
Tom Grito (ele/élu) é poeta e artista cuír. Inventor de palavras, combinador de letras e incendiário de discursos. Pesquisador de utopias inescapáveis e de tecnologias ancestrais e curador para acolhimento e sutura de violências de gênero. Dedica-se às micro-revoluções político-sociais onde a poesia incinera, afaga, afeta e transforma. Pioneiro da cena de poetry slam no Rio de Janeiro (2013), cofundador e gestor do Slam das Minas RJ @slamdasminasrj (2017) e Trans Slam @trans_slam (2023). Consultor de Diversidade e Inclusão com o projeto @banheirospossiveis . Pessoa trans não binárie com formação multiespecífica em teatro, cinema e educação física, atua na intersecção entre literatura, educação, curadoria, corpo, gênero e cultura, com destaque para as tradições da oralidade e da poesia falada. Autor dos livros “Antes que seja tarde para se falar de poesia” (2023) e “Eu sei como sair vivo disso” (2023) ambos pela Editora Malê.

