago Rocha Pitta (Rio de Janeiro), Laura Erber (Rio de Janeiro), Dominique Gonzalez-Foerster (Franca), Lisa Rovner (New York), Carla Zaccagnini (São Paulo) and Eli Sudback (New York).

 2004

Cinema Capacete IV / “loop // not video, nor cinema, neither television” – com Brigida Baltar, Gabriel Lester, Michael Roy, Hasuo Hongxiang, Duplus e Susan Norrie – junto com o Festival Rio 2004, Instituto de Audiovisual Escola de Cinema Darcy Ribeiro, RJ

 2003

Cinema Capacete III / “loop // not video, nor cinema, neither television” – with Marcos Chaves, Brice Dellsperger, Tiago Carneiro da Cunha and Pierre Bismuth – junto com the Festival Rio 2003, Instituto de Audiovisual Escola de Cinema Darcy Ribeiro, RJ

2002

Cinema Capacete II / “not video, nor cinema, neither television”

com Christian Lemmerz & Michael Kvium (Dinamarca), Marepe (Brasil), Stephen Dean (França), Jun Nguyen-Hatsushiba (Vietnam), Johan Grimonprez (Belgium), Ducha (Rio de Janeiro), Andrea Fraser (USA), Seppo Renval (Finland). – togther with the Festival Rio BR 2002, Instituto de Audiovisual Escola de Cinema Darcy Ribeiro, RJ.

2001

Cinema Capacete I / Filmes de artistas – com Joachim Koester & Matthew Buchinkham (Dwnmark) e Uri Tzaig (Israel)

Cinema Capacete I / Filmes de artistas / Festival de Cinema BR 2001 – com Sharon Lockhart, Eija Liisa Ahtila, Dominique Gonzáles-Foester and Brígida Baltar

 

 


Parcerias

thanks

As principais parcerias institucionais nacionais e internacionais são:

Escola Darcy Ribeiro       Logo downloads EN web groen    DOEN_LOGO12_NEGATIVE_NPL_(rgb72ppi)_BLUEIFA

A Escola de Cinema DARCY RIBEIRO é um parceiro institucional do CAPACETE com qual colaboramos a nível de programação e intercâmbio de participantes.

Como também as instituições: Bancomer (Mexico), Fundação Jumex (Mexico), ARTS Collaboratory (Casa Tres Patios, Medellín; Cráter Invertido, Mexico City; Más Arte Más Acción, Chocó; Platohedro, Medellín; Picha, Lubumbashi; Raw Material Company, Senegal; and Ruangrupa, Jakarta), Consulado Francés do Rio de Janeiro, Danish Art’s Council, Oticon Fonden, Grosserer L.F. Foghts Fond, Blix Fonden e Tranes Fond

As parcerias do CAPACETE abrangem diferentes modelos dos quais somos muito agradecidos:

1 – Ao corpo docente: Carla Zaccagnini, Suely Rolnik, Amilcar Packer, Manuela Moscoso, Andrea Fraser, Jorge Menna Barreto, Bik van der Pol, Christoph Keller, Daniela Castro, Anne Szefer Karlsen e Pedro Cesarino para o ano de 2015 e Amilcar Packer, Manuela Moscoso, Andrea Fraser, Daniela Castro, Pedro Cesarino, Julien Bismuth, Falke Pisano, Raimond Chaves e Elfi Turpin para o ano de 2016;

2 – Ao conselho: Marcia Fortes, Krist Gruijthuijsen, Marcio Fainziliber , Ronaldo Lemos , Arto Lindsay , Suely Rolnik, Esther Schipper , Ana Sokoloff, Frances Reynolds

3 – Às parcerias de trabalho (participantes como assistente):  Antônio Dias, Daniel Steegman, Daniel Roesler/Galleria Roesler, Arto Lindsay, Thiago Carneiro da Cunha, Laura Lima e Ernesto Neto

4 – Às Parcerias como doadores ou “adote um participante”: Mara e Marcio Fainziliber, Marcia Fortes, Ana e Luiz Guilherme Magaldi Affonso, Frances Reynolds, Tanit Galdeano, Esther Schipper

5  – Às Parcerias chilenas para “adote um participante”: Alfredo Jaar, Luis Hermosilla, Max Marambio, Ricardo Solari, Jorge Tacla, Alejandro Albertini, Alvaro Buzeta, Felipe Velasco, Gino Tapia, Sergio Parra, Catalina Mena, Javiera Parada

6 – Às Parcerias no Mexico “adote um participante”: Kurimanzutto

7 – Às parcerias para “adote um criança artista”: anonimous, Monika Batista, Ernesto Neto,

8 – Às parcerias conceituais: Denise Milfont, Irene Ferraz, Ivan Navarro, Florence Bonnefous, Javiera Parada, Amilcar Packer/Pedro Cesarino/Max Hinderer/Suely Rolnik com P.A.C.A., S.M.S (School for missing studies / Elisabeth Bik and Jos van der Pol)

9 – Às parcerias de organizações semelhantes: Galeria Metropolitana (Chile), Gasworks (Londres), Lugar a Dudas (Cali/Colômbia), C.R.A.C. (Valparaiso/Chile), Motel Produções (Santiago/Chile), SMS (School of missing studies/Amsterdam/Holanda), Sandberg Institute (Amsterdam/Holanda), Studio X (Rio de Janeiro)

 


Objetivo

 

CAPACETE lança o segundo programa anual, na cidade do Rio de Janeiro, dedicado à prática e à pesquisa nas artes e no do pensamento crítico, e que receberá até 12 participantes dentre brasileiros e estrangeiros. A segunda edição irá iniciar em março de 2016. Pensamento é ação.

Visão

Nossos contextos globalizados estão estruturados pela desigual distribuição do trabalho e das riquezas, e são crescentemente moldados pela economia dos mercados especulativos. Atualmente, inúmeras das manifestações culturais são eventos de grande escala, e freqüentemente estão direcionadas para um público genérico ou restritas à elite. Tal situação reduz e neutraliza o alcance ético e político da arte, assim como o seu potencial em promover e inspirar outras formas de trabalho, pensamento, relacionar-se e viver.

Nossa intenção é constituir situações e desenvolver estratégias que forneçam uma alternativa concreta e real para este estado de coisas. Nosso programa é desenhado para refletir o caráter interdisciplinar das práticas estéticas contemporâneas, trabalhando com artistas e pensadores cujos esforços articulam o mundo teórico com apresentações artísticas em diversos formatos e dinâmicas, e para diferentes públicos. Ao desafiar o estado atual da cultura, economia e educação, nossa função será principal será elaborar auto-organização e gestão artísticas, participação e modos colaborativos de ação, como parte fundamental do conteúdo e da estrutura de nossas atividades.

Estas iniciativas somente podem ser desenvolvidas ao longo do tempo, por meio simultâneo de ativação e avanço de diversas formas de troca, distribuição e produção. Nossa intenção é manter atentos e fluidos ao longo deste processo, ajustando nossas estratégias, táticas, e objetivos à medida que nos desenvolvemos. Um dos objetivos integrais de nosso programa é expandir continuamente nossa plataforma de troca, trazendo novos participantes e interlocutores, fomentando as relações entre diferentes instituições e organizações, bem como aprofundando os laços e relações com colaborações estabelecidas.

CAPACETE age na intercessão de diversos campos sociais e profissionais, exigindo, portanto, que os participantes selecionados embarquem plenamente em um diálogo aberto e horizontal, se envolvendo ativamente nas atividades do programa, instigando que por sua vez, possam funcionar como plataformas para a disseminação da informação, promovendo respostas ativas e gerando o debate público.

 Contexto

A complexa e paradoxal realidade brasileira foi moldada por estruturas coloniais de poder, como podem ser vistas em sua assimétrica estrutura de classes sociais, regularidade dos incidentes de violência do estado, e na lógica da exploração e lucro irrestritos. Esta disposições foram reiteradas por duas ditaduras militares, durante o século XX, e mais recentemente, por um neoliberalismo de estilo latino. Constantemente sujeito a mudanças econômicas e transformações políticas, a predileção do governo por políticas culturais de curto prazos somada à falta de investimento nas instituições culturais, acabaram gerando um contexto cultural frágil. Enquanto isso, as empresas têm investido e dominando fortemente a paisagem cultural, motivadas em grande parte pelas políticas de dedução fiscal por meio do uso de leis federais (cf. Lei Rouanet, 1995). Isso tem gerado empreendimentos e publicidade de alto lucro, mas muito pouco em termos de produzir uma discussão crítica e política contínuas, deste modo, enfraquecendo um ainda mais, um contexto cultural já frágil. Em um país que tem uma das maiores concentrações de riqueza do mundo, tal panorama vêm contribuindo para acentuar e manter as disparidades sócio-culturais.

Um dos resultados perversos de um cenário cultural frágil é o isolamento dos produtores culturais autônomos e autores que, apesar de desenvolverem uma prática forte e importante, não conseguem encontrar os meios para articular suas pesquisas e conhecimentos com outras áreas. CAPACETE pretende operar em uma escala micro, levantando diferentes modos de representação e de produção por meio de conexões íntimas. Sua abordagem interdisciplinar tem como objetivo desafiar e revigorar o contexto atual brasileiro e dar-lhe uma visibilidade diferente, por meio da criação de alternativas reais para as redes e formatos culturais existentes. Trabalhar em pequena escala será uma parte essencial do nosso esforço, como também foi o caso do Programa de Residências do CAPACETE Entretenimentos. Neste sentido, CAPACETE pode ser visto como a continuação e reativação de práticas e estratégias desenvolvidas pelo seu antigo programa de residência, ambas projetadas para adensar as práticas sócio-políticas e culturais , fornecendo uma base ativa para discussão, debate e reflexão cultural.

Instalações

CAPACETE possui sede própria cuja infra-estrutura consiste em uma casa localizada no bairro da Glória, Rio de Janeiro, com um apartamento totalmente equipado para os interlocutores convidados, uma biblioteca (livros em diferentes línguas), um pequeno espaço multifuncional, um espaço expositivo flexível, uma sala de aula, salas polivalentes, um jardim, 2 cozinhas totalmente equipadas (uma ao ar livre para eventos maiores). CAPACETE também co-dirige uma estrutura semelhante a um hotel onde muitos profissionais são hospedado durante sua visita ao Rio de Janeiro. Esta estrutura estará em contato próximo com CAPACETE e fornecerá suporte para suas atividades.

 

Objetivos do Programa

 + Construir com o legado de 16 anos de atividade do programa de residências do CAPACETE entretenimentos internacional, um programa e uma estrutura diferentes;

+ Promover novos modos de operação e instigar a sensibilidade coletiva;

+ Repensar os modos de produção em uma sociedade acelerada;

+ Moldar diferentes relações de trabalho com base na convivência e troca;

+ Promover a investigação interdisciplinar no âmbito das diferentes esferas do social, por meio da criação de um fórum para o debate público contínuo e a troca, relacionados às práticas estéticas contemporâneas e a questões sócio-políticas;

+ Estabelecer e manter um arquivo especializado e um banco de dados sobre as práticas culturais locais e internacionais, incluindo publicações, dossiês, material de exposições e de seminários, e um web site ;

+ Criar um ambiente que seja acessível aos participantes de diferentes origens econômicas, ajudando a financiar as suas despesas de subsistência e participação no programa ;

+ Interagir com o contexto e a comunidade de arte locais;

+ Colaborar com outras iniciativas nacionais e internacionais semelhantes como parte de nosso programa anual ;

+ Operar de forma sustentável e ambientalmente consciente, promovendo a conscientização por meio de eventos específicos, tais como seminários, eventos, uso de tecnologias ecológicas, etc. ;

 O Programa

 O programa irá selecionar 12 participantes. Nosso objetivo é reservar 4 lugares para brasileiros 4 para os sul-americanos, e 4 para participantes provindos do resto do mundo. A duração do programa será de 10 meses – a partir de 1 º de março a 20 de dezembro -, contemplando uma pausa de um mês, em julho.

O programa foi concebido como uma fluida e adaptável plataforma de intercâmbio entre os participantes e os palestrantes e interlocutores. O programa irá anualmente oferecer nove seminários ministrados por 9 professores de diferentes origens. Os seminários terão a duração de 3 a 5 dias. Cada palestrante também fará uma palestra aberta ao público em geral. Para além disso, diferentes palestras, apresentações e eventos serão organizados ao longo do ano com outros conferencistas convidados.

Uma das ambições do nosso programa é fazer com que cada programa anual culmine em um projeto coletivo, concebido pelos participantes, e que poderá assumir qualquer formato (apresentações, performances, publicações, exposição, seminário, etc.). No entanto, de acordo com a lógica participativa do nosso projeto , ao invés de enquadrar isso como uma exigência, preferimos concebê-lo como um potencial cuja realização será decidida pelos próprios participantes .

Os participantes também serão incentivados a desenvolver projetos individuais. A utilização das instalações do CAPACETE o uso do escritório e do espaço expositivo, assim como outras infra-estruturas, serão disponibilizados para tais projetos , e o contato com instituições e agentes locais também será agenciado. O programa irá organizar viagens para diferentes locais, de acordo com o interesse do grupo de participantes selecionados (caminhadas, seminários em diferentes locais, etc.), e para isso, iremos colaborar com organizações similares no Brasil e na América do Sul.

Encontros individuais com profissionais locais e visitantes, bem como visitas a estúdios de artistas locais também serão oportunamente organizados. É importante notar que o CAPACETE não é um programa baseado em práticas de estúdio ou atelier. Instalações de trabalho estarão disponíveis e poderão ser organizadas levando em consideração caso a caso, mas espaços de trabalho designados especificamente, não serão fornecidos automaticamente para cada participante.