
Théo Ferreira Gomes (1993, Niterói) é um pesquisador dedicado a compreender como sistemas financeiros, espaços sonoros e formas comunitárias moldam relações sociais. Transitando entre som, curadoria e metodologias colaborativas, sua prática se volta para espaços híbridos onde distintas formas de conhecimento, entre artes, ciências, economia e saberes informais, se encontram.
Atento aos ritmos dos mercados financeiros, articulou projetos como “Vital Currencies” (2023), um programa de workshops voltado a ecologias de valor não antropocêntricas; “Moneyfestations” (2025), um spa sonoro que desconstrói discursos de bem-estar financeiro; e “Bankanga Intertropical” (2026), uma iniciativa coletiva, iniciada no Rio de Janeiro, que imagina infraestruturas financeiras a partir dos trópicos.
Ao lado de Kosmas Dinh, iniciou “The Sonic and the Void”, uma prática sonora comunitária que investiga diferentes camadas de silenciamento e os limites do audível. Suas dinâmicas de escuta e pedagogias sonoras partem da pergunta: quais formações sociais podem se articular para além do binário entre som e silêncio?




