Seminário Linguagens da indigestão e políticas visuais

 

 

 

O Seminário Linguagens da indigestão e políticas visuais (@cipei_ ) juntamente com o programa #Capacete2019_2020, apresenta:

Oficina com Laryssa Machada* nos días 2 (de 17 às 20h) e 3 de dezembro (de 16 às 19hr)

ÀS VEZES PARA ACESSAR A TERRA PRECISAMOS CAIR
a ficção do fim já chegou; um dos caminhos passados através das folhas é dobrar tempo espaço. é tudo inventado agora, o mundo que vou te contar. ///
“ÀS VEZES PARA ACESSAR A TERRA PRECISAMOS CAIR” são rituais imagéticos (e energéticos) de reconexão com nossas [não]-memórias para adentrar o por vir a partir de um olhar crítico à historicidade colonial e ao trânsito de corpos não-hegemônicos pela cidade. através da construção de fotoperformances que incluam símbolos/objetos/gestualidades oriundas de populações ameríndias e afrodiaspóricas, a ideia é visitar o processo de cura que corpos racializados constroem cotidianamente a partir de suas [re]criações da realidade. Na ambição de redesenhar o futuro, é impossível fazê-lo a partir do esquecimento dessas violências. Evocamos, assim, rituais imagéticos para concretizar os axés de limpeza, descarrego de ebós negativos, de quizilas históricas.
a proposta de oficina é visitarmos as memórias dxs participantes buscando dobrar tempo-espaço, construindo novas referências imagéticas e reescrevendo a historicidade da terra que ascendemos. ||VAGAS LIMITADAS|| *@laryssamachada é artista visual, fotógrafa e filmmaker. constrói imagens enquanto rituais de descolonização e reinvenções da realidade. seus trabalhos discutem a construção de imagem sobre lgbt’s, indígenas, quilombolas, povo da rua. acredita no tempo e nas tempestades.
Este seminário é possível graças a @princeclausfund


Residência CAPACETE + Mophradat

 

 

Convite aberto: uma residência artística três meses no CAPACETE Rio de Janeiro, Brasil

a partir de 1 de abril até 30 de junho de 2019
Último prazo para o progresso: 14 de setembro

Mophradat em colaboração com Capacete no Rio de Janeiro, #Brasil, está oferecendo uma oportunidade de residência para um curador do mundo árabe para desenvolver a sua prática em um contexto profissional. A residência dura por três meses, com voos, alojamento, visto e custos de seguro, e salário mensal fornecido, e inclui a oportunidade de participar de todos os programas e facilidades de um programa sugerido de visitas a galerias e SITES DE INTERESSE NO RIO DE JANEIRO , assim como para conhecer os praticantes de artes na cena de arte brasileira. Mais detalhes e para aplicar:  http://mophradat.org/projects-we-organize/residencies/apply/

 


O que significa fazer uma escola (de arte)?

 

 

 

A grande coisa sobre as escolas de arte é que todos os estereótipos que elas carregam
são verdadeiros. O vagabundo preguiçoso, a hipersensibilidade, o psicobabble
obscuro: tudo isso é verdade. E essa é a melhor parte. Os últimos traços do estilo de
vida do artista foram pervertidos por nossa sociedade capitalista tardia, que
naturalizou seu vocabulário de desempenho e realização pessoal, esvaziando seu
significado. A escola de arte ainda pode ser um lugar para resistir aos valores
dominantes, e tudo isso é indiscutível? É sobre isso que gostaríamos conversar
publicamente em colaboração com Residência Artística Internacional CAPACETE e
com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

François Piron é crítico de arte e curador. Ele administra o programa de pós-
graduação na escola de arte de Lyon (França), residência de artistas dentro de uma
academia de arte. Ele irá compartilhar experiências com os cinco artistas residentes
deste ano: Sophie T. Lvoff (EUA), Irene Melix (Alemanha), Lou Masduraud e
Geórgia René-Worms (França) e Maha Yammine (Líbano).