
Melgga (1995), nascido no Rio de Janeiro. Utiliza de diferentes linguagens artísticas como a performance, o audiovisual e as artes plásticas como esquema de resistência amparado na sua ancestralidade a fim de conscientizar os indivíduos ao combate aos novos meios de opressão e escravização, além de incentivar o empoderamento, a cura e aceitação étnico-racial. Participou de algumas exposições, tais como: A invenção do “eu” artista (atelier Organi.co), Festival em mi balcón, Anamnesis (UFF), Dimensões variadas (Macquinho), Minhoca (Espaço Poético Titocar), Glória 1, 2 e Inferninho (xowrumi/capacete) Estou Viva (Hélio Oiticica). Atualmente faz parte do Coletivo xow.rumi/capacete e está no Mestrado da Universidade Federal Fluminense no PPGAC com a Pesquisa sobre a Performance Ritualística como um Processo de Cura e Luta na Arte Contemporânea.

